<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104</id><updated>2012-01-26T02:09:16.478-02:00</updated><title type='text'>OFICINA</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>113</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-5426112720706893993</id><published>2009-08-06T18:45:00.011-03:00</published><updated>2009-08-08T09:20:11.446-03:00</updated><title type='text'>Desperdício x Fome</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Crédito da imagem Thiago Piccoli&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SntRyY6euUI/AAAAAAAABM4/xP-_uD6ILIs/s1600-h/desperdicio.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 267px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366973307065121090" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SntRyY6euUI/AAAAAAAABM4/xP-_uD6ILIs/s400/desperdicio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Brasil, cerca de 70 mil toneladas de alimentos é desperdiçada por ano, ou seja, quase 64% de tudo que é plantado vai para o lixo. Esses dados fazem parte de um relatório da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) que, em contraponto, indica a situação da fome na América Latina, onde vivem na região cerca de 62 milhões de pessoas e nove milhões de crianças com desnutrição crônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) também apontou que uma família brasileira de classe média joga fora quase 182,5 quilos de comida por ano. Em uma época de escassez alimentar mundial, os dados sinalizam a falta de consciência de comerciantes e consumidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande quantidade de desperdício de alimentos não resulta somente em perdas econômicas, mas, da mesma forma, gera aumento da produção de lixo e custos para o meio ambiente. São embalagens de isopor, alumínio, sacos plásticos, água e energia utilizadas, além da emissão de CO2 nos processos de produção, transporte e descarte destes produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o que considera o Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, que vem tentando ensinar ao público como atenuar danos ambientais, amortecer gastos, aumentar a oferta de produtos no mercado e consequente queda de preços. De acordo com a Assessoria de Imprensa da entidade, a iniciativa de lançar uma campanha com o tema surgiu da constatação de que, no Brasil, aproximadamente um terço de todos os alimentos comprados em uma casa é desperdiçado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para provar como o desperdício afeta o bolso do consumidor, o Akatu explica que em cem reais gastos com comida, trinta reais são jogados no lixo. A campanha alerta que enquanto 70 milhões de brasileiros estão acima do peso, 14 milhões estão passando fome. “O desperdício custa ao país, todo ano, 12 bilhões de reais, dinheiro que poderia resolver o problema da fome”, adverte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o Akatu o consumidor deve aprender a preparar uma lista antes de ir ao supermercado, verificando antes o que já tem em casa e optar somente pelo essencial. Outra boa dica é fazer as compras após as refeições para inibir o impulso de compra, adquirir verduras, legumes e frutas semanalmente, apenas na quantidade consumida pela família e comer primeiro as frutas mais maduras. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Crédito da imagem Mr Poh&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SntROnv1XII/AAAAAAAABMw/Os_XsTzp3Lk/s1600-h/comida2.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366972692571708546" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SntROnv1XII/AAAAAAAABMw/Os_XsTzp3Lk/s400/comida2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto, não são apenas os hábitos alimentares dos consumidores os responsáveis pelo desperdício. O um curto vídeo, com o título 'Chicken a la Carte' (frango a la carte), premiado no festival de Berlim, mostra que a perda diária de alimentos é uma constante também em restaurantes que trabalham com refeições rápidas, como a famosa rede de lanchonetes MC Donalds. O vídeo traz, ainda, imagens chocantes de famílias pobres que vasculham o lixo destas lanchonetes em busca de restos de comida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ex-comerciante Giselene Guimarães, 49, considera que no ramo do fast-food (comida rápida) muitas vezes o desperdício é inevitável. Giselene foi proprietária de uma lanchonete especializada em sanduíches no bairro Serra, região Sul de Belo Horizonte e lamenta que, para manter a qualidade dos produtos, precisou jogar fora pães secos, tomates e alfaces murchos. Perguntada por que não doava para asilos e orfanatos o que pudesse ser reaproveitado, ela respondeu que temia punições. “Se alguém comesse a comida doada e passasse mal, eu corria o risco de ser acusada de ter repassado comida estragada para as pessoas e poderia arcar com pedidos de indenização”, explica ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, a legislação brasileira não favorece esta situação. A Lei nº 8.137/90 prevê detenção de dois a cinco anos para quem repassar mercadoria em condições impróprias para o consumo. No entanto, a Prefeitura de Belo Horizonte possui um programa de banco de alimentos, que recebe doações de comerciantes e se encarrega de selecionar, higienizar e embalar o que está em condições de consumo, para depois distribuir gratuitamente a quem precisa. O comerciante que quiser fazer doações de produtos basta ligar para o telefone (31) 3277-5713.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nutricionista Ana Izauro Araújo, 58, sugere outra saída inteligente e criativa para fast-foods que querem evitar desperdícios. Segundo ela, aprender a aproveitar melhor os alimentos antes que eles estraguem é uma forma de se diferenciar com saborosos e nutritivos pratos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Izauro considera que é difícil para quem precisa comer fora de casa encontrar alimentação barata e nutritiva. Ela também ressalta que os alimentos comercializados por redes de comida rápida possuem alto teor calórico e contribuem para a obesidade. “Imaginem o diferencial de uma lanchonete que trabalhasse com o aproveitamento integral de alimentos. Existem partes dos alimentos que em geral são rejeitadas, como cascas, folhas e talos, mas são excelentes ingredientes para novos sabores”, explica ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, devido aos altos níveis de agrotóxicos usados pela agricultura convencional e ao fato de talos e cascas ficarem diretamente expostas a destes produtos químicos, é recomendável optar por alimentos orgânicos (cultivados sem adubos químicos). Quando isso não for possível, é preciso higienizar bem as frutas, legumes e hortaliças com hipoclorito de sódio (em gotas, à venda em farmácias e distribuído em postos de saúde) ou em água sanitária (uma colher de sopa para um litro de água). O alimento deve ficar imerso na mistura por 15 minutos e depois novamente submetido à água corrente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nutricionista é voluntária no Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR), e também atende pelo (31) 322 47 41. Ela se prontifica a oferecer cursos de aproveitamento integral de alimentos, inclusive para as redes fast-food, ensinando pratos nutritivos feitos com cascas, sementes, talos, folhas e alguns temperos, como a receita do bolo verde, feito com cascas, miolo e sementes de abóbora, consideradas vermífugos naturais e alimento estimulante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Crédito da imagem Ormuzd Alves&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SntP9YSxq0I/AAAAAAAABMo/Mx6nzlYbTDM/s1600-h/BOLO.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 202px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366971296853896002" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SntP9YSxq0I/AAAAAAAABMo/Mx6nzlYbTDM/s400/BOLO.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Bolo de casca e sementes de Abóbora &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;INGREDIENTES (medidas caseiras) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Farinha de Trigo 2 copos americanos cheios&lt;br /&gt;Açúcar Cristal 1 copo americano cheio&lt;br /&gt;Ovos 2 unidades&lt;br /&gt;Óleo de Soja ½ copo americano&lt;br /&gt;Fermento químico em pó 1 colher de sopa rasa&lt;br /&gt;Resíduos - Casca miolo e sementes de abóbora, picadas 1 copo americano cheio&lt;br /&gt;Leite ½ copo americano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MODO DE FAZER &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Lave bem a abóbora antes de tirar a casca. Retire a casca, o miolo e as sementes. No liquidificador, bata os ovos, óleo, açúcar e aos poucos vá colocando os resíduos da abóbora. Misture com a farinha e o fermento. Asse em forma tipo forma-de-pudim.&lt;br /&gt;Se desejar, acrescente uma casquinha pequena de laranja no liquidificador. Salpique canela em pó. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - exclusivo para o blog Oficina&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-5426112720706893993?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/5426112720706893993/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=5426112720706893993' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/5426112720706893993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/5426112720706893993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/08/credito-da-imagem-thiago-piccoli-no.html' title='Desperdício x Fome'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SntRyY6euUI/AAAAAAAABM4/xP-_uD6ILIs/s72-c/desperdicio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-1608735282573394181</id><published>2009-08-06T17:52:00.010-03:00</published><updated>2009-08-08T11:49:45.133-03:00</updated><title type='text'>Um estranho no ninho</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Foto de Pedro França&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SntL2CuvssI/AAAAAAAABMg/SLURz6L2tv8/s1600-h/minc.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 264px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366966772760031938" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SntL2CuvssI/AAAAAAAABMg/SLURz6L2tv8/s400/minc.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Sobrevivendo no circuito do 'terno e gravata'&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois de um ano à frente do Ministério do Meio Ambiente, com a bancada ruralista ganhando força no Congresso Nacional e ampliando sua área de influência, Minc tem travado incansáveis batalhas com os ministérios de Transportes, Agricultura e Energia, com parlamentares e governadores. No ambiente do ‘terno e gravata’, o ministro entra em cena com coletes coloridos e desafia forças políticas que representam grandes setores econômicos, proprietários de terra e do agronegócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decreto 6.640, de 2009, que legaliza a destruição de cavernas brasileiras, Medida Provisória 458, também de 2009, que regulariza terras ocupadas ilegalmente na região amazônica, mudanças no Código Florestal de Santa Catarina e várias propostas para reformular a legislação florestal brasileira. Diante de todo esse movimento de desmonte das leis ambientais vigentes no país, o ministro chegou a desabafar publicamente sobre os colegas de Ministério. "Vários ministros combinavam uma coisa aqui (com Lula) e depois iam ao Parlamento, cada um com a sua machadinha, patrocinar emendas que esquartejavam e desfiguravam a legislação ambiental."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem foi escolhido pela agilidade na concessão de licenças ambientais enquanto ocupava a Secretaria de Meio Ambiente do Rio, Minc tem surpreendido. Defende o desmatamento zero na Amazônia, critica mudanças propostas para o Código Florestal Brasileiro, impõem rigor para licenciamentos de hidrelétricas em áreas de preservação ambiental e insiste no cumprimento de condicionantes para o asfaltamento da BR- 319. A rodovia, obra prioritária do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), vai ligar Manaus a Porto Velho e cortar uma das regiões mais preservadas da Amazônia. Minc exige que dez condicionantes sejam cumpridas antes do início da obra, entre elas a criação de áreas de conservação e abertura de postos de fiscalização para evitar novos desmatamentos ao longo da estrada. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Fonte: banco de imagens Google &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SntJbtkEuSI/AAAAAAAABMQ/_2NTz4qT0S8/s1600-h/crise.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366964121378273570" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SntJbtkEuSI/AAAAAAAABMQ/_2NTz4qT0S8/s400/crise.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Que caminho é esse?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Irreverente, provocador e quase sempre polêmico, seja por suas posições francas em defesa do meio ambiente, ou pelo próprio passado - na juventude integrou a resistência à ditadura militar. Descendente de judeus poloneses imigrantes, casado e pai de dois filhos, o atual ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc Baumfeld, nasceu em 12 de julho de 1951, no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu caráter audacioso se expressou publicamente aos 15 anos, quando se tornou líder estudantil do grêmio do Colégio de Aplicação da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Em 1966, no auge da repressão política, ocupou a vice-presidência da Ames (Associação Metropolitana dos Estudantes Secundaristas). Aos 18 anos foi preso, acusado de tomar parte de atos da esquerda e, em 1979, exilado durante quase dez anos em países como Argélia, Cuba, Chile, França e Portugal. Minc só regressou ao Brasil após a anistia, em 1979.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor-adjunto do Departamento de Geografia da UFRJ, mestre em Planejamento Urbano e Regional (Universidade Técnica de Lisboa) e doutor em economia do Desenvolvimento (Universidade de Paris I – Sorbonne), ajudou a fundar o PV (Partido Verde) e se elegeu deputado estadual pela primeira vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1990, 1994 e 1998 foi reeleito pelo PT (Partido dos Trabalhadores), se tornando autor de leis em benefício do meio ambiente e da cidadania. Paralelo à atuação política, escreveu vários livros, entre eles “Ecologia e Cidadania”, adotado em escolas públicas e privadas do Brasil. Em reconhecimento ao ativismo ambiental recebeu, em 1989, o Prêmio Global 500 da ONU para o Meio Ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2007, Minc foi nomeado secretário de Meio Ambiente do Estado do Rio, até que, em 13 de maio de 2008, com o pedido de demissão de Marina Silva, foi convidado a ocupar o cargo de ministro do Meio Ambiente. Mantendo um estilo prático de quem vai direto ao assunto, antes mesmo de sua posse oficial, pediu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a liberação royalties do uso da água por hidrelétricas, empresas de saneamento e pelo setor do petróleo, para aumentar a verba orçamentária da pasta ambiental. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Marcello Casal Jr./ABr&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SntHPiO61jI/AAAAAAAABMI/xt_houAfXyY/s1600-h/minc.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 281px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366961713155069490" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SntHPiO61jI/AAAAAAAABMI/xt_houAfXyY/s400/minc.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Carlos Minc faz critica os desmatadores durante manifesto promovido pelos trabalhadores rurais em Brasília&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Roupa suja se lava em público&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para firmar o que chamou de “pacto” entre a área ambiental e a agricultura familiar, Minc passou a defender o tratamento diferenciado para pequenos agricultores, incentivos econômicos, fiscais, pagamento por serviços ambientais e a simplificação da averbação da reserva legal para a categoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contrapeso, reclamou publicamente que os grandes proprietários são os que mais desmatam e que “encolheram o rabinho de capeta e agora fingem defender a agricultura familiar”. A declaração foi dada durante um ato de agricultores familiares em frente ao Ministério do Meio Ambiente (27/05). Na ocasião, Minc se exaltou e chamou os grandes líderes do agronegócio de vigaristas. “Não podemos cair no canto da sereia. Fingem que são amiguinhos de vocês. Amanhã vão pedir para parar a reforma agrária, o crédito para a agricultura familiar. Não confiem nesses vigaristas! Estão querendo usar vocês contra o meio ambiente, quando a boa aliança é entre o ambientalista e a agricultura familiar” disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O discurso do ministro gerou reação no Congresso, sobretudo da senadora Kátia Abreu (DEM-TO), líder da bancada ruralista e presidente da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). Ela acusa Minc de alienado da economia nacional, ‘ecoxiita’, de usar ironias e expressões vulgares. A senadora pediu a punição do ministro, protocolando uma denúncia por crime de responsabilidade na Comissão de Ética Pública da Presidência da República e na Procuradoria Geral da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No auge do confronto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que estava em visita oficial a Guatemala, disse aos jornalistas que a “algazarra” teria um ponto final quando retornasse ao país. "Às vezes você não pode externar a sua visão sem saber que repercussão ela pode ter no outro. E vale pra todo mundo. Imagina no campo de futebol, se os jogadores começam a se xingar alto pra torcida ouvir, pra imprensa descobrir, acaba o jogo", considerou o presidente, conforme divulgou a Folha de São Paulo (03/06).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do que soou como uma repreensão de Lula, Minc se explicou no programa Bom Dia MT, em 05 de junho último. “Eu reconheço que o agronegócio tem um papel fundamental no Brasil. Balança comercial, exportação de alimentos, geração de divisas, combate à inflação. Eu não estigmatizo o agronegócio. Tanto é que nós tivemos um grande acordo com a soja, a moratória da soja. Estamos fazendo um grande acordo com a Única. Fiz um grande acordo com o governador Blairo Maggi, que é ligado ao agronegócio. Então eu não tenho preconceito em relação a isto. Eu acho que nós vamos retomar o diálogo e vamos fazer um acordo porque o Brasil precisa disso. Só que nesse acordo não vai ser permitindo o desmatamento de milhares e milhares de hectares no cerrado, na caatinga, na mata atlântica, não vai ser com grandes monoculturas, uso de milhares de queimadas e agrotóxicos. Nós queremos uma agricultura sustentável”.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Foto de Leopoldo Peron&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SntE3QBK4MI/AAAAAAAABL4/TPA1KiRlC4I/s1600-h/cana.jpg"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 268px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366959096925446338" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SntE3QBK4MI/AAAAAAAABL4/TPA1KiRlC4I/s400/cana.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na discussão sobre o plantio de cana-de-açúcar no pantanal venceu o etanol 100% verde&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Pactos sustentáveis&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outra discussão que movimentou a Esplanada dos Ministérios ocorreu pela tentativa de liberação de plantio de cana-de-açúcar em algumas áreas da região Norte, na BAP (Bacia do Alto Paraguai), onde correm rios que deságuam em áreas alagadas do Pantanal. Enquanto o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, considerava a permissão e incentivo à produção de cana na região, Minc defendia a produção de álcool 100% verde, preservando a Amazônia e o Pantanal. “Eu tenho para mim que há muitos empresários do Mato Grosso, fazendeiros que já compraram terras nesse lugar. Fizeram infra-estrutura, fizeram estradas, fizeram eletricidade. Então, aí já é um interesse particular. Eles querem por que querem que seja ali e não em outras áreas planas e boas do próprio Mato Grosso”, disse Minc ao Bom Dia MT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para este dilema, Carlos Minc e Reinhold Stephanes chegaram a um acordo. A cana de açúcar será expandida em quase seis milhões de hectares, mas o plantio e colheita de serão feitos dentro de regras ambientalmente corretas, sem queimada nem vinhotos - subproduto de cana altamente poluente. De acordo com o ministro do Meio Ambiente, não poderão ocorrer plantios em mata nativa e, da mesma forma, não serão instaladas usinas na região do Pantanal ou Amazônia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Publicado no jornal Ambiente Hoje&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-1608735282573394181?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/1608735282573394181/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=1608735282573394181' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/1608735282573394181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/1608735282573394181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/08/um-estranho-no-ninho.html' title='Um estranho no ninho'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SntL2CuvssI/AAAAAAAABMg/SLURz6L2tv8/s72-c/minc.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-4075585810678915145</id><published>2009-08-06T17:31:00.005-03:00</published><updated>2009-08-08T09:24:06.196-03:00</updated><title type='text'>Conferência Brasil 2020 discute ações para conter o avanço do aquecimento global</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Foto de Wellington Pedro - Imprensa MG&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SntAagt89eI/AAAAAAAABLw/_6nEAK_DKJw/s1600-h/palacio+das+artes.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 268px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366954205145527778" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SntAagt89eI/AAAAAAAABLw/_6nEAK_DKJw/s400/palacio+das+artes.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Estudantes apresentaram o espetáculo "Artigo 56", inspirados em um documento do século XIX, da Câmara Municipal de Mariana, que exigia punição para quem queimasse campos, matas e florestas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Nesta terça-feira, 04/08, no Grande Teatro do Palácio das Artes, cientistas e autoridades de vários países participaram da cerimonia de abertura da Conferência Brasil 2020, que acontece em Belo Horizonte, entre os dias 04 e 07 de agosto. O encontro mobiliza cerca de 160 cientistas do mundo inteiro em debates e estudos de ações individuais e coletivas que possam conter o avanço do aquecimento global.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na abertura, estudantes do ‘Valores de Minas’, do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), proporcionaram um espetáculo de dança, teatro e música ao vivo, tendo como tema a proteção do Planeta. O governador Aécio Neves, aproveitou a ocasião para assinar a adesão do Estado de Minas Gerais à Campanha de Liderança Climática 2020, que propõe a diminuição em 80% das emissões de gases de efeito estufa nos próximos dez anos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jim Garrison, da State of the World Forum, entidade sem fins lucrativos que organiza o evento, destacou que a crise ambiental possui vastos efeitos imediatos que crescem com intensidade, citando o degelo de áreas glaciais na Groenlândia, as secas e enchentes que têm quadriplicado nos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Garrison considerou que tecnologia militar e exploração econômica não poderão enfrentar o desafio de realinhar o relacionamento do homem com o planeta. Ele ponderou que a liderança climática exige não conquistas, mas capacidade de manter a paz com os países vizinhos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Se o Brasil mobilizar um novo estilo de vida até 2020, os outros países responderão a essa liderança”, disse Garrison sobre a posição privilegiada do Brasil frente ao combate mundial às alterações climáticas. Emilia Queiroga, Diretora da State of the World Forum no Brasil, também avaliou que o povo brasileiro está sendo chamado a mostrar um caminho para humanidade, advertindo que é preciso tratar o aquecimento global como se cuida de um filho doente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“O Brasil concordou em reduzir as emissões em 80% até 2020 para mostrar aos outros que a tarefa é possível, que temos que tentar”, disse Jean Houston, Presidente da Fundação para Maestria Social. Houston mencionou o potencial cultural do Brasil, o senso musical, a literatura e o cinema, como meios de mobilizar cidadãos de diferentes nações para as questões ambientais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nicki Gavron, ex vice-prefeita de Londres, lembrou que as metrópoles são responsáveis por 80% das emissões de CO2 e que não podem se isolar do problema. Ela defendeu incentivos do governo para a diminuição da frota de veículos, para o compartilhamento de transporte e para os produtos e serviços ‘verdes’, fabricados com menor impacto ambiental. “A vontade política é imperativa para implementar esse tipo de mudança”, disse.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, relacionou os atuais avanços do país nas questões ambientais, ressaltando que, em 2009, o desmatamento da Amazônia alcançou seu menor patamar nos últimos vinte anos. Entretanto, o ministro avaliou que existem difíceis tarefas pela frente. “Todo mundo é a favor de salvar o planeta até o momento que tem de fazer um sacrifício”. Sobre o lixo doméstico importado da Inglaterra no Porto de Santos, o ministro disse que o “Brasil não será lixeira do planeta”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-4075585810678915145?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/4075585810678915145/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=4075585810678915145' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4075585810678915145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4075585810678915145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/08/conferencia-brasil-2020-discute-acoes.html' title='Conferência Brasil 2020 discute ações para conter o avanço do aquecimento global'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SntAagt89eI/AAAAAAAABLw/_6nEAK_DKJw/s72-c/palacio+das+artes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-1906445562891329861</id><published>2009-08-06T16:07:00.006-03:00</published><updated>2009-08-06T17:10:22.705-03:00</updated><title type='text'>Aquecedores solares para comunidades de baixa renda</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sns2J1fbjcI/AAAAAAAABLo/HCHSnH80-MI/s1600-h/aquecedor.jjpg.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366942923547708866" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sns2J1fbjcI/AAAAAAAABLo/HCHSnH80-MI/s400/aquecedor.jjpg.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Um dos poucos aquecedores solares instalados pela Cohab no Bairo Sapucaias, em 2000, que ainda existe&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“O uso de aquecedores solares em comunidades de baixa renda reduz a sobrecarga no sistema elétrico”, explica o professor de Engenharia de Energia, Alexandre Salomão, do GREEN Solar - Grupo de Estudos em Energia da PUC - Pontifícia Universidade Católica de Minas.&lt;br /&gt;De acordo com o engenheiro, 77% da energia elétrica gerada no Brasil é obtida a partir de usinas hidrelétricas. Só a classe residencial usa mais de 20% deste mercado e os chuveiros são responsáveis por 18% a 25% dessa demanda, registrada em horários de picos de consumo. “A energia solar para aquecimento de água em residências diminui em 35% o valor da conta de luz”, diz.&lt;br /&gt;O professor ressalta que esse tipo de energia, antes acessível somente às classes A e B, vem sendo utilizada por pessoas de baixa renda. Salomão equipara o custo atual de um aquecedor à aquisição de um eletrodoméstico, como a geladeira, segundo eletrodoméstico que mais consome energia em residências, depois do chuveiro elétrico. “O investimento inicial é compensado em três anos, com a redução da conta de luz. A grande vantagem para a família é que essa diminuição continua gerando lucro por doze ou quinze anos, tempo de durabilidade do aquecedor”.&lt;br /&gt;Salomão explica que em Belo Horizonte existem cerca dez fabricantes que oferecem linhas de produtos para famílias de baixa renda. “São kit’s de interesse social, vendidos em torno de R$ 1.600,00, com financiamentos e condições especiais”, diz, advertindo que é preciso conferir o selo do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) nos aquecedores. “A Caixa Econômica, o Banco do Brasil e o Banco real também oferecem créditos e financiamentos em até 24 vezes aos interessados em implantar o sistema”, completa.&lt;br /&gt;O professor desaconselha o uso de coletores solares feitos de garrafas pet e embalagens longa vida da Tetra Pac, experiências que, segundo ele, foram apenas didáticas e não possuem a durabilidade e eficiência dos coletores convencionais.&lt;br /&gt;Luiz Guilherme Monteiro, especialista em energia solar fotovoltaica e iluminância pública da PUC, ressalta que o crescimento do mercado de aquecedores solares é uma tendência mundial, livre de emissão de CO2 e gerador de empregos. Monteiro acredita no enorme potencial de energia solar do Brasil e prevê que o atual entrave para o aproveitamento dessa fonte, que é o alto custo da tecnologia, deve ser vencido nos próximos dez ou quinze anos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SnsxDgt3zbI/AAAAAAAABLg/07X2YouxnWM/s1600-h/dona+de+casa.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366937317333781938" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SnsxDgt3zbI/AAAAAAAABLg/07X2YouxnWM/s400/dona+de+casa.jpg" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;A dona de casa Maria Regina conta como o aquecedor solar diminuiu o valor de sua conta de luz&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Falta de conscientização interfere no resultado final&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores do GREEN Solar citaram projetos pioneiros em que se envolveram, nos conjuntos da Cohab (Companhia de Habitação Popular) em Belo Horizonte. Entre eles, o do bairro Sapucaias, em Contagem, onde cem famílias, com renda de até três salários mínimos, foram beneficiadas com coletores solares e conseguiram reduções nas contas de luz.&lt;br /&gt;A equipe de reportagem do jornal AMBIENTE HOJE esteve no Conjunto Habitacional Sapucaias, em Contagem, onde foram instalados, no ano 2000, os cem aquecedores citados pelos professores da PUC. No local, foi verificado que poucas casas ainda mantêm os sistemas.&lt;br /&gt;De acordo com uma das beneficiadas do projeto, a dona de casa Maria Regina de Almeida, 48, assim que terminou a fase de acompanhamento de uso pelos pesquisadores do GREEN Solar, grande parte dos moradores retirou os aquecedores doados e continuam usando 100% de energia elétrica.&lt;br /&gt;“Alguns moradores venderam os aquecedores. Eu fiquei com o meu porque a conta de luz diminuiu muito. Aqui em casa são cinco pessoas e ninguém fica mais de dez minutos no banho para sobrar água quente para todo mundo. Isso baixou também a conta de água”, diz a moradora.&lt;br /&gt;O projeto estruturador Lares Geraes, do Governo de Minas, através de convênio entre Cohab e Cemig, assinado em 04 de dezembro último, assegura a instalação do sistema de aquecimento solar em no mínimo cinco mil casas por ano, destinadas a famílias com renda mensal de um a três salários-mínimos. Na opinião da socióloga Renata Santos, formada pela UFMG, para que esse projeto dê certo seria preciso antes conhecer as realidades locais onde se pretendem desenvolver os benefícios. Para ela, não adianta inserir aquecedores solares no cotidiano de comunidades, sem reconhecer como essas pessoas lidam com a questão do uso de energia elétrica.&lt;br /&gt;“Primeiro, seria preciso entender as reais expectativas da comunidade, se o mais importante para estas famílias é o lucro com a venda dos aquecedores doados ou a redução nas contas de luz. Um trabalho de informação e conscientização seria essencial para que essas pessoas decidissem quanto ao futuro de si mesmas e de todo o grupo. Mas, além disso, é importante apontar alternativas de ensinar pelo exemplo, que deve partir dos setores que mais gastam energia e devem, efetivamente, contribuir para a economia de energia elétrica”, articula a socióloga. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Fotos e texto Georgiana de Sá - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Publicado no jornal Ambiente Hoje&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-1906445562891329861?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/1906445562891329861/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=1906445562891329861' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/1906445562891329861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/1906445562891329861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/08/aquecedores-solares-para-comunidades-de.html' title='Aquecedores solares para comunidades de baixa renda'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sns2J1fbjcI/AAAAAAAABLo/HCHSnH80-MI/s72-c/aquecedor.jjpg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-1642401581171142257</id><published>2009-06-13T15:01:00.009-03:00</published><updated>2009-06-13T20:58:55.132-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Foto divulgação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPpqeZvKYI/AAAAAAAABLQ/-RSOy7De-lY/s1600-h/max.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346874098543700354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 341px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPpqeZvKYI/AAAAAAAABLQ/-RSOy7De-lY/s400/max.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O ator Max Fercondini, 23, soma dezenas de trabalhos na televisão, teatro e cinema. Sua última atuação em novelas foi como Conrado Cassini, na trama Ciranda de Pedra, em 2008. Envolvido em causas ambientais, sociais e culturais, o ator quer trilhar novos caminhos. Com sua licença para voar, Max vai embarcar no projeto “Nas Asas do Brasil”, pilotar um avião e retratar o patrimônio cultural e ambiental do país. O ator está também apresentando o ‘Globo Ecologia’, um programa sobre Educação Ambiental exibido no Canal Futura e na TV Globo. Nos primeiros episódios da nova série, Max trata do tema “Alimentos – do prato à terra”, um mapeamento do agronegócio, que pretende explicar porque o Brasil se coloca no planeta como um grande celeiro. Nesta entrevista ao “Ambiente Hoje”, o ator conta como começou seu interesse pelo meio ambiente e analisa a influência das questões culturais na relação do Homem com a natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como ator engajado nos problemas ambientais, você foi convidado para palestrar na conferência internacional "Diálogos da Terra no Planeta Água", em Belo Horizonte-MG. Para você, porque é importante um artista mobilizar a comunidade pela preservação da natureza?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O artista pode estimular o interesse das pessoas. O público desenvolve uma ligação com o personagem da novela e quando vê o artista participando de um evento como o "Diálogos da Terra” quer saber que evento é esse. Essa curiosidade também desperta o público para outras causas. Há algum tempo eu venho pesquisando sobre o meio ambiente e compreendo que faz parte do inconsciente coletivo a necessidade de conhecer a própria cultura. Percebo também que a relação entre cultura e meio ambiente está acontecendo de uma maneira muito forte. Sou um cidadão como qualquer outro e represento o que a sociedade pensa. A notoriedade do meu trabalho e a expressão que tenho na sociedade são agregadas às minhas crenças, vivências e identidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Você planeja voar de norte a sul do Brasil com o projeto “Asas do Brasil”, para criar um documentário e uma série de tevê. Como surgiu a idéia de desvendar pontos turísticos de interesse ecológico no Brasil?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este projeto, além do meio ambiente, tem a sociedade e a cultura como focos. Sou piloto privado de avião e quero aproveitar meu brevê para conhecer os pontos mais relevantes do cenário cultural, social e ambiental do Brasil. Sinto que o momento para realizar esse sonho é agora. Lembro de uma coisa engraçada que me aconteceu. Eu estava apresentando meu projeto para uma empresa e alguém me perguntou qual era o meu envolvimento público com o meio ambiente. Lembrei da minha infância e respondi que o mutirão que plantou as árvores no meu condomínio quando eu tinha 11 anos de idade foi mobilizado por mim. Agora, tenho 23, adquiri maturidade, opiniões e vontade de transmitir essas opiniões, de ouvir, dialogar e contribuir com o coletivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em sua opinião, é possível conciliar desenvolvimento econômico com a preservação de nosso patrimônio cultural e ecológico?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu acredito na preservação ambiental do ponto de vista cultural. A gente não pode dividir desenvolvimento e preservação do meio ambiente. Também não tem como excluir a cultura, que é parte integrante nesse processo. Mas, nós temos de pensar que para o desenvolvimento social, a economia também é muito importante. Se a economia local, regional e nacional são muito importantes, como incentivar agricultores e proprietários de terra na Amazônia, por exemplo, a preservar a mata? Seria através de subsídios oficiais ou de outras políticas definidas para quem preservar áreas protegidas? O que fazer é uma discussão que não me cabe decidir, mesmo porque não sou perito ou técnico nessa área. Entretanto, penso que não podemos deixar de pensar na importância da cultura popular e que existe uma crença do povo em seus mitos. Temos lendas como à do caipora, do boi tatá e do curupira, personagens folclóricos que são essencialmente protetores das florestas e dos animais. O padre José de Anchieta, em carta de 1560, relatava que a população já se conscientizava, através de seus mitos, dos malefícios que a cultura extrativista traria para o Brasil. As lendas narram histórias desses personagens espantando homens que vinham buscar madeiras e minerais de nossas florestas. Estamos nos habituando a ouvir que daqui a 20 anos não teremos mais água, que daqui a 40 anos o aquecimento global vai aquecer a terra ou que em 60 anos algumas regiões se tornarão desérticas. As pessoas esquecem que estão falando do futuro e o que é o futuro está no presente. O futuro no presente são as crianças. Por isso, acredito que só vamos conseguir conciliar desenvolvimento econômico e proteção do patrimônio cultural e ecológico através da educação e da busca de nossas raízes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A teoria da ‘Pegada Ecológica’ diz que cada homem é responsável pelo impacto sobre áreas que foram degradadas para atender suas necessidades de consumo. O que podemos fazer para evitar a devastação das florestas?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É muito importante para o homem ter consciência de consumo. Quem precisa comprar madeira poderia se perguntar se ela tem certificação de plantio sustentável ou se é oriunda de desmatamento da Amazônia ou da Zona da Mata Mineira. A partir do momento que temos consciência de consumo, vamos buscar outras soluções. Temos um ciclo econômico no Brasil que envolve sociedade, governo, indústria e empresas. Esse ciclo pode se tornar sustentável se todos promoverem mudanças. A sociedade pode atuar com o aprimoramento cultural; o governo com incentivos, não só fiscais, mas de reconhecimento e proteção às empresas sustentáveis; as indústrias podem buscar alternativas, como, por exemplo, evitar o uso de combustíveis fósseis; as empresas, então, podem repassar opções sustentáveis para o consumidor. E, é claro, se a sociedade tiver consciência de consumo vai fazer a escolha certa, vai fazer a opção pelo produto mais sustentável. Existe uma pesquisa que Matthew Simmons, um banqueiro de investimentos no setor da energia e ex-conselheiro de George Bush, fez há 10 ou 12 anos atrás. A pesquisa foi feita nas universidades dos Estados Unidos, com um publico jovem, entre 20 e 25 anos. A primeira pergunta era: de onde vem a gasolina? 65% dos jovens responderam: dos postos de gasolina. Parece uma piada. Mas, encarando isso de forma séria, você percebe a falta de consciência desses jovens. Ou seja, o americano deixou de fazer uma opção pelo consumo mais sustentável e aderiu em massa o consumo de gasolina, sem ao menos avaliar a sustentabilidade desse gasto. Quando a pessoa entende quantas árvores caem para se construir uma casa e como ela se torna responsável pela transformação da natureza, pode também sentir vontade de ter outros hábitos. Isso inclui atitudes como a coleta seletiva de lixo ou a opção pelo transporte coletivo. A sustentabilidade está ligada a consciência do consumo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para o Ambiente Hoje&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-1642401581171142257?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/1642401581171142257/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=1642401581171142257' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/1642401581171142257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/1642401581171142257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/06/foto-divulgacao-o-ator-max-fercondini.html' title=''/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPpqeZvKYI/AAAAAAAABLQ/-RSOy7De-lY/s72-c/max.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-4974504161026807938</id><published>2009-06-13T14:49:00.002-03:00</published><updated>2009-06-13T14:56:49.486-03:00</updated><title type='text'>ESTUDIOSOS DEFENDEM EXPANSÃO DE COLETORES SOLARES PARA FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Foto COHAB &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPn51pLyGI/AAAAAAAABLA/x-NAFfO1xac/s1600-h/contagem.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346872163457288290" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 268px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPn51pLyGI/AAAAAAAABLA/x-NAFfO1xac/s400/contagem.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A popularização de aquecedores solares como alternativa para reduzir consumo de energia elétrica entre a população de baixa renda foi defendida na palestra “Uso e Aplicações da Energia Solar”, promovida pelo Centro Brasileiro para Desenvolvimento da Energia Solar Térmica - GREEN Solar em parceria com a Puc-Minas, nesta terça-feira (09/06). O encontro faz parte da programação da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Belo Horizonte, em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (05 de junho).&lt;br /&gt;Os professores de Engenharia de Energia, Alexandre Salomão e Luiz Guilherme Monteiro explicaram porque o país precisa investir em energias renováveis. Os estudiosos citaram os impactos de mudanças climáticas, as incidências de catástrofes naturais, a escassez de recursos fósseis, o aumento dos custos e da dependência externa de petróleo, sobretudo de regiões politicamente instáveis, como claros sinais de desgaste das fontes de energia não renováveis.&lt;br /&gt;De acordo com o engenheiro mecânico Alexandre Salomão, 77% da energia elétrica gerada no Brasil é obtida a partir de usinas hidrelétricas. Só a classe residencial usa 24,8% deste mercado e os chuveiros são responsáveis por 18% a 25% da demanda, registrados nos horários de picos de consumo de energia elétrica. “O uso da energia solar para aquecimento de água em residências reduz em 34,6% as contas de luz”, disse Salomão. O palestrante ressaltou que, no início, esse tipo de energia era acessível somente às classes A e B, principalmente pelos custos com instalação, em torno de R$ 7 mil reais, e que, atualmente, existem vários exemplos de uso por pessoas de baixa renda.&lt;br /&gt;O pesquisador Luiz Guilherme Monteiro fez referência aos conjuntos habitacionais na região metropolitana de Belo Horizonte, no bairro Sapucaias, em Contagem, onde cerca de 100 famílias, com renda de até três salários mínimos, foram beneficiadas com coletores solares e conseguiram grandes reduções nas contas de luz e o da Cohab (Companhia de Habitação Popular) em Betim, onde 300 casas foram favorecidas. “Esse é um dos mercados de maior crescimento mundial, livre de emissão de CO2 e pode promover a geração de empregos”. Monteiro também ponderou sobre o grande potencial de energia solar do Brasil e disse que o atual entrave para o aproveitamento dessa fonte, que é o alto custo da tecnologia utilizada, deve ser vencido nos próximos dez ou quinze anos.&lt;br /&gt;A programação da prefeitura inclui palestras, vídeos, debates, oficinas de educação ambiental e visitas orientadas a parques e estações de tratamento de água. Os interessados em participar podem obter informações junto a Gerência de Educação Ambiental – GEEDA, através do correio eletrônico: &lt;a href="mailto:geeda@pbh.gov.br" target="_blank"&gt;geeda@pbh.gov.br&lt;/a&gt; ou pelo telefone (31) 3277 5199.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - &lt;a href="http://www.amda.org.br/base/sp-nw?nid=5289"&gt;Exclusivo para o portal do Ambiente Hoje&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-4974504161026807938?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/4974504161026807938/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=4974504161026807938' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4974504161026807938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4974504161026807938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/06/estudiosos-defendem-expansao-de.html' title='ESTUDIOSOS DEFENDEM EXPANSÃO DE COLETORES SOLARES PARA FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPn51pLyGI/AAAAAAAABLA/x-NAFfO1xac/s72-c/contagem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-391064080147974471</id><published>2009-06-13T14:39:00.003-03:00</published><updated>2009-06-13T15:01:25.410-03:00</updated><title type='text'>FLORESTAS EM PERIGO</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Crédito da foto: banco de imagens do google &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPpBeXqdUI/AAAAAAAABLI/FEoCcJSSX9c/s1600-h/desmatamento.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346873394160366914" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPpBeXqdUI/AAAAAAAABLI/FEoCcJSSX9c/s400/desmatamento.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Um novo “Código Ambiental Brasileiro” ou permissão para desmatar? Esse é o atual impasse político-ambiental que o país enfrenta. De um lado, a força da bancada ruralista em defesa do setor agropecuário e dos proprietários rurais, de outro, os ambientalistas, temendo que, com a reforma, as formações florestais e seus ecossistemas sofram maiores perdas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em meio ao emaranhado de projetos de lei que tramitam na Câmara dos Deputados e no Senado para rever a legislação ambiental vigente, a discussão está longe de um consenso. Aumentando o poder de pressão da bancada ruralista, a senadora Kátia Abreu (DEM-TO) levou ao Congresso Nacional uma proposta da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Sociedade Rural Brasileira (SRB), sugerindo substituir o “Código Florestal” por um “Código Ambiental Brasileiro”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sancionado pelo governador Luiz Henrique da Silveira, o Código Ambiental do Estado de Santa Catarina ignora o atual Código Florestal e autoriza plantio ou construção a menos de trinta metros das margens dos rios. A medida tem servido de exemplo para ruralistas e aliados. Com base na nova legislação catarinense, a CNA e SRB defendem que outros estados e municípios também possam definir suas leis ambientais, levando em conta as diferenciações regionais. Além disso, pedem a possibilidade de recompor Áreas de Proteção Permanente (APPs) em qualquer lugar do país, e não apenas no mesmo bioma, e a recomposição de até 50% da Reserva Legal (RL) com espécies arbóreas exóticas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto, entidades ambientalistas e empresas do setor florestal, tais como o grupo Diálogo Florestal para a Mata Atlântica e o Pampa alertam que APPs e RLs são instrumentos extremamente importantes e que as alterações podem reduzir os seus benefícios ambientais. De acordo com a organização, o atual Código Florestal já permite flexibilizações, como a possibilidade de compensação de RL em outras propriedades, de se realizar atividades de baixo impacto nas APPs, além de autorizar a soma de áreas de APPs com RLs em pequenas propriedades. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As entidades defendem, ainda, que a proibição de desmatamento nas margens de rios, encostas e topos de morros e a manutenção do percentual de vegetação original nas propriedades rurais - 80% na Amazônia, 35% no Cerrado e 20% na Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A senadora e ex-ministra Marina Silva, em audiência pública realizada no Plenário do Senado (29/4), acusou os segmentos do agronegócio de tentarem confundir a sociedade, ao apontarem a legislação florestal em vigor como entrave para a expansão agrícola no país. Marina Silva considerou que, atualmente, o Código Florestal prevê a proteção das florestas, da biodiversidade e das margens dos rios, e que qualquer decisão precipitada trará reflexos no futuro do país e do planeta. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para discutir a questão, o próprio ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, se reuniu com parlamentares da bancada ambientalista do Congresso Nacional e com o movimento social dos agricultores familiares (20/05). O encontro resultou em um documento encaminhado ao presidente Lula, em defesa do Código Florestal Brasileiro. O movimento se posiciona contra as propostas da bancada dos ruralistas e propõe incentivos aos pequenos produtores, tais como pagamento por serviços ambientais e regularização fundiária de suas propriedades.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma pesquisa do Datafolha, realizada ao longo do mês de abril, por solicitação da entidade Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, apontou que 94% dos 2.055 brasileiros entrevistados em diferentes regiões do país, querem parar o desmatamento, mesmo que isso signifique abrir mão de mais produção agropecuária. A mesma pesquisa concluiu que 91% dos brasileiros querem “leis mais rigorosas, para dificultar o desmatamento”, enquanto apenas 4% desejam leis “menos rigorosas, para facilitar o desmatamento e anistiar produtores que estão na ilegalidade”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para o Ambiente Hoje&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-391064080147974471?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/391064080147974471/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=391064080147974471' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/391064080147974471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/391064080147974471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/06/florestas-em-perigo.html' title='FLORESTAS EM PERIGO'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPpBeXqdUI/AAAAAAAABLI/FEoCcJSSX9c/s72-c/desmatamento.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-375327154485138578</id><published>2009-06-13T13:29:00.010-03:00</published><updated>2009-06-13T14:48:33.464-03:00</updated><title type='text'>CO2: A MOEDA DO FUTURO</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Créditos de carbono indicam valores monetários para a poluição&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Foto por Freefotouk&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPhlP-90ZI/AAAAAAAABKw/m-7NrfqRqAM/s1600-h/co2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346865212680950162" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 268px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPhlP-90ZI/AAAAAAAABKw/m-7NrfqRqAM/s400/co2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Emissão de dióxido de carbono (CO2) e outros gases na atmosfera. Efeito estufa. Aquecimento global. Mudanças climáticas. Catástrofes “naturais” em todo o globo. A preocupação em torno das causas e conseqüências desses fatores deram origem aos Créditos de Carbono ou Redução Certificada de Emissões (RCE).&lt;br /&gt;A Organização das Nações Unidas (ONU) fez uma lista de 37 países considerados responsáveis pelo aquecimento global nos últimos séculos, uma vez que participaram da Revolução industrial ao longo de quase duzentos anos. Estas nações são obrigadas a reduzir suas emissões de CO2. O Protocolo de Kyoto, encontro que reuniu no Japão líderes de 160 nações, em 1997, fez um acordo de cotas para emissão de Gases do Efeito Estuga (GEE) com países da Europa Ocidental, da ex-União Soviética, Canadá e Japão.&lt;br /&gt;O Tratado de Kyoto entrou em vigor no dia 16 de fevereiro de 2005, quando estas nações se comprometeram a reduzir suas emissões a um percentual de 5,2%, relativo ao que emitiam no ano de 1990, para o período 2008-2012. O acordo estabeleceu que, exceto estas nações, incluídas no Anexo I do Protocolo, os demais países podem, caso queiram, reduzir emissões e, quando o fizerem, serão compensadas financeiramente através de créditos de carbono, utilizando o conceito de Carbono Equivalente.&lt;br /&gt;“Uma empresa na Bélgica, ou uma termoelétrica na Alemanha, por exemplo, que tenha débitos de emissões de gases e cotas para cumprir, paga uma empresa do Brasil que está gerando créditos de carbono e, assim, cumpre suas metas”, explica Milton Nogueira, secretário executivo do Fórum Mineiro de Mudanças Climáticas. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Fonte:Pacific Consultans Co, Ltd&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPeVSduQyI/AAAAAAAABKo/rnN1Mp1n2Wc/s1600-h/ciclo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346861639934034722" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 386px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPeVSduQyI/AAAAAAAABKo/rnN1Mp1n2Wc/s400/ciclo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O secretário ilustra que o crédito de carbono é um conceito para uma mercadoria virtual. “A atmosfera circula em torno da esfera terrestre. Portanto, para a atmosfera, tanto faz se uma tonelada de CO2 for retirada em Belo Horizonte, na Austrália ou na Polônia. Tudo o que for retirado é bom para atmosfera, seja onde for. Ou seja, se uma árvore for plantada aqui ou na Austrália para a atmosfera isso é bom da mesma forma”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O professor Gilberto Caldeira Bandeira de Melo, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Escola de Engenharia da UFMG, acrescenta que países em desenvolvimento - como o Brasil - não têm metas obrigatórias, mas podem comercializar através do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), um dos mecanismos de flexibilização criados pelo Protocolo de Kyoto.&lt;br /&gt;O MDL permite a venda de toneladas de CO2 aos países que assinaram o Tratado. “Para serem oficiais, as metodologias de desenvolvimento dos projetos de MDL devem ser aprovadas e validadas pela ONU”, enfatiza. Segundo o professor, a redução de cada tonelada de CO2 equivale a um crédito de carbono e dá direito à emissão de um certificado que pode ser comercializado no mercado. “Os créditos de carbono gerados pelos projetos de MDL são leiloados em bolsas de valores ou negociados, tendo, geralmente, o Banco Mundial como mediador e garantidor da operação”, diz.&lt;br /&gt;No entanto, Gilberto Caldeira adverte com relação às oscilações deste mercado. Para ele, além de afetado pela crise econômica, o mercado de carbono está sujeito à especulação no que se refere ao pós-2012, quando termina a vigência do compromisso de Kyoto. “A retração na produção e vendas diminui a poluição, o que gera também a queda no comércio de CO2. Outra questão é a incerteza quanto ao que será decidido na nova rodada de negociações sobre mudanças climáticas, que está marcada para dezembro deste ano”, diz.&lt;br /&gt;Em Copenhague, na Dinamarca, os resultados do Protocolo de Kyoto e as perspectivas de novas metas serão avaliados durante a 15ª Conferência da ONU Sobre Clima (COP-15). “Espera-se a adesão ao Protocolo dos Estados Unidos, um dos países que mais emite CO2, ou novos acordos que venham a substituí-lo, o que pode fazer reacender o mercado mundial de crédito de carbono”, considera o professor.&lt;br /&gt;De acordo com o Informativo da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Carbono (ABEMC), de maio de 2009, o mercado global de carbono faturou US$ 118 bilhões no ano passado. Apesar disso, o mercado regulado pelo Protocolo de Kyoto registrou, nos últimos meses, uma queda de cerca de 50%. O preço equivalente a uma tonelada de crédito de carbono caiu de 20 para 10 euros. Antes da crise mundial, o preço da tonelada de carbono era vendido por até 30 euros, ou cerca de US$ 40. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Fonte revista Biodisel&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPeVDXJxzI/AAAAAAAABKY/C54RGHRrfU8/s1600-h/projetos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346861635879946034" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 259px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPeVDXJxzI/AAAAAAAABKY/C54RGHRrfU8/s400/projetos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com o secretário executivo do Fórum Mineiro de Mudanças Climáticas Gerais,Milton Nogueira, Minas Gerais tem projetos de MDL ligados à suinocultura, eficiência energética (racionalização do uso de energia), florestamento e reflorestamento. Ele cita o Grupo Plantar, que usa carvão vegetal de florestas plantadas na produção de ferro gusa emáreas de Curvelo, Felixlândia e Morada Nova de Minas, e a Granja Becker, em Patos deMinas, que maneja dejetos animais para aproveitamento do gás metano e geração de energia.&lt;br /&gt;Já o professor Gilberto Caldeira Bandeira de Melo, da UFMG, fala de um exemplo maisrecente, de exploração do biogás gerado no aterro sanitário de Belo Horizonte, na BR-040,com a intenção de obtenção e comercialização das Reduções Certificadas de Emissões (RCE)junto à ONU. Conforme dados do projeto, a cada ano será possível evitar a emissão de 450mil toneladas de gases na atmosfera, o que equivale à produção de 450 mil RCE.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Foto de Georgiana de Sá&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPZy02FSAI/AAAAAAAABKA/m6_zSVWm0EI/s1600-h/professor.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346856649821079554" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 306px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPZy02FSAI/AAAAAAAABKA/m6_zSVWm0EI/s400/professor.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Professor Gilberto Caldeira explica como os créditos paralelos são negociados em bolsas de valores&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Chances do mercado paralelo de carbono&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os projetos que não são aceitos pelo Protocolo de Kyoto se incluem no mercado voluntário, que funciona em paralelo ao mercado regulado. “O sistema voluntário é Informal, ou seja, não é registrado na ONU, não está sujeito às regras do Protocolo de Kyoto e envolve entidades independentes que se responsabilizam por validar e verificar as reduções propostas”, diz Gilberto Caldeira. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este tipo de crédito, embora não possa ser negociado em qualquer mercado, mobiliza organizadores de projetos de redução e seqüestro de CO2, revendedores de créditos, corretores e compradores. Os créditos são negociados em bolsas de valores, como ocorre na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&amp;amp;F), de São Paulo, na Bolsa do Clima de Chicago (em inglês, Chicago Climate Exchange), nos Estados Unidos, ou em sua subsidiária na Europa, a Bolsa do Clima Européia (European Climate Exchange - ECX). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pessoas físicas também podem participar dos leilões ou comprar créditos de carbono por meio de intermediários (bancos, agentes) que atuem no mercado de licenças. Segundo um relatório divulgado em 20/05 último, por duas organizações norte-americanas do setor de mercado ambiental, Ecosystem Marketplace e New Carbon Finance, o valor total do mercado voluntário de CO2 dobrou em 2008, com o crédito de carbono sendo negociado a um preço médio de US$ 7,34/tCO.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O relatório também afirma que as negociações fora do Protocolo de Kyoto atingiram no ano passado 123 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2), o equivalente a US$ 705 milhões, quase o dobro de 2007, quando foram comercializadas 65 milhões de toneladas a um total de US$ 331 milhões. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Foto de Victor Oliveira&lt;/span&gt; &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPX75d3ZeI/AAAAAAAABJ4/8fpfmymMU5I/s1600-h/brasil.JPG"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346854606657250786" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 319px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPX75d3ZeI/AAAAAAAABJ4/8fpfmymMU5I/s400/brasil.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Brasil no mercado de créditos de carbono&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além do plantio de árvores, as compensações de emissões de carbono são provenientes de energia renovável e de projetos de eficiência energética. Existem atualmente 1.596 projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) registrados no Conselho Executivo da ONU.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo levantamentos divulgados pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), o Brasil é o terceiro maior desenvolvedor de MDL, com 158 projetos que geram 20 milhões de Créditos. O país só perde para a Índia, com 619, e para a China, com 411 projetos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Boletim do Escritório do Carbono da Firjan divulgou que a maior parte das atividades dos projetos registrados no Brasil está no setor energético. São 69 projetos de redução de gás metano, subdivididos em suinocultura, aterro sanitário e emissões fugitivas (projetos para evitar vazamentos de fluidos quimicamente perigosos). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tem apoiado projetos dentro do MDL no Brasil. O Banco criou fundos de capitalização para companhias que prestam consultas e apoio ao desenvolvimento sustentável e à eficiência energética. Em 23/03 último, o BNDS divulgou que o governo da Noruega destinou o equivalente a US$ 110 milhões (700 milhões de coroas norueguesas) ao Fundo Amazônia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com o informativo do BNDS, até 2015 será repassado US$ 1 bilhão, dinheiro que será destinado a financiamentos não reembolsáveis de ações que contribuam para prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento na Amazônia brasileira. A captação de recursos é baseada na efetiva redução de emissões de gases de efeito estufa para a atmosfera, decorrente das áreas desmatadas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Normalmente, os créditos de carbono são negócios que envolvem grandes corporações. Contudo, algumas iniciativas brasileiras mostram que esta pode ser uma atividade até mesmo para pessoa física. Um exemplo é o ‘Fundo Floresta Real’, investimento que atende ao modelo de MDL, criado pelo Protocolo de Kyoto, e permite a participação do investidor pessoa física. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Fundo foi criado pelo Banco Real e retorna ao cliente, além de rendimentos normais, os créditos de carbono em dinheiro. De acordo com a Assessoria de Imprensa do banco, o projeto consiste na restauração de 250 hectares da mata ciliar da Bacia do Rio Juquiá, onde estão sendo plantadas, inicialmente, 126 mil árvores de espécies nativas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A ação também gera renda local para a comunidade de São Domingos, no município de Registro, em São Paulo. A cada R$ 25.000,00 investidos e mantidos pelo período de três anos consecutivos, o cliente tem o direito de receber um valor em Reais correspondente a um Crédito de Carbono, pago com base na cotação da Bolsa ECX (European Climate Exchange), em vigor. O investidor receberá o valor equivalente aos seus 781 créditos de carbono. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Fundo, que possui aproximadamente 3.000 clientes, está fechado para novas aplicações porque atingiu seu limite de captação (R$ 250 milhões), mas o Banco Real planeja novos fundos de investimentos sustentáveis. Do total de CO2 que será capturado na atmosfera, 49.740 toneladas serão destinadas à neutralização das emissões do próprio banco e 10 mil toneladas serão vinculadas ao Fundo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Empresas e governos de países do Anexo I, que cumprem o protocolo de Kyoto, e investidores que apostam na valorização deste mercado são alguns dos compradores dos certificados adquiridos neste projeto. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Foto de Rodrigo Vieira Soares&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPVgxmkK7I/AAAAAAAABJw/YXxzE78v7wo/s1600-h/assentamentos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346851941666532274" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 267px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPVgxmkK7I/AAAAAAAABJw/YXxzE78v7wo/s400/assentamentos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Assentamentos do Incra lideram o ranking de desmatamentos na Amazônia &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Políticas contraditórias&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto o país se destaca em terceiro lugar na venda de créditos de carbono no mercado mundial, um órgão ligado ao governo recebe o título de maior desmatador da Amazônia. Uma pesquisa encomendada pelo próprio Ministério do Meio Ambiente (MMA), em setembro de 2008, ainda na gestão ministerial da senadora Marina Silva, apontou o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) como responsável por mais de 220 mil hectares de devastação da Amazônia.&lt;br /&gt;De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), entre 100 desmatadores, as seis primeiras posições do ranking foram do Incra, que desmatou mais de 220 mil hectares no Mato Grosso. Outras áreas desmatadas pelo Incra também apareceram em 40º e 44º lugares da lista, totalizando 292.070 hectares em oito assentamentos. Em razão disso, as multas impostas ao Instituto chegaram a R$265,5 milhões.&lt;br /&gt;Criticando a pesquisa, o Incra solicitou novos levantamentos. Para atender ao pedido, o Ibama realizou auditoria usando imagens do satélite Prodes, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A nova medição, publicada pelo jornal O Globo, em março último, revela que o desmatamento na Floresta Amazônica foi de 330.290 hectares, 57.890 hectares a mais que o calculado antes. Conforme os técnicos do Ibama, os assentamentos desmataram sem autorização de órgão ambiental, impediram a regeneração de floresta primária e não tinham licença ambiental.&lt;br /&gt;Além disso, o jornal O Globo divulgou que "o laudo derruba um dos principais argumentos do presidente do Incra, Rolf Hackbart, de que os desmatamentos eram antigos. Apesar de os assentamentos terem sido criados na década de 90, o Ibama concluiu que 59% dos desmatamentos aconteceram depois de 2002”. Foi destaque o exemplo do projeto de Assentamento Boa Esperança I, II e III, no município de Nova Ubiratã, Mato Grosso, que teve 80% de seus 15.620 hectares desmatados entre 2002 e 2007. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo pra o Ambiente Hoje&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-375327154485138578?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/375327154485138578/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=375327154485138578' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/375327154485138578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/375327154485138578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/06/co2-moeda-do-futuro.html' title='CO2: A MOEDA DO FUTURO'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPhlP-90ZI/AAAAAAAABKw/m-7NrfqRqAM/s72-c/co2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-3808337338661014446</id><published>2009-06-13T13:18:00.004-03:00</published><updated>2009-06-13T13:29:17.294-03:00</updated><title type='text'>O canto aprisionado dos pássaros</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Por Ricardo Jayme&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPTSKRPRPI/AAAAAAAABJo/RjUyEAzxlc0/s1600-h/passaro.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346849491566675186" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 289px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPTSKRPRPI/AAAAAAAABJo/RjUyEAzxlc0/s400/passaro.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Instituto Estadual de Florestas – IEF concluiu o processo administrativo instaurado para o engenheiro e chefe de sua Agência em Caratinga, no Leste do Estado, Bauer Machado de Moraes. Bauer havia sido detido pela Polícia Militar de Meio Ambiente – PMMA, em novembro de 2007, por manter cativos 84 pássaros em sua casa, além de possuir alçapões, anilhas e gaiolas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;O resultado do processo administrativo, que saiu em abril último, isentou o servidor de qualquer punição administrativa. “Para o caso em epígrafe, há um abismo entre o servidor do IEF e o cidadão Bauer Machado de Moraes, pois, na eventual hipótese da prática ilegal da criação de pássaros, não houve, em momento algum, a participação do citado servidor, mas do cidadão”, descreve a síntese do documento. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A comissão entendeu que não houve ligação entre a criação de pássaros e o uso da estrutura ou horário de trabalho do IEF para a prática ilegal. Também não encontrou na Lei Estadual 869/1952, em que se firmou o processo, algum tópico que servisse para enquadrá-lo, razão pela qual Bauer foi isento de qualquer punição. A conclusão foi assinada pelos três membros da comissão e homologada pelo diretor geral do IEF, Humberto Candeias.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na época do fato, o laudo da bióloga Claurimeire Cristina Miranda, que acompanhava a PMMA na operação, comprovou maus-tratos aos pássaros. Um sabiá e um trinca-ferro foram encontrados com fraturas nas pernas e paralisia parcial. O gerente do núcleo do IEF de Caratinga, Alcides Leite de Matos, alegou que Bauer era um criador de pássaros e não um comerciante. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Embora tenha sido considerado livre de penalidades administrativas pelo IEF, Bauer, que ainda trabalha na Agência do órgão em Caratinga, aguarda a conclusão dos processos criminais, em andamento no Juízo da Comarca daquele Município. O acusado responde por crime contra a fauna e por porte ilegal de arma. Bauer foi procurado pela reportagem do AMBIENTE HOJE, via telefone, e não quis se pronunciar sobre o assunto, articulando apenas que este é um fato que faz parte do passado.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Não é a primeira vez que Caratinga, região rica em espécies da fauna, algumas ameaçadas de extinção, é foco desse tipo de ocorrência. O biólogo e conselheiro da Amda, Francisco Mourão, lembra que há 15 anos atrás, a Amda denunciou em Caratinga, um comerciante de pássaros, que expunha, abertamente, em sua loja, vários pássaros da fauna brasileira. “Foi armada uma batida policial, com mandado judicial, para o dia seguinte. Quando a Polícia Florestal chegou ao local, na época não existia ainda Polícia Ambiental, o proprietário havia recolhido todos os pássaros. Com certeza a informação vazou”, recorda.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Conforme relatório da ONG Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Renctas), a venda ilegal de animais silvestres no Brasil movimenta R$2 bilhões por ano. De acordo com dados do Ibama, o Brasil participa desse mercado com até 38 milhões de espécimes coletados na natureza anualmente. Esse tipo de tráfico só perde para o de armas e de drogas. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Um artigo do site ‘Canto e fibra’ adverte que cerca de dez milhões de brasileiros mantêm cativos, ao menos, um animal da fauna nativa. O artigo também informa que os fiscais do Ibama lavraram, em 2007, 5.633 autos de infração, referentes à fauna silvestre, sem que um único infrator tenha ficado preso. O que torna caçar e traficar espécies nativas um crime que compensa.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para o Ambiente Hoje&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-3808337338661014446?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/3808337338661014446/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=3808337338661014446' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/3808337338661014446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/3808337338661014446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/06/o-canto-aprisionado-dos-passaros.html' title='O canto aprisionado dos pássaros'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SjPTSKRPRPI/AAAAAAAABJo/RjUyEAzxlc0/s72-c/passaro.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-1521663492802885018</id><published>2009-05-30T00:43:00.003-03:00</published><updated>2009-05-30T00:49:44.538-03:00</updated><title type='text'>Afinada com o meio ambiente</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Fotos: Aquivo Marina Machado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SiCsdhguS9I/AAAAAAAABJg/q-eaDGNBwhg/s1600-h/marina1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 266px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SiCsdhguS9I/AAAAAAAABJg/q-eaDGNBwhg/s400/marina1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5341458781273213906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Entrelaço de talento musical e preservação da natureza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dona de uma voz suave, a cantora e compositora Marina Machado, 36, desponta como mais uma revelação da música mineira. Sempre em boa companhia, integrou como vocalista as bandas Jota Quest e Tianastácia, fez parcerias com Mauricio Tizumba, Marku Ribas, Max de Castro e Lô Borges. Aprovada pelo público e pela crítica, a canção “Secador, Maçã e Lente”, de autoria de Érika Machado, fez sucesso nas rádios e entrou para o CD “Marina 6h da Tarde” (2002), que lhe rendeu o título de melhor cantora de Minas Gerais. Seu mais recente disco, “Tempo Quente”, foi lançado por Milton Nascimento e conta com participações de Samuel Rosa e Seu Jorge, além do próprio Milton, que faz dueto em uma das canções. Além da inusitada rima, o que “Secador, Maçã e Lente” têm haver com meio ambiente? Tem tudo haver. A intérprete da canção cresceu aprendendo a respeitar o patrimônio natural de Minas e explica, nesta entrevista ao Ambiente Hoje, porque a valorização ambiental é responsabilidade de todas as gerações.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Antes da música, você foi atleta, recordista dos 200m de nado peito. A sua biografia oficial registra sua paixão pela água e pela Serra do Cipó, onde passou parte da infância. Qual é a importância de se preservar as nascentes do Parque?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O ser humano vai se extinguir desse planeta se não houver uma proteção urgente aos recursos naturais do Planeta. A Serra do Cipó é um oásis do mundo. A região possui espécies de plantas que não poderiam ser encontradas em nenhum outro lugar, além de vastos mananciais. O Homem, de modo geral, necessita entender que praticamente tudo nesse planeta tem água em sua composição e se conscientizar da importância de preservar nascentes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que você acha da educação ambiental nas escolas brasileiras? Conhecimentos de preservação da água, dos recursos naturais e de consumo consciente, ensinadas às crianças nas escolas, podem mudar o futuro do planeta?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Percebo que as crianças de hoje têm mais consciência que os adultos. São elas que estão ensinando em casa, ou seja, já existe um tímido programa de conscientização nas escolas. Ainda assim, falta muito para impedir a extinção da espécie humana. Confesso que essa previsão me deixa muito entristecida. Os governos deveriam criar legislação que obrigasse canais televisivos a tratar e discutir com mais freqüência questões ambientais e outros assuntos, importantíssimos para o planeta. A TV é grande responsável pela formação cultural do povo e, priorizando fofocas e assuntos que não têm a menor importância, contribui para a ignorância do telespectador. Na hora do ‘vamos ver’ vai ser um arrependimento geral. Os índios têm sabedorias que o homem civilizado ainda não conquistou. Porque não ouvimos mais o povo indígena ao invés de devastá-los? Eu vi uma matéria com Washington Novaes, que produziu a série ‘Xingu’. Segundo o jornalista, duas décadas depois de seu primeiro documentário, várias tribos brasileiras estão sendo extintas porque os ‘homens brancos’ estão contaminando rios nas proximidades das reservas, com atividades de mineração. O conforto que a modernidade oferece é bom, mas têm de haver limites. Gosto mesmo é daquele poema da Adélia Prado que fala assim: “O homem branco chegou no Brasil, fazia um dia de chuva, então o homem vestiu o índio, que pena, antes fosse um dia ensolarado e o índio tivesse despido o homem branco”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Seus pais, Oswaldo e Rosélia, estão atrelados à postura ambientalista, em razão disso, deve ter sido educada com entendimento do valor da natureza. Em sua opinião, o Brasil é um país que se caracteriza por ausência de preocupação com o meio ambiente? &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Cresci na Serra do Cipó e, mesmo em Belo Horizonte, passei parte da infância em um condomínio, onde aprendi a compartilhar e cuidar de uma enorme área verde, junto com outras crianças (meus amigos até hoje). Ou seja, cresci ao ar livre. Aprendi a apreciar a lua, a reconhecer o valor das pedras do rio Cipó (íntimas como a palma da minha mão), amar uma subida no pé de jabuticaba, o pôr-do-sol, o céu de estrelas. Por isso, lamentei profundamente as modificações ambientais e a interferência humana na Serra do Cipó, que foi se enchendo de muros e impedindo a própria população local de ter acesso ao rio. Essa exploração na Serra serve como exemplo de um Brasil que ainda mantém postura de país colonizado. Os brasileiros querem ter, comprar, comprar e comprar, imitando o país mais ridículo do mundo, os Estados Unidos. O que adianta ter duzentos pares de sapato da loja tal, da marca tal, se daqui a algum tempo todos vamos virar pó? Parece que as pessoas não acreditam que um dia isso de fato ocorra. No caso do Brasil, que é um país com extensa área territorial e abundante em recursos naturais, tenho a impressão de que o povo não acredita que podemos ser atingidos por catástrofes naturais. As pessoas não crêem que a natureza um dia vai reagir às degradações ambientais. Então, voltamos à questão da educação ambiental, à necessidade de informação. Para que o povo brasileiro perceba o que é verdade e o que é mito necessita entender assuntos complexos, difíceis e pouco estudados, como ecologia e política. Matérias que se tornam ainda mais desmotivantes por causa da corrupção, grande mal do ser humano. Esse ciclo de corrupção política e ignorância do povo é uma tristeza. Se um artista fosse lançar um CD de canções só com esses temas, provavelmente seria um fracasso. A situação ao redor do mundo, em geral, está ruim e a maior parte das pessoas se interessa por outros assuntos. A maioria quer mesmo é esquecer os problemas. &lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SiCr3dKU46I/AAAAAAAABJY/rDuTXjLQQq0/s1600-h/marina2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 267px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SiCr3dKU46I/AAAAAAAABJY/rDuTXjLQQq0/s400/marina2.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5341458127270503330" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Acredita que medidas simples podem ser adotadas no dia-a-dia do cidadão para ajudar na preservação ambiental? Conhece bons exemplos?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sim. O cuidado com a natureza é responsabilidade de todos, pelos menos daqueles que amam a vida. Poderíamos alcançar mudança de atitudes com o entendimento coletivo daquela lógica que citei no começo, de que é importante que o ser humano compreenda que a água é essencial e está presente em quase tudo, que sem ela a vida não existiria. Com essa concepção, a sociedade poderia atuar mais ecologicamente. Eu, por exemplo, estou reciclando tudo na minha vida. Não guardo absolutamente nada que não tenha serventia. Adoro moda, mas reduzi o número de roupas promovendo um bazar (roupa também é água!). Para restringir o uso do transporte individual me mudei para meu estúdio e circulo menos no trânsito de BH. Chego a ficar três dias sem sair de carro porque prefiro resolver tudo no bairro a pé. Além disso, abomino lavar louça, limpar calçada com mangueira ou escovar os dentes com água jorrando sem parar. É difícil acreditar, mas no bairro onde moro ainda não tem coleta seletiva. Então, faço por conta própria. Separo o lixo seco do molhado e levo pessoalmente para reciclagem. Outro dia, plantei uma árvore na calçada, em frente de casa. Que pena! Arrancaram! Ela deve ter atrapalhado um pouco a passagem de alguém. Espero que essa pessoa ainda se arrependa do que fez. Quanto aos bons exemplos de responsabilidade ambiental, posso citar pessoas da relação de meu pai, mas das quais também me tornei fã, como a Danielle de Mitterrand (guardiã das águas), da Fundação France Libertes, o pessoal do Manuelzão, a Magda Coutinho, que com o Projeto Querubins reflorestou a Praça JK (BH), o grupo de teatro Armatrux, fundado por meu irmão Eduardo Machado e minha comadre Paula Manata, que utiliza a arte para contribuir, principalmente, com a educação ambiental. Enfim, quando o assunto é proteção do meio ambiente, cada um deve fazer um pouco, assim não tem jeito de um ou outro tirar vantagem de alguma situação e sair dizendo: Ah! Fui eu quem fez isso pela natureza. Eu sou o maior.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Você é esperançosa quanto ao futuro da raça humana no planeta?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Confesso que sou sensibilidade pura e acho que temos que ser positivos sim! Mas, fico deprimida com essa possibilidade de talvez não termos tempo suficiente para garantir a sobrevivência humana na Terra. Tenho meus afilhados amados e muitos ‘amiguinhos’ queridos. Eu me preocupo com o futuro deles. Essa moda que inventaram, de que tudo que pensamos se materializa, é legal. Então, quero pensar que vai dar tudo certo. Apesar disso, creio mais ainda em comportamentos positivos. Entendo que, se nos unirmos, se fizermos algo rápido, poderemos mudar o futuro do homem e do planeta. Contem comigo!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para o jornal Ambiente Hoje - Edição 2008&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-1521663492802885018?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/1521663492802885018/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=1521663492802885018' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/1521663492802885018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/1521663492802885018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/05/afinada-com-o-meio-ambiente.html' title='Afinada com o meio ambiente'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SiCsdhguS9I/AAAAAAAABJg/q-eaDGNBwhg/s72-c/marina1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-6672040917018091589</id><published>2009-05-30T00:34:00.006-03:00</published><updated>2009-05-30T00:42:57.361-03:00</updated><title type='text'>RIOS QUE VOAM</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto de Margi Moss&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SiCqMGkZV8I/AAAAAAAABJQ/_d_QKKMjEI8/s1600-h/gerar%2520moss.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 268px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SiCqMGkZV8I/AAAAAAAABJQ/_d_QKKMjEI8/s400/gerar%2520moss.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5341456282959828930" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Expedição aérea investiga a relação do desmatamento na Amazônia com as mudanças climáticas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da expedição “Brasil das Águas”, que mapeou a qualidade dos rios do país, o ambientalista Gérard Moss está mais uma vez usando tecnologia como solução para o meio-ambiente. Há mais de um ano, o piloto sobrevoa o Brasil dentro de uma pequena aeronave, acompanhando o deslocamento das massas de ar que transportam vapor de água de norte a sul do País. De Belém até o interior do Amazonas – e nas zonas centrais do Brasil, Gerard coleta amostras de gotas de água que são arrastadas por correntes de ar. O nome do projeto é “Rios Voadores” e está possibilitando aos cientistas investigar a origem das chuvas no Centro-Oeste, Sudeste e no Sul do Brasil e sua relação com os desmatamentos na Amazônia. Para conseguir diferenciar a composição do ar em diferentes camadas atmosféricas, a coleta geralmente ocorre entre 500 e dois mil metros acima do nível do mar, em tubos de 40 centímetros, contendo uma pequenina gota de água. Nesta entrevista ao AMBIENTE HOJE, o desbravador aéreo fala do experimento pioneiro, que pode ser capaz de desvendar alguns mistérios das alterações climáticas.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como foi sua experiência com o Projeto anterior “Brasil das Águas”? E porque, agora, os “Rios Voadores”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No “Brasil das Águas” foi possível percorrer todo o país coletando amostras de água doce a bordo de um avião anfíbio. O resultado do trabalho mostrou a importância de proteger os recursos hídricos do país, que é preciso tratar com urgência esgotos industriais e domésticos, controlar o desmatamento que causa assoreamento dos rios e reabastecer os lençóis freáticos. “Rios Voadores” é um projeto diferente. Estamos tentando estabelecer a relação que existe entre a umidade da Amazônia e o estoque de umidade para outras regiões do Brasil. Queremos entender melhor as origens, tanto das grandes tempestades, que têm gerado conseqüências cada vez mais desastrosas para boa parte da população, quanto dos extensos períodos de seca que atingem parte do país. Vamos tentar identificar e quantificar esses fenômenos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como os resultados do projeto podem ter impacto de melhoria na sociedade? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo da expedição é mostrar como correntes de ar carregadas de umidade saem da região amazônica e afetam o nível hídrico no sul e sudeste do Brasil. Os resultados podem comprovar cientificamente que existe relação entre os rios Voadores, os desmatamentos na Amazônia e as alterações climáticas. Toda essa discussão pode mudar a cabeça das pessoas, ajudando-as a imaginar um rio que não da para ver na atmosfera, mas que existe e é muito importante. Resguardar os rios e as florestas é solução para os problemas ambientais da atualidade. O estudo destes fenômenos pode aproximar a população dos grandes centros urbanos das questões relacionadas ao meio ambiente que as afeta diretamente. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Foto Rios Voadores&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SiCpx9XJlzI/AAAAAAAABJI/LL3BQkFVAnU/s1600-h/rios+que+voam.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SiCpx9XJlzI/AAAAAAAABJI/LL3BQkFVAnU/s400/rios+que+voam.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5341455833811752754" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nesta questão conscientização da sociedade com relação à defesa do meio ambiente, o que o cidadão pode fazer em termos práticos para cuidar das águas e das florestas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fundamental que cada cidadão saiba que exerce um impacto sobre o planeta e que tem a responsabilidade de cuidar dos recursos naturais disponíveis. Não adianta apenas criticar o governo, cada um tem de se perguntar: O que eu posso fazer para diminuir o impacto na natureza? Pensar se é possível consumir um pouco menos e refletir sobre questões como o uso da água e reciclagem do lixo. Cada um em casa, ou na escola, pode ajudar para um consumo sustentável. Consumir com inteligência e racionalidade certamente diminui a pressão sobre o meio ambiente.  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Com base nas pesquisas já realizadas, quais são as conseqüências do desmatamento na Amazônia e que pode ser feito para evitá-lo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O corte de uma árvore de grande porte na Floresta atinge não só a Amazônia, mas outras regiões, já que a água que essa árvore deposita na atmosfera é transportada pelos ventos. Entre todos os problemas que a Amazônia sofre hoje - madeireiros ilegais, plantio de soja etc. - o maior avanço do desmatamento na região é causado pela agropecuária, atividade que precisa ser combatida com mais convicção. Tem mais gado que gente na Amazônia. São mais de 75 milhões de cabeças de gado bovino na Amazônia. Se fossemos contabilizar os lucros relacionados às atividades ligadas à agropecuária, envolvendo o custo real da terra, os impostos, os custos ambientais, as ameaças de escassez de água e mudanças climáticas, concluímos que a atividade não tem lucratividade alguma. Para mim, hoje, a grande questão é: não deveríamos ter criação de gado na Amazônia. Temos outras regiões do Brasil onde essa atividade pode ser realizada. O Brasil é um país que tem recursos inimagináveis. Mas, na questão ambiental, é preciso pensar que o melhor, o mais prático, barato e inteligente é evitar danos ambientais. Não adianta gastar bilhões de reais depois, para tentar reparar danos que podem ser impedidos. Os esforços devem ser para evitar estes danos. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Alguns especialistas prevêem um cenário de savanização na Amazônia. Como você avalia este risco?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há dúvida de que processo pode ocorrer. A Amazônia não tem um bioma único. A região não é uniforme e possui vários tipos de biomas florestais. A região leste é mais propícia à savanização. Eu não sou cientista, não sou especialista neste assunto, mas ouvindo meus colegas pesquisadores, o que me assusta muito é o fato de que à medida que a floresta perde umidade fica mais vulnerável. Tivemos o exemplo da estiagem e da baixa umidade do ar que causaram incêndios no Rio Branco, no Acre, em 2005. Neste caso, a umidade natural da mata não conseguiu controlar as queimadas. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Por Georgiana de Sá para o jornal Ambiente Hoje&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-6672040917018091589?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/6672040917018091589/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=6672040917018091589' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/6672040917018091589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/6672040917018091589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/05/rios-que-voam.html' title='RIOS QUE VOAM'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SiCqMGkZV8I/AAAAAAAABJQ/_d_QKKMjEI8/s72-c/gerar%2520moss.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-8791900546279930478</id><published>2009-05-29T23:48:00.014-03:00</published><updated>2009-05-30T00:31:24.680-03:00</updated><title type='text'>FLORESTAS DEVASTADAS EM DEBATE</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Foto de Ana Cotta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SiCnaI0CClI/AAAAAAAABJA/W47IbmlEODQ/s1600-h/desmatamento.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 288px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SiCnaI0CClI/AAAAAAAABJA/W47IbmlEODQ/s400/desmatamento.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5341453225545566802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O mundo perde 13 milhões de hectares de florestas por ano, segundo dados da FAO (Órgão da ONU para Agricultura e Alimentos). De acordo com o Atlas da Mata Atlântica, da vegetação original deste bioma no Brasil, 93% já foram devastados. Em Minas Gerais, o Estado perdeu mais de 80% de vegetação nativa. Se para investidores estes são indicadores de desenvolvimento e saúde econômica, para os que lutam em prol das causas ambientais o desmatamento acelerado representa não só o declínio das sociedades humanas, mas uma praga para os ecossistemas.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Devastar ou preservar? O dilema da gestão florestal estimula o surgimento de novas plataformas políticas e planos de reformas de leis vigentes. Em Minas Gerais, o Projeto de Lei (PL) 2.771/08, altera dispositivos da Lei Florestal (Lei 14.309, de 2002, e artigo 7º da Lei Delegada 125, de 2007) para resguardar remanescentes florestais nativos.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;As regras para o setor empresarial, de substituir o consumo de carvão de matas nativas por carvão de florestas plantadas, é uma pendência que se arrasta há décadas no Estado. Com a aprovação do PL, as empresas terão de reduzir o consumo de carvão de floresta nativa até o máximo de 5% em 2017. O cronograma de redução estabelece que, entre 2013 e 2016, o percentual máximo será de 10% e que novas empresas que se instalarem no Estado terão de comprovar o uso 95% de matéria prima proveniente de florestas plantadas.  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Entre as principais novidades estão o maior controle do consumo de carvão vegetal originado de matas nativas e a aplicação de critérios mais onerosos para a cobrança da reposição florestal. Conforme o relator da matéria, o deputado Fábio Avelar, haverá prestação de contas trimestrais e quem romper o limite de consumo de carvão estará sujeito a multas. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A superintendente executiva da Amda, Maria Dalce Ricas, considera que as alterações sinalizam um avanço de gestão ambiental em Minas, uma vez que a Lei 14.309 permite o consumo de até 100% de carvão de origem nativa. No entanto, na opinião da superintendente, o ideal seria que o desmatamento fosse inteiramente proibido em áreas prioritárias para a preservação da biodiversidade, independente de sua finalidade. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Durante audiência pública que discutia o PL 2.771/08, (24/03), Maria Dalce propôs que o governo instituísse uma estratégia de ‘Desmatamento Zero’, como forma de assegurar a conservação das áreas originais de vegetação nativa que ainda restam no Estado. Sobre o tema proposto, o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), José Carlos Carvalho, em apresentação na Assembléia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), (16/04), disse que, no momento, as ações priorizam a redução da supressão de vegetação nativa e a ampliação de áreas de recomposição florestal. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;José Carlos garantiu que os licenciamentos para a supressão de vegetação nativa no Estado devem diminuir numa extensão maior que a do ano anterior. “Progressivamente, vamos reduzir o desmatamento, tendendo a zero. O que evitamos é utilizar a expressão desmatamento zero. Preferimos trabalhar com o conceito de balanço zero. Um balanço tendendo a zero, para depois ter um balanço positivo”, justificou.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O secretário disse, ainda, que as Superintendências Regionais de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável farão, simultaneamente, acompanhamento das condicionantes e relatórios periódicos dos cumprimentos destas. A Semad promete disponibilizar essas informações também via internet.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Após a divulgação do balanço de ações ambientais da Semad, (16/04), Maria Dalce Ricas relacionou incongruências do Projeto Estruturador de Conservação do Cerrado e Recuperação da Mata Atlântica. Como exemplo, citou um caso recente de autorização para construção de uma estrada que liga a MG 030 à BR 040, onde boa parte da Mata Atlântica, em estado avançado de regeneração, já foi derrubada. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quanto ao cerrado, Dalce disse que a Amda contabilizou, de janeiro até hoje, 59 autorizações ambientais concedidas para fabricação de carvão a partir de vegetação nativa. “Obviamente a maior parte está concentrada no norte do Estado. Devagarzinho, devagarzinho, o cerrado está sendo jogado no chão”, lamentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto arquivo Instituto Xopotó&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SiCnPs2oDuI/AAAAAAAABI4/j9oHJUHNaPQ/s1600-h/FOTO+1.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SiCnPs2oDuI/AAAAAAAABI4/j9oHJUHNaPQ/s400/FOTO+1.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5341453046241562338" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESPERANÇAS PARA UM CONVÍVIO SUSTENTÁVEL COM AS FLORESTAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “Bolsa Verde” é uma proposta de pagamento aos produtores rurais por serviços ambientais prestados e faz parte do Projeto de Proteção da Mata Atlântica do Estado, o Promata-MG. De acordo com a diretora de Áreas Protegidas do IEF, Nádia Aparecida Silva Araújo, o “Bolsa Verde” tem o objetivo de ampliar e conservar áreas florestais nativas. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Segundo Nádia, em 2008 foi destinada a quantia de R$ 1.200.000,00 para o programa e, em 2009, foi reservado o valor de R$1.500.000,00. “Em 2008 os repasses foram realizados através de projeto piloto em parceria com ONG’s e prefeituras. Para o ano de 2009, além do ‘Bolsa Verde’ estar em fase de regulamentação, com alteração prevista para o segundo semestre, estamos mantendo parcerias firmadas em 2008”.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo é o “Projeto Agente Ambiental”, do Instituto Xopotó, em áreas remanescentes da Mata Atlântica, nas nascentes do rio Doce. Desde outubro de 2008, o Xopotó está promovendo geração de trabalho e renda com preservação ambiental para cerca de 200 famílias de 20 pequenos municípios das regiões Centro e Zona da Mata mineira. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A região é rica em recursos naturais e humanos, mas possui um dos menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do país e, para aqueles que ainda não estão inseridos no projeto, a lista de espera é grande. De acordo a com a Assessoria de Comunicação da organização, as nascentes estão sendo cercadas e reflorestadas, para que, em seguida, os proprietários passem a receber a ‘Bolsa Verde’. Conforme o Instituto, o início do pagamento para o projeto está previsto para 2010 e o valor ainda passa por avaliação.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Márcia Eléia &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SiClwIxAt6I/AAAAAAAABIo/u93SJGAdSEw/s1600-h/siderurgico.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 264px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SiClwIxAt6I/AAAAAAAABIo/u93SJGAdSEw/s400/siderurgico.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5341451404466763682" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;SETOR SIDÚRGICO RESISTE AO MONITORAMENTO ELETRÔNICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visto como a garantia de fazer valer as mudanças na legislação florestal, o monitoramento eletrônico tem recebido críticas do setor de ferro-gusa. Também previsto na PL 2.771/08, o monitoramento foi instituído pelo Decreto Estadual 45016/09 e obriga consumidores de carvão vegetal de essência nativa, plantada de eucalipto, ou manejada, a arcarem com os custos da instalação do serviço. Quem não se adaptar pode ser penalizado com multa que varia de R$ 50 mil a R$ 500 mil. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em seu aspecto positivo, o monitoramento possibilita identificar cargas de outros estados, de áreas autorizadas ou de desmatamento clandestino. Os veículos serão monitorados por satélite, e um chip permitirá o acompanhamento da trajetória da carga identificando pontos desde a origem até o destino.  Entretanto, os produtores de ferro gusa, maiores consumidores de carvão vegetal, alegam que estão vivendo uma crise e que pagar por estes serviços vai onerar ainda mais o setor. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em nota, a Assessoria de Comunicação da Semad/IEF informa que a decisão foi construída a partir de ampla discussão entre o Instituto Estadual de Florestas (IEF), a Associação Mineira de Silvicultura (AMS) e o Sindicato da Indústria do Ferro de Minas (Sindifer). De acordo com o IEF, o custo do monitoramento representa 0,45% do valor da tonelada de gusa, isso em tempos de crise, e elimina despesas atuais, como guias de transporte, prestação de contas, apresentação documental e informação diária da entrada do carvão nas indústrias consumidoras. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O IEF desenvolve estudos desde 2003 para modernizar o sistema de controle, já que é de conhecimento público que a atividade possui histórico de acobertamento de carvão de origem nativa em Minas Gerais. “Notas fiscais de outros estados da federação são apenas algumas das formas que alguns produtores, transportadores e consumidores, se utilizam para driblar a fiscalização, promovendo e incentivando desmatamentos clandestinos e sonegando pagamento de taxas e tributos fundamentais para manutenção e ampliação da base florestal”, justifica a nota.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Também presente na exposição da Semad na ALMG, (16/04), o gerente de meio ambiente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Wagner Costa, ponderou sobre a questão das novas regras e padrões ambientais. “A adaptação no setor industrial muitas vezes depende de condições tecnológicas e de recursos financeiros a tempo e à hora. Às vezes fico pensando que talvez a gente hoje não estivesse mais precisando de política ambiental. Nós estamos precisando é de política industrial, para que as indústrias possam se desenvolver atendendo as condições ambientais”, opinou.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Foto de Tatiana Cardeal&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SiClSh2rtKI/AAAAAAAABIg/ehUJdNievz8/s1600-h/amazonias.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 395px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SiClSh2rtKI/AAAAAAAABIg/ehUJdNievz8/s400/amazonias.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5341450895805363362" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;ALTERAÇÕES CONFLITUOSAS NO CÓDIGO FLORESTAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Frente Parlamentar da Agropecuária, formada por 208 deputados federais e 35 senadores, quer reformular o Código Florestal Brasileiro. Mesmo já tendo sofrido alteração por medida provisória durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, a Lei nº 4.771 está em vigência no país desde 1965. Em seu texto atual define áreas obrigatórias de reservas legais em propriedades rurais, que variam de acordo com a região e o bioma. Os percentuais de vegetação nativa que devem ser preservados dentro da propriedade são de 80% na região Amazônica, 35% nas regiões de Cerrado e 20% nas demais áreas.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, tramitam cerca de 20 propostas no Senado e na Câmara para tentar modificar o atual Código Florestal Brasileiro. No entanto, o PL 6424/2005, do senador Flexa Ribeiro, que já sofreu 19 emendas parlamentares, pode ser o pontapé inicial rumo à radical mudança prometida pela bancada ruralista. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O PL 6424, que já passou pelo senado e está na câmara dos deputados para ser votado, permite que 30% da área da propriedade destinada à reserva legal possa ser reflorestada com espécies exóticas incluindo palmáceas, e que a compensação de reserva legal ocorra em outra bacia, no mesmo estado e bioma. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um manifesto encabeçado por 15 ONG’s, entre elas a WWF – Brasil e Greenpeace, denuncia que, na prática, dispositivos como estes representam a redução da Reserva Legal na Amazônia para 50%, uma vez que o uso de espécies exóticas reduz funções ecossistêmicas das florestas nas propriedades privadas.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes também deseja a alteração da legislação florestal. Em recentemente encontro com os deputados e senadores que compõem a Frente Parlamentar da Agropecuária, o ministro apresentou documento com dez itens. Dentre as propostas, o ministro defende a produção agrícola em Áreas de Preservação Permanente (APPs) em várzeas, topos de morros e encostas e a inclusão das áreas de Reserva Legal dentro APPs. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Outro contra-senso foi à sanção do Código Ambiental de Santa Catarina, pelo governador Luiz Henrique da Silveira, (13/04), reduzindo a área de proteção de matas ciliares (nas margens dos rios), de 30 para cinco metros. O Estado, que recentemente sofreu alagamentos catastróficos relacionados ao mau uso do solo, está regularizando desmatamentos em matas ciliares para beneficiar a produção agrícola.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto arquivo Web&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SiClFwm54bI/AAAAAAAABIY/4ZKV2UsOVXI/s1600-h/mario.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SiClFwm54bI/AAAAAAAABIY/4ZKV2UsOVXI/s400/mario.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5341450676427415986" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para Mario Mantovani, diretor de Mobilização da Fundação SOS Mata Atlântica, a bancada ruralista está fazendo “terrorismo” e usando o governo para fazer chantagem com a sociedade, tentando evitar a regularização fundiária no país. “Sob o pretexto de que o reflorestamento de áreas, de acordo com a lei, irá provocar impactos na produção de alimentos, as propostas representam, na verdade, um retrocesso ético, moral, social e econômico na história do país”, diz Mantovani.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O ambientalista adverte que dos 93% da Mata Atlântica que já foram desmatados no Brasil, apenas 40% foi usado para atividade econômica. De acordo com ele, as alterações sugeridas defendem interesses de grupos econômicos que, historicamente, sempre obtiveram vantagens com desmatamentos de floresta nativa.  Mantovani diz que a SOS Mata Atlântica pretende organizar uma luta de resistência civil com relação às propostas de reformulação da legislação ambiental brasileira.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo pra o jornal Ambiente Hoje&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-8791900546279930478?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/8791900546279930478/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=8791900546279930478' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/8791900546279930478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/8791900546279930478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/05/florestas-devastadas-em-debate.html' title='FLORESTAS DEVASTADAS EM DEBATE'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SiCnaI0CClI/AAAAAAAABJA/W47IbmlEODQ/s72-c/desmatamento.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-688518942641590477</id><published>2009-04-17T07:15:00.014-03:00</published><updated>2009-04-29T21:52:40.555-03:00</updated><title type='text'>Reciclagem de óleo no cardápio do dia</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Foto de Maximiliano Javier &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sehaatd8F8I/AAAAAAAABHg/wa29j2Q6TJk/s1600-h/ovo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 225px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sehaatd8F8I/AAAAAAAABHg/wa29j2Q6TJk/s400/ovo.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325605974293878722" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pastéis, batatinhas, peixes e ovos fritos. Não se pode dizer que estes são os pratos mais indicados pelos nutricionistas, mas, depois que o paladar é fisgado pelo ‘frito na hora’, o que fazer com o óleo que sobra do preparo destes alimentos? Trata-se de planejar um destino coerente para esse tipo de produto, já que seu descarte inadequado em aterros sanitários e na rede de esgoto provoca impactos ambientais negativos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em áreas sem saneamento, o material pode chegar aos rios e prejudicar a sobrevivência dos peixes. Um litro de óleo descartado na natureza contamina um milhão de litros de água. Segundo informações da Companhia de Saneamento de Minas Gerais - Copasa, que faz serviços de limpeza e desentupimento nas tubulações, quando jogado no ralo da cozinha, o óleo causa entupimento e, conseqüentemente, retorno de esgoto para o imóvel.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Do mesmo modo, depositá-lo no lixo comum não é solução para quem se preocupa com o meio ambiente. Enterrado com os demais resíduos pode contaminar o lençol freático. Além do mais, o óleo tem a capacidade de impermeabilização, ou seja, impede a água das chuvas de penetrar no solo. Recente pesquisa, realizada pelo professor do Centro de Estudos Integrados sobre Meio Ambiente e Mudanças Climáticas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Alexandre D’Avignon, diz que essa atitude também contribui para o aquecimento global. A pesquisa aponta que a decomposição do óleo de cozinha emite na atmosfera um dos gases responsáveis pelo efeito estufa, o metano.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, o que muita gente ainda não sabe é que o óleo de cozinha pode retornar ao ciclo de produção, economizar energia e preservar recursos naturais. Com a reciclagem, os resíduos do óleo se tornam matéria-prima para ração animal, biocombustível, massa para vidro, graxa e outros químicos usados em empresas. “A crise financeira tem atraído compradores porque o óleo é opção barata de matéria prima”, diz Nívia de Freitas, diretora administrativa da Recóleo, que trabalha com coleta e reciclagem de óleo vegetal em Belo Horizonte.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A diretora explica que nos últimos meses houve maior número de adesões de bares, pastelarias, lanchonetes e restaurantes da cidade. “Acredito que isso ocorreu porque as pessoas estão percebendo a gravidade dos problemas ambientais”. Segundo ela, a Recóleo recompensa os fornecedores com sabão, detergente ou amaciante e oferece o “vale-óleo” para mães da região da Pampulha, que podem trocar óleo por uniformes escolares para os filhos. Ainda de acordo com Nívia, a empresa recolhe o óleo em comércios, residências e condomínios e disponibiliza um telefone para o agendamento da coleta: (31) 3418-5790.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Maria do Rosário Timóteo, proprietária de um self-service no Barro Preto, região centro-sul da cidade, já se habituou a armazenar o óleo usado no restaurante. “Guardo o que sobra e uma empresa especializada faz a coleta duas vezes por mês. Além de colaborar com o meio ambiente, a cada cinco litros eu ganho produtos de limpeza”, diz, aconselhando os interessados em reciclar óleo a conferirem se a entidade recolhedora tem certificação legal para executar o serviço.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Da mesma forma, Dimas Borém (foto abaixo), dono do Bar 222, no bairro Anchieta, recicla o óleo que sobra no seu estabelecimento. “Há dois anos atrás uma empresa se ofereceu para recolher o material, o que foi importante por que havia uma preocupação com o óleo que a gente jogava fora". Antes, conforme o empresário, o óleo era colocado em sacos plásticos para que o caminhão de lixo pegasse.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto deLuiz Rafael&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SehZhpnoRfI/AAAAAAAABHY/-boUIgfpuag/s1600-h/comerciante.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SehZhpnoRfI/AAAAAAAABHY/-boUIgfpuag/s400/comerciante.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325604994008237554" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo Dimas, o bar chega a consumir cerca de vinte litros de óleo por dia.  Filipe Borém, sócio do bar, pretende começar a receber óleo de alguns vizinhos e destina-lo para reciclagem. "Mesmo não sendo possível receber de todos os nossos vizinhos, vamos definir um espaço melhor para armazenar os recipientes com óleo que podemos receber de alguns”, disse. De acordo com os sócios, em contrapartida, o bar recebe materiais de limpeza da empresa recolhedora, como detergente, sabão e vassoura.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já a dona de casa Geni Reis (foto abaixo), 69, aprendeu a fazer seu próprio sabão. Há dez anos ela vem aproveitando resto de óleo comestível para fabricar sabão caseiro, o que, segundo ela, pode ser feito sem muito esforço. “Parentes e amigos já sabem que eu faço sabão e todo mundo guarda o óleo para mim”. Satisfeita, ela diz que sua produção é distribuída para toda a família. “Não compramos sabão e fazemos uma boa economia”.         &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto de Kelly Fonseca&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SehY2vK9dlI/AAAAAAAABHQ/RJBZI3V6d_A/s1600-h/sabao.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SehY2vK9dlI/AAAAAAAABHQ/RJBZI3V6d_A/s400/sabao.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325604256764229202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dona Geni ensina uma receita caseira. São cinco litros de óleo de cozinha usado; dois litros de água morna; dois copos de amaciante e um quilo de soda cáustica em escama. Depois, é preciso colocar, com cuidado, a soda cáustica no fundo de um balde; adicionar a água morna e mexer até diluir a soda, junta-se o óleo e mexe; por último, acrescenta o amaciante, mexendo lentamente por cerca de vinte minutos a trinta minutos. A mistura é então colocada em uma forma e reservada até o dia seguinte, quando a consistência está firme e as barras podem ser cortadas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dona Geni recomenda o uso de luvas, óculos de proteção e utensílios de madeira ou plástico para preparar a receita, uma vez que a soda caustica é tóxica e, portanto, deve-se evitar contato direto com o produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para o jornal Ambiente Hoje , da Amda.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-688518942641590477?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/688518942641590477/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=688518942641590477' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/688518942641590477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/688518942641590477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/04/reciclagem-de-oleo-no-cardapio-do-dia.html' title='Reciclagem de óleo no cardápio do dia'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sehaatd8F8I/AAAAAAAABHg/wa29j2Q6TJk/s72-c/ovo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-4514403681402033759</id><published>2009-04-16T23:59:00.008-03:00</published><updated>2009-04-18T07:27:25.628-03:00</updated><title type='text'>Autorização para obras em rodovias sem licenciamento prévio preocupa ambientalistas</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Foto de  J. F. Lacerda&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sefy8pwoAGI/AAAAAAAABHI/BB0fNEzJl4g/s1600-h/rodovias+2.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 305px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sefy8pwoAGI/AAAAAAAABHI/BB0fNEzJl4g/s400/rodovias+2.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325492208204775522" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;p&gt;A notícia da aprovação pela Câmara dos Deputados, na última terça-feira (14/04), da Medida Provisória (MP) 452/08, surpreende ambientalistas e autoridades governamentais da área. A MP foi assinada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no ano passado (26/12/2008) e, originalmente, abordava apenas o Fundo Soberano e ações do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transporte (Dnit). Em sua versão final, após treze emendas apresentadas na Comissão, foi votada pela Câmara, seguindo ao Senado e à sanção presidencial.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dos pontos mais criticados na medida se refere às licenças prévias para projetos de construção e reforma, nas faixas de domínio das rodovias federais já existentes. O relator da MP, deputado José Guimarães (PT/CE),  alterou o texto, permitindo que obras realizadas dentro da faixa de domínio das rodovias já existentes sejam dispensadas do licenciamento ambiental prévio. O licenciamento só continuaria obrigatório para a construção de novas rodovias e, neste caso, o empreendedor tem 60 dias para que o projeto possa ser aprovado pelos órgãos competentes e, após esse prazo, pode dar início às obras, independentemente do resultado do licenciamento, embora com condicionantes. Até então, são exigidos uma série de documentos ligados à questão ambiental, mesmo para obras de recuperação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesta quinta-feira (16/4/09), durante reunião na Assembléia Legislativa de Minas Gerais, o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, José Carlos Carvalho, se mostrou surpreso com a decisão. “Estou incrédulo e quero confirmar”, disse ele. O secretário ponderou que a medida pode enfraquecer o Licenciamento Ambiental. “Não é nem tanto o prazo, embora ele seja curto, demasiadamente curto, mas, a Medida cria o princípio da caducidade para o licenciamento ambiental, o que é gravíssimo”. Após essas considerações preliminares, José Carlos Carvalho ressaltou que só vai se manifestar sobre o tema depois que analisar com mais profundidade a MP.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Contrárias à medida, entidades ambientalistas encaminharam nota de repúdio à ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, ao ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, e ao ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Doze entidades ambientalistas, entre elas a ‘SOS Mata Atlântica’, a WWF Brasil e o Greenpeace, consideraram que “a proposta pretende burlar a Constituição Federal, uma vez que é notório que o impacto maior ocorre após a pavimentação”. A nota registra, ainda, que o simples anúncio do asfaltamento já é suficiente para estimular o desmatamento e a grilagem na Amazônia, no que se refere às rodovias federais que cortam a região.&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Crédito da imagem: Claudio Marcon&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SefxhfBeGnI/AAAAAAAABHA/rdB3jNUrN7c/s1600-h/rodovia.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SefxhfBeGnI/AAAAAAAABHA/rdB3jNUrN7c/s400/rodovia.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325490641954544242" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;A superintendente executiva da Amda, Maria Dalce Ricas, concorda com inconstitucionalidade da medida e adverte que a rapidez na execução deste tipo obra, mesmo para as rodovias já existentes, compromete o meio ambiente. “Não resta dúvida que é preciso considerar os impactos radiais da pavimentação e que boa parte das rodovias já existentes precisa de correção ambiental”, analisou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo a superintendente, a pavimentação nas proximidades de áreas de ecossistemas pode causar danos potenciais em cursos d’água, supressão de vegetação, movimentação de terras, aumento do tráfego de veículos e pessoas, atropelamento de fauna, captura de animais silvestres e estímulos ao desmatamento por empreendimentos imobiliários, pela ocupação marginal. “Se questões como essas não forem consideradas, ao invés das rodovias servirem para locomoção e desenvolvimento do país, podem se tornar, ainda mais, instrumentos efetivos de degradação do meio ambiente”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-4514403681402033759?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/4514403681402033759/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=4514403681402033759' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4514403681402033759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4514403681402033759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/04/autorizacao-para-obras-em-rodovias-sem.html' title='Autorização para obras em rodovias sem licenciamento prévio preocupa ambientalistas'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sefy8pwoAGI/AAAAAAAABHI/BB0fNEzJl4g/s72-c/rodovias+2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-3756778375328887151</id><published>2009-04-16T23:07:00.011-03:00</published><updated>2009-04-16T23:56:00.771-03:00</updated><title type='text'>E POR FALAR EM FUTURO, ÁGUA, PARA ONDE VAI VOCÊ?</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto por Helio Rocha&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SefuhY68y9I/AAAAAAAABG4/eYiD-aCsnZQ/s1600-h/agua+andando.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 286px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SefuhY68y9I/AAAAAAAABG4/eYiD-aCsnZQ/s400/agua+andando.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325487341781699538" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Pagamento pelo uso da água alerta empreendedor para o risco da escassez&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O que tem sido feito pela preservação da água e de seus ciclos? Seria repetição indagar outra vez, se a água não fosse fonte de sobrevivência do Homem no Planeta, principal garantia de vida para as gerações futuras. Não foi à toa que, para acompanhar a trajetória da gestão dos recursos hídricos, do local ao mundial, a Organização das Nações Unidas (ONU), criou o Dia Mundial da Água (22 de março).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em Minas Gerais, para comemorar a data, o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) realizou em parceria com a Assembléia Legislativa do Estado (ALMG) e o Fórum Mineiro de Comitês de Bacias Hidrográficas o 8º Fórum das Águas. Entre os dias 23 a 27 de março, palestras, mini-cursos e debates serviram para avaliar os “Avanços e desafios da política das águas em Minas Gerais”, aliás, título da primeira discussão do ciclo, na ALMG.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A cobrança pelo uso da água, que deve ser implantada até o final de 2009 em diversas bacias hidrográficas do Estado, foi tema amplamente discutido. A medida, prevista na Lei 13.199, e regulamentada pelo Decreto nº 41.578, de 2001, vai atingir os 51 municípios inseridos na área do rio das Velhas, incluindo a Região Metropolitana de BH; as bacias do Araguari, no Triângulo; a do Pomba/Muriaé; e do Preto/Paraibuna. De acordo com o Igam, a cobrança não será aplicada aos pequenos produtores, mas aos grandes empreendimentos industriais e de irrigação, além de concessionárias de abastecimento de água, que já prevêem o repasse de até 3% para o consumidor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, José Carlos Carvalho, a cobrança representa o avanço da lei. “Há um esforço pela efetividade da cobrança do uso da água, mas não é fácil colocar em execução. Há a necessidade de valorar o uso dos recursos naturais, não para onerar. Pagamento para uso da água é para contribuir com fiscalização nas bacias”. Segundo ele, a cobrança está condicionada à criação de agências das bacias hidrográficas, que definirão valores e aplicação dos recursos. O secretário destacou que dos 36 comitês previstos na legislação, 34 já foram instituídos e dois estão sendo criados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido, o representante do Fórum Mineiro de Comitês de Bacias, Mário Dantas, lembrou que, apesar das implantações, ainda faltam recursos financeiros, pessoal de apoio, equipamentos, meios de comunicação e internet. O representante sugeriu a criação de um sistema de informação sobre os recursos hídricos para uso dos comitês. “O sistema de informação dos recursos hídricos iria economizar muito com o gasto que há na elaboração de planos diretores de bacias”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Conforme dados da ONG WWF, a irrigação na agricultura responde por cerca de 70% do consumo de água mundial; 20% vão para a indústria; e os 10% restantes destinam-se ao uso doméstico. No que se refere ao gasto do setor industrial, o pagamento pode promover a conscientização do uso adequado do recurso. Durante mini-curso do Fórum, a gerente de meio ambiente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Ana Cristina da Silveira, disse as empresas não estão considerando a cobrança como um imposto, mas como forma de colaboração. Ela garantiu que quinze empresas ligadas à Associação Peixe Vivo/AGB - Peixe Vivo, já contribuem para viabilizar a gestão da bacia hidrográfica do rio das Velhas, antes mesmo da prática da cobrança.  Sob o mesmo ponto de vista, Maria de Lourdes Pereira dos Santos, engenheira da Cia Vale do Rio Doce, considerou que a medida não será impactante para o setor. No entanto, ela ressalvou que as discussões devem continuar sendo compartilhadas, com justiça e adequação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O gerente de meio ambiente da Fiemg, Wagner Costa, disse que não será fixado um valor padrão de repasse. Segundo ele, caberá a cada setor decidir se vai adicionar o gasto nos preços dos produtos, ou se inclui a ação em programas de responsabilidade social, em benefício do meio ambiente. “Para a indústria, tudo é uma questão de oportunidade e a cobrança da água vai demandar análises de custo e benefícios”, explicou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto por Helio Rocha&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Seftpf67TDI/AAAAAAAABGw/WvuzORBz7rU/s1600-h/irrigacao.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 259px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Seftpf67TDI/AAAAAAAABGw/WvuzORBz7rU/s400/irrigacao.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325486381587975218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A agricultura responde por cerca de 70% do consumo de água mundial&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já com relação à agricultura, o setor mineiro ainda se mostra resistente à nova aplicação. Responsável por quase 40% da produção mundial de alimentos e maior consumidora dos recursos hídricos disponíveis, a agricultura irrigada influencia na degradação de água, solo e mata ciliar. O secretário-adjunto da Agricultura de Minas Gerais, admitiu o desmatamento na agricultura como principal problema ambiental do meio rural. “São imensas áreas de solos desnudos e a água não vai para o seu aconchego”, disse durante o Bate-Papo no Sisema, no penúltimo dia do Fórum.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Paulo Romano analisou que a rentabilidade do setor é baixa e o risco é alto, para pequenos e grandes produtores, já que as safras variam de acordo com condições climáticas e outros eventos.  Para ele, esse é um dos motivos da resistência do setor quanto à cobrança. “O motivo da resistência é também uma questão cultural, o agricultor, pela sua própria atividade, ficou isolado do processo”, disse, acrescentando que o produtor rural precisa se aproximar mais da discussão para entender a demanda. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Crédito da Imagem: Márcio Angelo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SefsGsxDXMI/AAAAAAAABGo/8yocsdgEBe0/s1600-h/desperdicio.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 299px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SefsGsxDXMI/AAAAAAAABGo/8yocsdgEBe0/s400/desperdicio.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325484684229172418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;DESPERDÍCIO E POLUIÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ainda falta mobilização conjunta para cuidar da água&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Além da cobrança pelo uso da água, outro tema discutido no Fórum foi o papel do cidadão na preservação dos recursos hídricos, sobretudo no seu ambiente local. O desinteresse da sociedade em reduzir consumo de água e esgoto lançado na rede pública, foi considerado desafio de gestão. “Gestão tem avanços, mas tem que contar com participação de cada segmento, estado, nação, empresas, sociedade. São olhares diferentes e que têm que convergir para a sustentabilidade”, articulou a diretora-geral do Igam, Cleide Pedrosa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Precisamos ter uma disposição final adequada do lixo urbano, para evitar que, com as chuvas, o lixo seja carregado para dentro do leito do rio. É preciso fazer também um trabalho com os agricultores para reduzir o uso de agrotóxico, ou seja, há um conjunto de atividades que estamos articulando”, ponderou o secretário José Carlos Carvalho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A poluição nos corpos d’água por sofás velhos, animais mortos abandonados nas águas e lixo lançado em bocas-de-lobo e bueiros, são exemplos de contribuições dos cidadãos que, segundo o secretário, cobram do governo águas limpas, mas se esquecem da parcela que lhes cabe na degradação dos rios.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para se ter uma idéia de quanto custa a poluição, o governo vai gastar R$ 1,3 bilhão para revitalizar a bacia do rio São Francisco. A chamada Meta 2010 é um projeto do Manuelzão, Governo do Estado e Copasa que propõe navegar, pescar e nadar nesse rio, e onde já foram aplicados cerca de R$ 550 milhões.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na agenda de programação do Fórum, vinte e seis prefeitos de municípios mineiros, inseridos na bacia do rio das Velhas, se reuniram no Palácio da Liberdade e assumiram um compromisso com a Meta 2010. “Existem medidas de âmbito municipal que, se não forem tomadas, tornam inócuo o nosso esforço e até é um desperdício do recurso que nós estamos aplicando”, explicou o governador Aécio Neves.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O despejo de esgoto e lixo na bacia os municípios é considerado entrave para o sucesso do programa, sendo os municípios de Sabará e Sete Lagoas citados como poluidores potenciais. O coordenador geral do projeto Manuelzão, da UFMG, Apolo Heringer, pediu a integração da sociedade como um todo, incluindo não somente as prefeituras, mas os setores agropecuário e industrial.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Crédito da imagem Wellington Pedro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SefqMDp-ZBI/AAAAAAAABGg/5xvZTKPz2gU/s1600-h/apolo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 268px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SefqMDp-ZBI/AAAAAAAABGg/5xvZTKPz2gU/s400/apolo.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325482577249592338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Apolo Heringer pede mobilização de setores para recuperação do rio das Velhas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O governador autorizou a Copasa a investir mais R$ 239 milhões na bacia do Velhas para o biênio 2009/2010 e o Sistema Estadual de Meio Ambiente (Sisema) a usar R$ 20 milhões na destinação adequada de lixo urbano que atinge a área. Em contrapartida, as administrações municipais garantiram, entre outras ações, favorecer políticas sustentáveis de uso e ocupação do solo, de coleta e destinação adequada do lixo e de manutenção da qualidade dos cursos d'água.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entre as conquistas do projeto, a mais festejada é a volta dos peixes ao rio. O biomonitoramento realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), confirmou que peixes que subiam somente 250 km na bacia, hoje já estão ao longo de 580 km, ocupando áreas antes degradadas.  Outro aspecto favorável se refere ao esgoto coletado que já atingiu o percentual de 57,33%. A criação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE do Onça), eliminou outros 207 lançamentos de esgoto. &lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Crédito da imagem Wellington Pedro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sefpp0CVXfI/AAAAAAAABGY/CupcvV2MsGo/s1600-h/secretario.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 268px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sefpp0CVXfI/AAAAAAAABGY/CupcvV2MsGo/s400/secretario.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325481988941241842" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Secretário de Meio Ambiente, José Carlos Carvalho, também fala da importância da mobilização de todos os setores para o sucesso de gestão das águas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;br /&gt;O secretário José Carlos Carvalho, disse que 2010 é uma data simbólica e que os trabalhos para melhorar a qualidade de vida na bacia hidrográfica do rio das Velhas vão continuar após a data limite. De acordo com dados do projeto, a próxima fase será de investimentos na recuperação de áreas florestais degradadas - com ênfase na recuperação de matas ciliares – e atividades de educação ambiental.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além da Bacia do rio das Velhas, os níveis de “Índice de Qualidade das Águas” (IQA) no Estado foram considerados ‘bom’ e ‘médio’ em cerca de 80% das águas.  Esta foi a conclusão do Mapa da Qualidade das Águas, divulgado pelo Igam. O estudo revela que a qualidade das águas de Minas em 2008 permaneceu quase nos mesmos níveis do ano passado. “O resultado demonstra que estamos conseguindo controlar o impacto das pressões econômicas e populacionais em nossos recursos naturais”, disse o secretário José Carlos, considerando o resultado positivo porque revela o controle do estado, frente ao aumento da população e do uso da água. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Crédito da Imagem: Georgiana de Sá&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SefpC124JiI/AAAAAAAABGQ/6fw9z385G7k/s1600-h/industria.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SefpC124JiI/AAAAAAAABGQ/6fw9z385G7k/s400/industria.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325481319415162402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Simone Lage de Araújo, gerente setorial de Meio Ambiente da Refinaria Gabriel Passos (Regap), garantiu que a Petrobrás está investindo na adequação de efluente para reuso em torre de resfriamento, ao lado do gerente de meio ambiente da Fiemg, Wagner Costa, que disse que não será fixado um valor padrão de repasse diante da cobrança de uso da água.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AS MIL FACES DA ÁGUA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O risco de escassez de água gera mudanças em processos produtivos e de consumo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No sentido de economizar ou para se encaixar na prática do desenvolvimento sustentável, muitas empresas descobriam nas tecnologias oportunidades de reuso da água. Durante a discussão do tema “A Indústria Mineira e a Gestão das Águas”, José Ângelo Paganini, da Usiminas, falou que a siderúrgica trocou aterros sanitários pelo co-processamento de resíduos, no sentido de aproveitar sobras em fornos de cimenteiras. “Com isso, ficamos livres dos passivos. Os aterros, mesmo após encerramento, exigiam cuidados posteriores”, disse, realçando que a medida evita riscos de lançamento de resíduos em aterros ou cursos d’água.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Simone Lage de Araújo, gerente setorial de Meio Ambiente da Refinaria Gabriel Passos (Regap), garantiu que o reaproveitamento de água da refinaria chega a 25% e que a Petrobrás está investindo na adequação de efluente para reuso em torre de resfriamento. Ela considerou que cada litro de petróleo consome um litro de água e que, para atender os novos padrões de qualidade do diesel, mais água será empregada. “Minimizar um impacto ambiental gera outro impacto, que é o aumento na demanda por água”, disse.&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Crédito da Imagem: Georgiana de Sá&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SefoNUF4r8I/AAAAAAAABGI/a15PDFWaXH8/s1600-h/cemig.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SefoNUF4r8I/AAAAAAAABGI/a15PDFWaXH8/s400/cemig.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325480399818239938" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Beatriz Borges Botelho, analista da Divisão de Ações Mercadológicas da Copasa, sobre a instalação de medidores individualizados nos condomínios. Segundo ela vai gerar a inibição de desperdícios, redução de consumo e consequente queda no faturamento da concessionária.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A parcela da água para consumo da população foi discutida pela Cemig - Companhia Energética de Minas Gerais e Copasa - Companhia de Saneamento de Minas Gerais, que promoveram palestras durante o evento. Beatriz Borges Botelho, analista da Divisão de Ações Mercadológicas da Copasa, falou que a concessionária está instalando medidores individualizados nos condomínios, em conformidade com a Lei Estadual nº 17.506, de 29 de maio de 2008.  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Conforme a analista, o serviço, que só pode ser implantado mediante 100% de adesão dos proprietários, vai gerar a inibição de desperdícios, redução de consumo e consequente queda no faturamento da concessionária. "Não é lucro para a Copasa, mas é o certo. Todo mundo quer morar num prédio com hidrômetro individual, com racionalização de consumo e valor".&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Crédito da imagem: Georgiana de Sá&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SefnQp-P1LI/AAAAAAAABGA/Y5x9LzTIF7U/s1600-h/copasa.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SefnQp-P1LI/AAAAAAAABGA/Y5x9LzTIF7U/s400/copasa.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325479357719762098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O superintendente de Planejamento de Geração e Transmissão da Cemig, Evandro Leite Vasconcelos defendeu novos hábitos de consumo e sugeriu a instalação de aquecedores solares para diminuir gastos, sobretudo dos chuveiros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O superintendente de Planejamento de Geração e Transmissão da Cemig, Evandro Leite Vasconcelos defendeu novos hábitos de consumo e sugeriu a instalação de aquecedores solares para diminuir gastos, sobretudo dos chuveiros. "A energia elétrica é cara e nobre, não deveria ser gasta para esquentar água de chuveiro”. O palestrante ouviu do público sugestões para que a Cemig criasse parcerias com o governo a fim de tornar os aquecedores solares acessíveis a todos e que instituísse uma maior interatividade com os Comitês de Bacias Hidrográficas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para o jornal Ambiente Hoje, da Amda.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-3756778375328887151?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/3756778375328887151/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=3756778375328887151' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/3756778375328887151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/3756778375328887151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/04/e-por-falar-em-futuro-agua-para-onde.html' title='E POR FALAR EM FUTURO, ÁGUA, PARA ONDE VAI VOCÊ?'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SefuhY68y9I/AAAAAAAABG4/eYiD-aCsnZQ/s72-c/agua+andando.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-3767799979032691203</id><published>2009-04-16T22:44:00.003-03:00</published><updated>2009-04-16T23:05:29.269-03:00</updated><title type='text'>O convívio da arte com a natureza</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Crédito da imagem: arquivo do Inhotim&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sefil4y0e-I/AAAAAAAABF4/a2lGjNST5gA/s1600-h/inhotim+4.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 394px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sefil4y0e-I/AAAAAAAABF4/a2lGjNST5gA/s400/inhotim+4.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325474224917478370" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;"Bisect triang&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;le", espelho feito com aço inoxidável com 220 x 713 x 504 -&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; Dan Graham&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Situado no município de Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o Centro de Arte Contemporânea Inhotim (Caci) abriga jardins projetados por Burle Marx e está cercado por mata nativa, com espécies raras e pertencentes aos biomas da Mata Atlântica e do Cerrado. O espaço combina paisagismo com pinturas, esculturas, desenhos, fotografias, vídeos e instalações de artistas nacionais e internacionais.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Entre as definições para Belo Horizonte está a da típica roça grande, onde todo mundo fala ‘uai’ e como queijo”, diz Bruno Oliveira, 21, estudante de artes plásticas da Escola Guignard. Para ele, o acervo do Inhotim e sua coleção botânica mostram que, além de ambientes interioranos, o mineiro tem mais a oferecer. “O Inhotim privilegia o intercâmbio de arte contemporânea, fora do eixo Rio - São Paulo”, completa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O acervo de Inhotim atrai estudantes, artistas plásticos, apreciadores de artes e da natureza; estrangeiros e brasileiros de todas as partes. Em seis galerias de obras permanentes e outras quatro dedicadas às obras temporárias o visitante pode assistir a um ‘vídeo arte’, se projetar num jogo de espelhos, ou apreciar uma obra que mistura elementos teatrais e áudios. Mas, o diferencial do local está mesmo nos intervalos. Entre uma galeria e outra a arte contemporânea interage com uma natureza exuberante, com status de jardim imperial.&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Crédito das Fotos Georgiana de Sá&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SefgvUIlFVI/AAAAAAAABFw/LXfqStjdlcc/s1600-h/inhotim+5.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 253px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SefgvUIlFVI/AAAAAAAABFw/LXfqStjdlcc/s400/inhotim+5.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325472187852068178" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Arte cercada por natureza exuberante&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sefgu4htdFI/AAAAAAAABFY/pLFYoiM3diI/s1600-h/inhotim+2.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 253px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sefgu4htdFI/AAAAAAAABFY/pLFYoiM3diI/s400/inhotim+2.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325472180441281618" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Inmensa", de Cildo Meireles, aço, 400 x 810  x 445 cm, 1982 - 2002&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sefgu3hBb1I/AAAAAAAABFQ/yfKdrHnaHAk/s1600-h/inhotim+1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 253px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sefgu3hBb1I/AAAAAAAABFQ/yfKdrHnaHAk/s400/inhotim+1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325472180169961298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para o artista plástico e professor Getúlio Moreira em Inhotim existe a estética do paisagismo, uma natureza artificial criada para abrigar a arte, que difere de outras instalações artísticas montadas em áreas de matas nativas e que interagem com ambientes naturais. Mas, feita essa ressalva, ele reconhece que o espaço é de inegável importância para a arte contemporânea. “A idéia de fundir espaços destinados a pinturas, esculturas e instalações com jardins aponta para outras possibilidades e experiências artísticas”.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div&gt;Como está localizado próximo de Belo Horizonte, a 60 km da Capital, Inhotim tem atraído não só profissionais de áreas ligadas à arte e ao meio ambiente, mas um público diverso que mora na região da Grande BH. O Tecnólogo em redes de computadores, Sérgio Horta, 24, conta que já visitou o local mais de uma vez. “É uma maneira que encontro de aliviar o stress do dia-a-dia. Gasto cerca de uma hora de carro para chegar, mas vale à pena. É um lugar fascinante. Um descanso que me faz esquecer do escritório e do meu trabalho na frente de um computador”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Passeando pelo museu a céu aberto, é possível apreciar obras como o Magic Square no 5 – De luxe (1978), escultura de grandes dimensões que só poderia mesmo estar ao ar livre, de Hélio Oiticica (1937-1980), artista que influenciou o movimento tropicalista nos anos 1960 e 1970.  Outro trabalho que ocupa o lado de fora do museu é o Bisected triangle, um espelho feito com aço inoxidável com 220 x 713 x 504 cm (2002). O trabalho é do artista conceitual Dan Graham (1942, Illinois, EUA) e explora a relação público-obra-natureza. Além destes artistas, obras de Tunga, Cildo Meireles, Adriana Varejão, Doris Salcedo, Victor Grippo e Matthew Barney são exibidas no local.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Conforme informações da assessoria de imprensa do Inhotim, o parque recebe, semanalmente, estudantes das redes pública e privada de ensino, de Brumadinho e da Grande Belo Horizonte, no intuito de promover a ‘arte educação’ e ‘educação ambiental’. Os interessados podem se informar pelo telefone (+ 55 31) 3227 0001. O local está aberto para visitação de quintas e sextas-feiras, das 9h30 às 16h30. Aos sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30. Existe uma linha de ônibus BH-Inhotim com saídas regulares da Rodoviária de BH, todos os sábados e domingos, sempre às 9 horas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para o jornal Ambiente Hoje, da Amda.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-3767799979032691203?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/3767799979032691203/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=3767799979032691203' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/3767799979032691203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/3767799979032691203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/04/o-convivio-da-arte-com-natureza.html' title='O convívio da arte com a natureza'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sefil4y0e-I/AAAAAAAABF4/a2lGjNST5gA/s72-c/inhotim+4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-8992044762826862944</id><published>2009-04-09T17:25:00.005-03:00</published><updated>2009-04-09T17:53:47.659-03:00</updated><title type='text'>Cobrança pelo uso da água em debate</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sd5gNq-uvyI/AAAAAAAABEk/Z41wXolUgvE/s1600-h/agua1.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 263px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sd5gNq-uvyI/AAAAAAAABEk/Z41wXolUgvE/s400/agua1.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322797597590470434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Crédio da imagem:  Raul Guereque&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A cobrança pelo uso da água no Estado foi tema do "Bate-Papo no Sisema", nesta segunda-feira (06/04). O histórico da legislação hídrica no Brasil e em Minas Gerais, a participação do governo na organização dos comitês de bacias hidrográficas e a aplicação dos recursos provenientes da cobrança foram alguns dos temas discutidos durante o encontro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luiza de Marilac, diretora de Gestão dos Recursos Hídricos do Igam - Instituto Mineiro de Gestão das Águas, fez um retrospecto da legislação hídrica aplicada ao gerenciamento das águas, citando, entre outras, a Lei nº 9.433, de 08 de janeiro de 1997, que instituiu a política nacional de recursos hídricos, e a Lei 13.199, de 1999, que definiu a política estadual mineira para tratar a questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questionada pelo público sobre a capacidade dos membros dos comitês para deliberar sobre preços e aplicação dos recursos arrecadados pela cobrança da água, a diretora advertiu que os comitês estarão subordinados às legislações existentes. "A questão da representatividade dos comitês é mesmo complicada. A cobrança faz parte de um processo contínuo e, nesta evolução, será papel do Igam identificar e qualificar novas lideranças", disse Luiza de Marilac. Segundo ela, a cobrança vai começar em setembro deste ano, na bacia do Rio das Velhas e, a partir de novembro, nas demais bacias hidrográficas do Estado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O representante do Sindiextra - Sindicato da Indústria Mineral do Estado de Minas Gerais, Willer Pós, ressaltou que o setor produtivo não se posiciona contra o pagamento e que a implantação eficaz da cobrança vai depender da gestão organizada do Estado. Ele ponderou, ainda, que possíveis deficiências na atuação dos comitês de bacias serão desafios para os órgãos internos de governo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O representante da Copasa, Valter Vilela, falou sobre a destinação dos recursos arrecadados com a cobrança. "7,5% destinados para manutenção da agência de bacia hidrográfica e 92,5% aplicados na recuperação da bacia de origem", repassou ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o encontro, foi esclarecido que o Igam já definiu fonte específica no orçamento para abrigar os recursos da cobrança pelo uso da água (fonte 61) e as etapas da cadeia de transferência. Inicialmente, os recursos serão direcionados para a Secretaria da Fazenda de Minas Gerais, que procederá ao repasse da arrecadação para o Igam que, por conseguinte, destinará os valores para as agências de bacias.  A fiscalização da arrecadação e aplicação dos recursos vai contar com auditorias internas e acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;a &lt;a href="http://www.amda.org.br/base/sp-nw?nid=5089"&gt;Amda&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-8992044762826862944?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/8992044762826862944/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=8992044762826862944' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/8992044762826862944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/8992044762826862944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/04/cobranca-pelo-uso-da-agua-em-debate.html' title='Cobrança pelo uso da água em debate'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sd5gNq-uvyI/AAAAAAAABEk/Z41wXolUgvE/s72-c/agua1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-8124420581403415082</id><published>2009-03-26T19:31:00.001-03:00</published><updated>2009-03-26T19:47:15.061-03:00</updated><title type='text'>Governo reforça compromisso com municípios para alcançar a Meta 2010</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScwFvUAi5DI/AAAAAAAABEM/5_QHL5Otc68/s1600-h/P3170030.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317631570400699442" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScwFvUAi5DI/AAAAAAAABEM/5_QHL5Otc68/s400/P3170030.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt; ribeirão Arrudas - Belo Horizonte - Crédito Georgiana de Sá&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nesta quarta-feira, 25/03, vinte e seis prefeitos de municípios mineiros, inseridos na bacia do rio das Velhas, se reuniram no Palácio da Liberdade para assumirem o compromisso público de contribuir com a Meta 2010, um projeto do Manuelzão, Governo do Estado e Copasa que propõe navegar, pescar e nadar nesse rio. Durante o encontro, o governador Aécio Neves também assinou ato autorizando a Copasa a investir mais R$ 239 milhões na bacia do Velhas para o biênio 2009/2010. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na solenidade, que fez parte da programação do 8ª Fórum das Águas, as administrações municipais garantiram, entre outras ações, favorecer políticas sustentáveis de uso e ocupação do solo, de coleta e destinação adequada do lixo e de manutenção da qualidade dos cursos d'água, igual ou melhor do que o previsto. De acordo com a meta, as águas devem se enquadrar na classe dois, conforme requisitos de qualidade previstos na Resolução Conama nº 357 de 2005. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Durante a reunião, o governador prometeu que não vai permitir a construção de barragens no rio das Velhas, depois de ouvir o pedido do coordenador-geral do Projeto Manuelzão, Apolo Heringer. "Não podemos deixar construir barragens na bacia do rio das velhas, isso vai impedir a piracema, vai apodrecer a água do rio com cianobactérias e destruir a ligação da bacia com o rio São Francisco", explicou Apolo. Aécio Neves também liberou R$ 20 milhões para serem aplicados na destinação adequada de lixo urbano em áreas críticas da bacia. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O rio das Velhas é um dos principais afluentes do rio São Francisco. Sua bacia engloba 51 municípios e uma população aproximada de quatro milhões de habitantes (20% da população de Minas Gerais), sendo os municípios de Sete Lagoas e Sabará citados como os mais poluidores.&lt;br /&gt;José Carlos Carvalho, secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, disse que 2010 é uma data simbólica e que os trabalhos para melhorar a qualidade de vida na bacia hidrográfica do rio das Velhas devem continuar após a data limite. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A reunião contou com a participação dos prefeitos de Belo Horizonte, Caeté, Vespasiano, Nova Lima, São José da Lapa, Jequitibá, Confins, Santa Luzia, Prudente de Morais, Baldim, Raposos, Funilândia, Jaboticatubas, Sabará, Pedro Leopoldo, Itabirito, Taquaraçu de Minas, Esmeraldas, Contagem, Sete Lagoas, Nova União, Matozinhos, Rio Acima, Capim Branco, Lagoa Santa e Ribeirão das Neves, além dos presidentes e conselheiros dos 34 Comitês de Bacias Hidrográficas de Minas Gerais, das duas Comissões Pró-Comitês, de representantes da Cemig e órgãos do Sisema. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-8124420581403415082?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/8124420581403415082/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=8124420581403415082' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/8124420581403415082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/8124420581403415082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/03/governo-reforca-compromisso-com.html' title='Governo reforça compromisso com municípios para alcançar a Meta 2010'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScwFvUAi5DI/AAAAAAAABEM/5_QHL5Otc68/s72-c/P3170030.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-2516702066367694269</id><published>2009-03-26T19:28:00.002-03:00</published><updated>2009-03-26T19:42:24.446-03:00</updated><title type='text'>A água nos processos produtivos</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScwEqiWgz-I/AAAAAAAABEE/G_mcEd0sKkg/s1600-h/agua+industria.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317630388839960546" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScwEqiWgz-I/AAAAAAAABEE/G_mcEd0sKkg/s400/agua+industria.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto de Daniel Perez de la Fuente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nesta terça-feira, 24/03, na continuidade da programação da 8ª edição do Fórum das Águas, foram ministrados mini-cursos tendo a água como tema central. No auditório da Fiemg (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais), o assunto discutido foi "A Indústria Mineira e a Gestão das Águas". Representantes de empresas como Arcelor Mittal, V&amp;amp;M do Brasil, Usiminas, Cedro Cachoeira e Petrobrás falaram de seus projetos para prevenir e controlar as emissões de efluentes, decorrentes de seus processos produtivos. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;José Ângelo Paganini, da Usiminas, disse que a siderúrgica está investindo em co-processamento (reaproveitamento de resíduos do próprio processo produtivo) e que os resíduos da empresa não serão mais armazenados em aterros. "Com isso, ficamos livres dos passivos. Os aterros, mesmo após encerramento, exigiam cuidados posteriores", disse. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Simone Lage de Araújo, gerente setorial de Meio Ambiente da Regap (Refinaria Gabriel Passos), disse que cada litro de petróleo consome um litro de água e que o reuso de água da refinaria chega a 25%. Segundo ela, para atender os novos padrões do diesel que será vendido no país, a Petrobrás vai usar ainda mais água. "Minimizar um impacto ambiental gera outro impacto, que é o aumento na demanda por água", considerou ela. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Questionada sobre a questão da poluição na Represa de Ibirité, cuja ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) está desativada, Simone respondeu que, embora a ETE não faça parte das atribuições da Petrobrás, a Companhia está solicitando suporte da Supram (Superintendência Regional de Meio Ambiente) para levar o projeto adiante. "A ETE nasceu de um acordo entre Petrobrás, Igam e Prefeitura de Ibirité. A Petrobrás entrou com a verba e a prefeitura deveria operar a estação, o que não aconteceu", explicou. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sobre a cobrança pelo uso da água, que deve ser implantada em diversas bacias hidrográficas mineiras até o final de 2009, Maria de Lourdes Pereira dos Santos, engenheira da Vale, considerou que a medida não será impactante para o setor industrial mineiro, desde que as discussões sobre o tema continuem sendo compartilhadas, com justiça e adequação. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sob o mesmo ponto de vista, a gerente de Meio Ambiente da Fiemg, Ana Cristina da Silveira, disse que as empresas não estão considerando a cobrança como um imposto, mas uma forma de colaboração. De acordo com ela, quinze empresas ligadas à Associação Peixe Vivo/AGB - Peixe Vivo, já estão contribuindo mensalmente para viabilizar a gestão dos recursos hídricos da bacia hidrográfica do rio das Velhas, antes mesmo da prática da cobrança. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-2516702066367694269?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/2516702066367694269/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=2516702066367694269' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/2516702066367694269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/2516702066367694269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/03/agua-nos-processos-produtivos.html' title='A água nos processos produtivos'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScwEqiWgz-I/AAAAAAAABEE/G_mcEd0sKkg/s72-c/agua+industria.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-5192876568512729796</id><published>2009-03-24T21:14:00.007-03:00</published><updated>2009-03-24T21:36:06.551-03:00</updated><title type='text'>DESPERDÍCIOS DO USO DA ÁGUA</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Scl5H66B0NI/AAAAAAAABD8/wx4ykYQ963c/s1600-h/medidor.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Scl5H66B0NI/AAAAAAAABD8/wx4ykYQ963c/s400/medidor.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5316914012066271442" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Foto de  Marcos Luppi&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Medidores de água individuais em prédios: nova realidade das metrópoles&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na tarde desta segunda feira, 23/03, o 8º Fórum das Águas de Minas Gerais, promoveu palestras da Cemig - Companhia Energética de Minas Gerais e Copasa - Companhia de Saneamento de Minas Gerais, no Auditório do Sisema - Sistema Estadual de Meio Ambiente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Beatriz Borges Botelho, analista da Divisão de Ações Mercadológicas da Copasa, falou sobre os novos critérios de medição de água. Segundo ela, a concessionária está providenciando medidores individualizados para condomínios, em conformidade com a Lei Estadual nº 17.506, de 29 de maio de 2008, que dispõe sobre a medição individualizada do consumo de água nas edificações prediais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a analista, o serviço pode ser implantado em edifícios novos e antigos, mas ninguém será obrigado a trocar os medidores. A Copasa só fará o serviço se a decisão for aprovada em ata de reunião de condomínio, com a aceitação de todos os proprietários. “Não é muito simples porque precisa de 100% de adesão, não de inquilinos, mas de proprietários dos apartamentos”, explica ela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A analista assume que a instalação de hidrômetros individuais vai gerar inibição de desperdícios e redução de consumo de água, mas, também admite a queda no faturamento da concessionária. “Não é lucro para a Copasa, mas é o certo. Todo mundo quer morar num prédio com hidrômetro individual, com racionalização de consumo e valor”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para quem optar pelo novo critério, haverá o envio de contas individuais que incluirão o rateio do uso da água em áreas comuns do edifício. Os hidrômetros serão instalados pela Copasa e as despesas serão pagas pelo condomínio ou construtora. Os interessados podem obter uma cartilha com orientações diretamente na concessionária, ou pela internet, no site da Copasa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Transformando água em energia elétrica&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O superintendente de Planejamento de Geração e Transmissão da Cemig, Evandro Leite Vasconcelos ministrou a palestra “A Água como Fonte Energética Sustentável”. A questão energética foi encarada por ele como o grande desafio do século XXI. “Na nova visão política a distribuição de riqueza não é só entre os que estão, mas também para os que estão por vir”, disse ele, enfatizando a importância da sustentabilidade ambiental para a sobrevivência das gerações futuras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O superintendente mostrou gráficos para ilustrar a tendência de esgotamento de reservas de petróleo e carvão no Brasil. Ele lembrou que o Oriente Médio é a principal região produtora de petróleo do mundo, enquanto Ásia e Oceania possuem a maior parte das reservas mundiais de carvão mineral. “O diferencial do Brasil está nas energias provenientes de fontes renováveis: sol, vento e águas”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como primeira iniciativa para racionalizar o uso da água, Evandro defendeu novos hábitos de consumo consciente. Para isso, sugeriu a instalação de aquecedores solares para diminui gastos com energia elétrica, sobretudo dos chuveiros. “A energia elétrica é cara e nobre, não deveria ser gasta para esquentar água de chuveiro”, disse, acrescentando que o valor aplicado na instalação de um aquecedor solar pode ser compensado em dois anos, com a redução do valor da conta de energia elétrica.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Scl46eecLWI/AAAAAAAABD0/4XbA7QKVq3Q/s1600-h/chuveiro.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 266px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Scl46eecLWI/AAAAAAAABD0/4XbA7QKVq3Q/s400/chuveiro.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5316913781096066402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; Foto de  Marcos Luppi&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O representante da Cemig defendeu a repotencialização de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), a partir da troca de equipamentos obsoletos por outros mais modernos e eficientes. “Das 600 PCHs que existe no Brasil, a maior parte está em Minas Gerais, que dispõe de 88 pequenas usinas em operação”. O palestrante falou das dificuldades atuais de licenciamentos ambientais para as usinas hidrelétricas, alegando que qualquer fonte energética causa impactos ambientais, até mesmo a eólica, no que se refere às ameaças aos pássaros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O palestrante ouviu do público sugestões para que a Cemig criasse parcerias com o governo a fim de tornar os aquecedores solares acessíveis a todos os cidadãos e que instituísse uma maior interatividade com os Comitês de Bacias Hidrográficas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-5192876568512729796?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/5192876568512729796/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=5192876568512729796' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/5192876568512729796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/5192876568512729796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/03/desperdicios-do-uso-da-agua.html' title='DESPERDÍCIOS DO USO DA ÁGUA'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Scl5H66B0NI/AAAAAAAABD8/wx4ykYQ963c/s72-c/medidor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-5829359703080528974</id><published>2009-03-24T20:25:00.010-03:00</published><updated>2009-03-24T21:13:26.773-03:00</updated><title type='text'>“NECESSIDADE BÁSICA” OU “DIREITO HUMANO”?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fórum Mundial enfrenta dilema da definição da água &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O 5 º Fórum Mundial da Água, que teve início na segunda-feira, 16 de Março de 2009, em Istambul, Turquia, foi encerrado em 22 de março. Na abertura do evento, os participantes ouviram declarações como as do Secretário Geral do Fórum, Oktay Tabasaran, que falou da urgência de encontrar meios para o uso consciente da água. Loïc Fauchon, presidente do Conselho Mundial da Água, apelou para que houvesse vontade política para resolver de forma harmoniosa a partilha da água em regiões de conflito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Também na cerimônia de abertura, Abdullah Gül, Presidente da República da Turquia, defendeu a gestão da água e a proteção das pessoas mais pobres, ressaltando a importância da paz e da tolerância entre as nações.  Participaram do encontro, representantes de 120 países, Agências das Nações Unidas, organizações intergovernamentais e não-governamentais, universidades, jornalistas e funcionários de diversos grupos da sociedade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Foi destaque no evento o conflito existente hoje no Oriente Médio, entre israelenses e palestinos, já que com o controle israelense da água, muitos palestinos estão sem abastecimento. Foi suscitada a questão da quota de recursos hídricos transfronteiriços (recursos naturais compartilhados por pelo menos dois países), que se tornou um dos mais importantes focos do conflito no Oriente Médio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na cerimônia de encerramento do Fórum, Shaddad Attili, Presidente da Autoridade Palestiniana da Água, apelou para que os palestinos não sejam obrigados a esperar até que seja alcançado um acordo de paz para ter acesso legítimo aos recursos hídricos transfronteiriços. Ele pediu que outros países ratificassem a Convenção de 1997 das Nações Unidas, que trata da utilização e gestão dos rios, lagos e outros corpos d´água que atravessam as fronteiras ou são partilhados por países, para que este possa entrar em vigor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;András Szöllösi-Nagy, do Programa Hidrológico Internacional da UNESCO, em nome do Diretor Geral da UNESCO, destacou que só a cooperação e a solidariedade podem dar fim aos conflitos pela água. Segundo András, as diferenças históricas e conceituais, a falta de recursos financeiros, técnicos, de capacidade institucional e de vontade política são obstáculos para solucionar a competição pelos recursos hídricos partilhados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Embora representantes de alguns países tenham pedido que constasse o acesso à água como direito humano fundamental na declaração ministerial que finalizou o evento, o documento foi redigido reconhecendo a água como uma necessidade humana. Da América Latina, países como Bolívia, Equador, Venezuela, Cuba e Uruguai, e da União Européia (UE), Holanda, Alemanha, além de Suíça e Espanha, defenderam a água como um “direito humano”, enquanto representantes de países como Brasil, Estados Unidos, Egito e Turquia e França, preferiram manter o atual texto, no qual a água é foi definida como “uma necessidade básica”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sumru Noyan, Presidente do Processo Ministerial do 5o Fórum Mundial da Água, anunciou que o 6 º Fórum Mundial da Água será realizado na África do Sul, em março de 2012.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Crédito da Imagem:  International Institute for Sustainable Development.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sclz431yJbI/AAAAAAAABDk/P7ZHp7bORhs/s1600-h/forum+mundial+da+agua2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 152px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sclz431yJbI/AAAAAAAABDk/P7ZHp7bORhs/s400/forum+mundial+da+agua2.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5316908255986984370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;A quota de recursos hídricos transfronteiriços (recursos naturais compartilhados por pelo menos dois países) foi tema de destaque durante o 5 º Fórum Mundial da Água. Países que sofrem falta de água pediam que a declaração ministerial definisse a água como “direito humano”, enquanto representantes de países como Brasil, Estados Unidos, Egito e Turquia e França, defenderam que a água era “uma necessidade básica”. E venceram! Mas, a essa altura do campeonato, quem vai querer dividir a água com o vizinho ou correr o risco de ter que ser solidário com o resto do mundo. Se formos pensar por outro lado, porque o Oriente Médio não divide o petróleo com os que não tem reservas? É uma questão delicada, contudo, o mais relevante é que esses homens aí embaixo, cuidem, de fato, de garantir o futuro dessas crianças aí de cima...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sclz4GLTtnI/AAAAAAAABDc/3WFcYHXUC84/s1600-h/forum+mundial+da+agua.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 174px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sclz4GLTtnI/AAAAAAAABDc/3WFcYHXUC84/s400/forum+mundial+da+agua.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5316908242655491698" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Por Georgiana de Sá - exclusivo para a Amda. Fonte de dados: Instituto Internacional para o Desenvolvimento Sustentável (IISD) e O Estado de S.Paulo (22/03/2009)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-5829359703080528974?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/5829359703080528974/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=5829359703080528974' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/5829359703080528974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/5829359703080528974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/03/necessidade-basica-ou-direito-humano.html' title='“NECESSIDADE BÁSICA” OU “DIREITO HUMANO”?'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sclz431yJbI/AAAAAAAABDk/P7ZHp7bORhs/s72-c/forum+mundial+da+agua2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-4769331408047385841</id><published>2009-03-20T07:36:00.007-03:00</published><updated>2009-04-29T22:08:37.409-03:00</updated><title type='text'>Governo e Usiminas reconhecem inviabilidade ambiental de aeroporto ao lado do Parque Estadual do Rio Doce</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Em coletiva de imprensa, nesta quinta-feira, 19 de março, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, anunciou a transferência de localização do aeroporto da Usiminas, inicialmente previsto para funcionar nos limites do Parque Estadual do Rio Doce.  “A área tecnicamente adequada no município de Bom Jesus do Galho trazia interferências no Parque do Rio Doce”, explicou o governador. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, José Carlos Carvalho, expôs que a nova região não possui remanescentes de Mata Atlântica e que não haverá impacto ambiental. Segundo ele, o local escolhido fica a cerca de 40 quilômetros da zona de amortecimento do Parque, no município de Belo Oriente, em área de reflorestamento de eucalipto da Cenibra. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Entidades ambientalistas, como a Amda e a Fundação Biodiversitas, tornaram públicos os problemas técnicos e a Usiminas aceitou estas considerações”, disse o secretário, avaliando a importância da mobilização ambientalista no processo de aceitação da nova alternativa.  “A questão não era só a construção do aeroporto em área de amortecimento, mas a gravidade dos impactos ambientais futuros”, disse José Carlos, citando a construção de rodovias e o processo de expansão urbana na área de proteção como conseqüências posteriores inevitáveis.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;Embora tenha comentado que a nova área não terá a mesma capacidade de expansão da anterior, o presidente da Usiminas, Marco Antônio Castello Branco, reconheceu que o terreno é adequado. “Para o serviço que nós prestamos hoje, ele é suficiente. A questão da ampliação, devido ao crescimento industrial, econômico daquela região, é uma questão da política de desenvolvimento do Estado e, com toda certeza, o Estado terá respostas do ponto de vista aeroportuário no momento que for necessário”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Aécio Neves prometeu acelerar a liberação das novas obras. “Caberá agora à Usiminas apresentar rapidamente o projeto, uma nova modelagem do seu novo aeroporto, que é fundamental para que se possa dar início às obras da nova planta e temos o compromisso da nossa parte também de sermos ágeis do ponto de vista da análise ambiental do projeto”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o presidente da Usiminas, as obras terão investimentos de R$ 80 milhões, mesmo valor previsto para o plano anterior, e devem começar em julho próximo. “Não vai haver nenhuma alteração dos custos. O investimento que a Usiminas fará na construção do aeroporto será o mesmo que havia sido programado também para o município do Bom Jesus do Galho”.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScYvfjqY5iI/AAAAAAAABC0/Dm67DFIO1mM/s1600-h/macaco.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScYvfjqY5iI/AAAAAAAABC0/Dm67DFIO1mM/s400/macaco.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5315988629352932898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Foto de Ian cotta - Macaco no Parque Estadual do Rio Doce&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;O Parque do Rio Doce, maior reserva de Mata Atlântica no Estado de Minas Gerais, abriga inúmeras espécies da flora e da fauna brasileira, algumas, inclusive, ameaçadas de extinção. Ter como vizinho o aeroporto da Usiminas ia realmente incomodar macacos monos-carvoeiros e onças-pintadas em seus espaços residenciais,  legalmente estabelecidos. Quem poderia continuar descansando com tanto barulho? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda (Associação Mineira de Defesa do Ambiente)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-4769331408047385841?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/4769331408047385841/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=4769331408047385841' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4769331408047385841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4769331408047385841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/03/governo-e-usiminas-reconhecem.html' title='Governo e Usiminas reconhecem inviabilidade ambiental de aeroporto ao lado do Parque Estadual do Rio Doce'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScYvfjqY5iI/AAAAAAAABC0/Dm67DFIO1mM/s72-c/macaco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-4780817099960056038</id><published>2009-03-20T07:31:00.005-03:00</published><updated>2009-03-22T09:27:41.373-03:00</updated><title type='text'>A ENERGIA QUE VEM DO LIXO</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScNxXGqM3LI/AAAAAAAAA_E/VVIKwxXfSfM/s1600-h/magu+j.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 290px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScNxXGqM3LI/AAAAAAAAA_E/VVIKwxXfSfM/s400/magu+j.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5315216626965863602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto de Magu. Disponivel em www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“O resíduo tem energia e não pode ser enterrado. O tratamento e triagem de resíduos podem gerar empregos para catadores e evitar a contaminação do solo e lençóis freáticos”, ressaltou o presidente da Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam), José Cláudio Junqueira, durante o seminário ‘Resíduo é Energia’. O evento aconteceu na sede do Sistema Estadual de Meio Ambiente (Sisema), nesta quarta-feira (18/03), e discutiu estratégias para gerar energia através de resíduos urbanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;José Cláudio Junqueira falou sobre a importância da Lei Estadual nº 18.031, que instituiu a Política Estadual de Resíduos no Estado, estabelecendo obrigações aos usuários dos sistemas de limpeza urbana e geradores de resíduos que desenvolvem atividades industriais e minerarias. “A Feam está coordenando um projeto estruturador que trata de resíduos industriais, lixo urbano, eletrônico e da atividade mineraria. Todas as ações têm números a serem cumpridos e a meta do projeto é ter 60% do lixo urbano gerado no Estado disposto adequadamente”, explicou o presidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Luciano Bastos Oliveira, da Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia da UFRJ (Coppe), disse que é preciso investir em novas alternativas para os resíduos sólidos. “A coleta seletiva é cara, mas gera receita, já os resíduos que vão para os aterros são simplesmente desprezados. O reaproveitamento destes resíduos sólidos pode gerar energia, contribuir com o meio ambiente e reduzir impactos ambientais”, opinou o pesquisador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O co-processamento de resíduos sólidos em fornos de cimento foi a alternativa citada pelo professor Yushiro Kihara, do Departamento de Mineralogia e Geotectônica da Universidade de São Paulo (USP). Segundo o professor, esse processo pode gerar energia para a indústria cimenteira. “Hoje, 5% do óleo combustível da indústria cimenteira já foi substituído por energia gerada no co-processamento. Para isso, a empresa tem que ter licença ambiental e toda a estrutura para fazer o trabalho, a começar pela triagem desses resíduos. Outra vantagem do co-processamento é a redução de gases de efeito estufa”, disse.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda (Associação Mineira de Defesa do Ambiente)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-4780817099960056038?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/4780817099960056038/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=4780817099960056038' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4780817099960056038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4780817099960056038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/03/foto-de-magu.html' title='A ENERGIA QUE VEM DO LIXO'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScNxXGqM3LI/AAAAAAAAA_E/VVIKwxXfSfM/s72-c/magu+j.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-3533241598728054639</id><published>2009-03-20T07:26:00.002-03:00</published><updated>2009-03-20T07:31:30.663-03:00</updated><title type='text'>Comissão estuda soluções para frear a decadência do café</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScNwLbMiq9I/AAAAAAAAA-8/PuG9vIQp6Js/s1600-h/cafe.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScNwLbMiq9I/AAAAAAAAA-8/PuG9vIQp6Js/s400/cafe.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5315215326808550354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto de Fernando Donasci&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Comissão de Política Agropecuária e Agroindustrial da Assembléia Legislativa de Minas Gerais realizou, nessa terça-feira (17/03), reunião ordinária para discutir a atual crise enfrentada pelos cafeicultores e as reivindicações do setor. Além da comissão, formada pelos deputados Vanderlei Jangrossi (PP), presidente; Antônio Carlos Arantes (PSC), vice; Domingos Sávio (PSDB) e Carlos Gomes (PT), representantes do setor também acompanharam a discussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Deputado Carlos Gomes lembrou que a desvalorização do preço do café no mercado já era realidade antes mesmo da crise econômica mundial, que agravou ainda mais a situação da cafeicultura. Além de fazer um retrospecto dos prejuízos, a Comissão elogiou a mobilização do setor para tentar reverter a situação. A Marcha pelo Café, organizada pelo Movimento SOS Cafeicultura, na última segunda-feira (16/03), foi citada como exemplo da união e organização dos produtores de café.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ato púbico, em defesa da cafeicultora, conseguiu reunir cerca de 30 mil pessoas no centro de Varginha. Produtores e trabalhadores rurais protestaram contra a política do governo federal. Entre as propostas que o setor produtivo faz a equipe econômica do governo está o pedido de transformação dos débitos dos cafeicultores em produtos, ou seja, que o governo aceite sacas de café como pagamento de dívidas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comissão aprovou os dois requerimentos que estavam na pauta do dia. Um deles trata da confirmação da visita da Comissão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para intermediar junto ao governo soluções para recuperar o setor. O outro pedido aprovado se refere à união, em defesa da cafeicultura, da Comissão de Política Agropecuária e Agroindustrial e da Comissão de Turismo, Indústria, Comércio e Cooperativismo, para a continuidade das discussões através de audiência pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-3533241598728054639?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/3533241598728054639/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=3533241598728054639' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/3533241598728054639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/3533241598728054639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/03/comissao-estuda-solucoes-para-frear.html' title='Comissão estuda soluções para frear a decadência do café'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScNwLbMiq9I/AAAAAAAAA-8/PuG9vIQp6Js/s72-c/cafe.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-2884053547744331003</id><published>2009-03-20T07:10:00.004-03:00</published><updated>2009-03-20T07:26:52.313-03:00</updated><title type='text'>Desmatamentos na Amazônia podem causar tempestades no sudeste do Brasil</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScNt1CjzbeI/AAAAAAAAA-0/52O8tgFEMwc/s1600-h/formacao_cbs.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScNt1CjzbeI/AAAAAAAAA-0/52O8tgFEMwc/s400/formacao_cbs.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5315212743214853602" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Fotos: arquivo de Gérard Moss&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O ambientalista Gérard Moss realiza nesta quarta-feira (18/03), às 11 horas, em Pinheiros/SP, uma coletiva de imprensa para anunciar a conclusão dos cientistas sobre sua expedição “Rios Voadores”. Na continuidade do projeto “Brasil das Águas”, que realizou levantamento da qualidade das águas doces do país, o explorador apresenta o pré-resultado de sua mais nova aventura. Gérard acaba de completar uma série de viagens aéreas pela Amazônia, onde coletou amostras de vapor de água para descobrir a origem das chuvas no Centro-Oeste, Sudeste e no Sul do Brasil.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScNt1GpYcGI/AAAAAAAAA-s/OFSvBjMxJ5g/s1600-h/coleta_de_umidade.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScNt1GpYcGI/AAAAAAAAA-s/OFSvBjMxJ5g/s400/coleta_de_umidade.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5315212744311992418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os estudos indicam que a evapotranspiração na região – soma da evaporação e transpiração da vegetação e do solo – tem contribuído para o aumento no volume de chuva no sudeste do país. De acordo com Rosana Grant, assessora de comunicação do projeto “Rios Voadores”, a avaliação científica das 500 amostras de água de chuva serviram para garantir que expedição está no caminho certo. “Os especialistas alertam que não se pode derrubar mais nenhuma árvore da Amazônia. Como um rio voador, o vapor da água liberado pela floresta é levado pelo vento”, explica ela. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScNt0h9-rKI/AAAAAAAAA-k/nIjVHshSWsY/s1600-h/casas_no_rio_madeira.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScNt0h9-rKI/AAAAAAAAA-k/nIjVHshSWsY/s400/casas_no_rio_madeira.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5315212734466272418" /&gt;&lt;/a&gt;“O projeto tem a intenção de examinar a proporção de efeitos, estabelecendo relação entre os desmatamentos e queimadas da Amazônia com as mudanças climáticas”, diz Gérard Moss. A expedição, realizada num avião que dispõe de pequeno coletor externo para captar o ar do ambiente, ainda não tem data definida para terminar. Gérard vai continuar colhendo gotinhas de água nas massas de ar para as análises detalhadas dos cientistas. O piloto também espera que a população entenda a importância da Amazônia e como a degradação ambiental pode ser capaz de afetar diretamente os centros urbanos. O diário de bordo do aviador está disponível no site www.riosvoadores.com.br.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScNt0X0SNUI/AAAAAAAAA-c/lWdNdA5Tpwk/s1600-h/chuva_em_brasilia.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScNt0X0SNUI/AAAAAAAAA-c/lWdNdA5Tpwk/s400/chuva_em_brasilia.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5315212731741254978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda (Associação Mineira de Defesa do Ambiente)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-2884053547744331003?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/2884053547744331003/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=2884053547744331003' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/2884053547744331003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/2884053547744331003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/03/desmatamentos-na-amazonia-podem-causar.html' title='Desmatamentos na Amazônia podem causar tempestades no sudeste do Brasil'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/ScNt1CjzbeI/AAAAAAAAA-0/52O8tgFEMwc/s72-c/formacao_cbs.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-2615114818864926529</id><published>2009-03-15T22:43:00.010-03:00</published><updated>2009-03-15T23:20:20.272-03:00</updated><title type='text'>PORQUE OS RIOS SAEM DOS LEITOS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aquecimento global, chuvas e ocupação desordenada:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;a equação das enchentes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As inundações em áreas urbanas têm sido causas de graves e onerosos problemas ambientais e sociais. Desde o final de 2008, as chuvas causaram enchentes em Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, deixando ruínas, desabrigados, mortos e feridos. Normalmente, as enchentes resultam de variações naturais no nível dos rios. No entanto, a questão que se impõe é porque, em decorrência dos temporais, alguns territórios se tornam mais suscetíveis e sofrem reincidentes tragédias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de Santa Catarina, o Vale do Itajaí, uma das regiões mais atingidas pelas chuvas no estado, a vulnerabilidade é histórica. A elevação do rio Itajaí-Açu e seus afluentes já causaram outras grandes enchentes no Vale, em 1983 e 1984. Também não é a primeira vez que a capital paulista é castigada pelas inundações do rio Tietê. Do mesmo modo, no estado do Rio de Janeiro, o aumento do volume das águas do rio Santo Antônio já afetou as mesmas cidades da Baixada Litorânea e da Região Serrana. Em Minas Gerais, graças à elevação do nível do rio Arrudas, Belo Horizonte saudou o ano novo com uma cratera na Avenida Tereza Cristina, lembrando outro alagamento que, em 1979, causou mortes e transformou a região da Estação Ferroviária num grande lago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sb207H7hWDI/AAAAAAAAA3s/RdjpXX_3bIs/s1600-h/RIOS.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sb207H7hWDI/AAAAAAAAA3s/RdjpXX_3bIs/s400/RIOS.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313602063201032242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"  &gt;Foto de Fernando Veteri&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Maria Dalce Ricas, superintendente executiva da Amda, além de não serem esquecidas, estas situações devem servir para que o poder público analise a correlação entre chuva, ocupação do solo e conseqüências dos temporais. Ela cita como exemplo as obras de canalização do rio Arrudas que, na década de 80, prometiam conter as enchentes. “Na época, o projeto foi questionado pela visão pontual, sem estudos e definição de outras medidas necessárias, como o controle do uso do solo. O poder público anunciou ter resolvido o problema para os próximos 100 anos, mas a ocupação irregular e impactante do solo continuaram”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor de Sistemas de Drenagem, do Departamento de Engenharia Hidráulica e Recursos Hídricos da UFMG, Mário Cicarelli Pinheiro, também acredita que a chuva não é a única causa de inundações. Para ele, o fator de risco é mesmo a ocupação desordenada. O professor explica que a retirada da vegetação, a ocupação irregular em leitos e canais fluviais e consequente assoreamento dos rios prejudica a drenagem de água, como é o caso do Ribeirão Arrudas, que teve fundos de córregos ocupados com avenidas e canalizações, potencializando as enchentes. “Para evitar transbordamentos em regiões metropolitanas seria necessário construir canalizações maiores, o que fica difícil depois que a cidade já está com a malha urbana implantada. Neste caso, as soluções se tornam paliativas”. Segundo o professor, a construção dos chamados “piscinões” (bacias de contenções), como a Barragem Santa Lúcia, no bairro Cidade Jardim, são recursos que podem atenuar o problema. “O lago serve para conter enchentes e regular a vazão das águas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opinião do fundador do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco e coordenador do Projeto Manuelzão, professor Apolo Heringer Lisboa, a saída é alterar a dinâmica social e da engenharia na construção urbana. Ele fala da necessidade de repermeabilizar o solo e compensar áreas já impermeabilizadas com pequenas obras, a fim de facilitar a percolação das águas das chuvas em cada moradia e quarteirão, e não sua drenagem forçada para canais. “As canalizações de rios e córregos urbanos produzem um efeito cumulativo e sinérgico de bombas d'águas. As margens de rios e córregos devem escoar em leito natural. As várzeas para as cheias sazonais podem ser parques e áreas de lazer para a população”, opina ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, a (re)integração das águas no cenário urbano depende de estudos e programas de recuperação ambiental. Belo Horizonte possui um Plano Diretor de Drenagem (Drenurbs) para cuidar de fundos de vale. O engenheiro José Roberto Borges Champs, que coordenou por cindo anos o Drenurbs, explica como seria possível evitar alagamentos no Ribeirão Arrudas. “A solução não pode se concentrar apenas no canal. É preciso atuar em toda a bacia. O Ribeirão Arrudas pertence à Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas e abrange uma área de quase 200 Km². Em toda essa extensão devem ser realizados trabalhos de retenção e armazenagem das águas, antes que cheguem ao canal do Arrudas. Qualquer outra solução não vai dar certo”, diz o engenheiro, destacando que a concretagem prevista para o Ribeirão Arrudas não impedirá novas enchentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, seria preciso uma atuação efetiva em toda a bacia, com o aumento de áreas de infiltração e criação de reservatórios de retenção de cheia. Neste último caso, ele também cita a Barragem de Santa Lúcia como exemplo positivo. Para Champs, as ações previstas para o Drenurbs ainda são limitadas em termos de ação e precisam ser ampliadas. “Hoje, o Drenurbs atinge apenas o Córrego do Bom Sucesso, quando, na verdade, deveria abranger toda a bacia”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Moradias sob risco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As prefeituras municipais possuem códigos de meio ambiente, arquitetura e engenharia que servem para ordenar a expansão urbana. Entretanto, quando se trata de especulação imobiliária, nem sempre o uso adequado do solo é observado. No caso de Belo Horizonte, a expansão imobiliária, especialmente a partir dos anos 80 e 90, tomou rumos inesperados. Para o professor Mário Cicarelli, a especulação imobiliária consegue burlar o controle dos órgãos fiscalizadores alterando informalmente critérios de projetos. “Essas construções acabam contando com o reconhecimento da própria municipalidade, que passa a se responsabilizar pela urbanização de áreas, vilas e favelas, edificadas em locais inadequados”. Cicarelli cita o exemplo do Conjunto Taquaril, na região Leste de BH, que se desenvolveu ocupando áreas verdes, em margens de córregos e de encostas e, atualmente, sofre riscos de deslizamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestes casos, segundo o professor, os problemas sociais se sobrepõem aos problemas técnicos de engenharia e, por isso, as enchentes e deslizamentos se tornam inevitáveis em áreas urbanas. “Os movimentos sociais de proteção destas vilas e favelas acabam inviabilizando obras que poderiam beneficiar toda a comunidade, impedindo remanejamentos de famílias. E, quanto mais tarde o poder público intervir, mais caras serão as obras no futuro”, adverte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sb20hdAEJLI/AAAAAAAAA3k/M29a4md03Kc/s1600-h/favelas.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sb20hdAEJLI/AAAAAAAAA3k/M29a4md03Kc/s400/favelas.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313601622180635826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"  &gt;Foto de Tiago Silva&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Há vários anos, a Amda e Projeto Manuelzão vêm tentando junto aos governos do Estado e do Município, uma ação mais firme para controlar a ocupação em terrenos que ficam no entorno do Ribeirão Arrudas, em especial nos fundos de vales dos córregos Cercadinho, Bom Sucesso, Barreiro, Jatobá, Mineirão e Independência. “Em algumas dessas áreas os terrenos são de domínio público, como os trechos da fazenda do Cercadinho e Bom Sucesso, adquiridas pelo governo estadual para a proteção dos mananciais de água, quando da criação de Belo Horizonte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, por descaso de administrações passadas, estas áreas vêm sendo ocupadas, quase sempre de forma irregular”, explica o biólogo e conselheiro da Amda, Francisco Mourão Vasconcelos. Nestes casos, ele também concorda que a Prefeitura de Belo Horizonte tem estimulado as ocupações. “Nos últimos anos além de não impedir estas irregularidades, a Prefeitura tem implantando infra-estrutura básica urbana, autorizando a Copasa e a Cemig a instalarem sistema de abastecimento de água e rede elétrica nestes trechos”, salienta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aquecimento global em debate&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O climatologista Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), prevê a intensificação das chuvas em decorrência do efeito estufa. “Quanto mais quente e úmida a atmosfera, maior a tendência de chuvas mais intensas”. Diante disso, ele considera que os centros urbanos só conseguirão se adaptar a extremos climáticos como estes se houver uso adequado do solo. Ele cita o exemplo das inundações e deslizamentos que ocorreram recentemente em Santa Catarina. “Em função de repetidas enchentes do rio Itajaí-Açu, habitantes da planície de inundação do rio se mudaram para áreas de morros, desmatando a floresta. Portanto, deixaram uma área de risco e se mudaram para outra área de risco”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sb2zwMOyYTI/AAAAAAAAA3c/UI_Y5H76b6k/s1600-h/moradias+risco.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 266px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sb2zwMOyYTI/AAAAAAAAA3c/UI_Y5H76b6k/s400/moradias+risco.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313600775865393458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto de Yul Barbosa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;h1 style="font-weight: normal; font-family: trebuchet ms;"&gt; &lt;/h1&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Carlos Nobre adverte que a vegetação tem a função de moderar o efeito das chuvas. “Sem vegetação, com solos degradados e compactados, a descarga nos rios demora mais tempo para acontecer, a infiltração é diminuída e as águas pluviais chegam rapidamente aos cursos d'água gerando inundações”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perguntado se ações mundiais conjuntas podem estabilizar o efeito estufa, o climatologista explicou que o uso mais amplo de tecnologias voltadas para a eficiência energética é um meio de conter a situação. “Neste caso, as emissões globais poderiam ser reduzidas em 20%. Entretanto, o desafio é muito maior. Para que evitemos o risco de uma grande desestabilização do clima global teremos que reduzir as emissões em no mínimo 80%, até meados deste século”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O especialista acredita que este pode ser o maior desafio enfrentado pela humanidade em escala global. De acordo com ele, caso a temperatura não ultrapasse dois graus de aumento e haja estabilização, a adaptação humana diante da maior parte das mudanças climática se tornará mais fácil. Ainda assim, este valor de aquecimento deve causar impactos severos e de difícil adaptação, como o desaparecimento de espécies, de algumas ilhas (pelo aumento do nível do mar) e do gelo no oceano Ártico, ao fim do verão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Alexandre Gadelha, do 5º Distrito de Meteorologia de Belo Horizonte, as chuvas que atingiram a capital nos últimos meses não anunciam o fim do mundo. Ele explica que este é comumente um período favorável às tempestades e os volumes de chuvas equivalem ao que era esperado. “Em dezembro choveu muito, mas de forma mais espaçada. As duas enchentes ocorreram em Belo Horizonte não pelo volume de chuva, mas por dois eventos característicos que aconteceram de forma repentina. Esses eventos são problemáticos em áreas urbanas porque podem causar alagamentos”. A previsão do 5º Distrito para a Capital é de dias quentes e chuvas isoladas no final da tarde até o fim de março, quando termina a estação chuvosa. Contudo, outras tempestades fortes e repentinas, como as que causaram enchentes, não estão previstas para Belo Horizonte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Enchentes preocupam ambientalistas mineiros&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 21 de fevereiro último, a Amda e o Projeto Manuelzão se reuniram na Secretaria de Estado do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável e pediram proteção para cabeceiras e nascentes do Ribeirão Arrudas, a criação de áreas de recarga e a construção de bacias de contenção de águas de chuva em alguns de seus trechos. Deste encontro, ficou acertada a criação de um Grupo de Trabalho (GT), a ser coordenado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana (Sedru), com a participação dos municípios envolvidos (Belo Horizonte, Contagem e Ibirité), Copasa e representação das entidades ambientalistas. O GT tem como missão imediata discutir soluções emergenciais para o problema de ocupações irregulares em áreas prioritárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o biólogo e membro do Conselho Consultivo da Amda, Francisco Mourão Vasconcelos, o aumento da freqüência dos transbordamentos do ribeirão Arrudas tem, entre suas maiores causas, o avanço das ocupações em suas cabeceiras, em especial, nos bairros Olhos D’Água, Buritis, Barreiro de Cima, Jatobá e Independência. “Áreas com grande potencial para instalação de bacias de contenção estão sendo ocupadas, o que inviabilizará se não estancado o processo, a futura implantação dessas estruturas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também como forma de prevenção de enchentes, recentemente, em parceria com o IEF – Instituto Estadual de Florestas, a Amda elaborou proposta de implantação de corredores de vegetação nativa ao longo dos cursos d’água que nascem na Serra do Curral, dentro dos limites do Parque Estadual da Serra do Rola Moça e Estação Ecológica do Cercadinho.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda (Associação Mineira de Defesa do Ambiente)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-2615114818864926529?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/2615114818864926529/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=2615114818864926529' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/2615114818864926529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/2615114818864926529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/03/porque-os-rios-saem-dos-leitos.html' title='PORQUE OS RIOS SAEM DOS LEITOS'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sb207H7hWDI/AAAAAAAAA3s/RdjpXX_3bIs/s72-c/RIOS.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-3917941292001016738</id><published>2009-03-04T23:05:00.007-03:00</published><updated>2009-03-15T23:21:33.930-03:00</updated><title type='text'>O COMPROMISSO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sa80lbsRmmI/AAAAAAAAA2M/WvViyn6L-rY/s1600-h/foto+em+otima+resolucao+hugo+werneck.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 267px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sa80lbsRmmI/AAAAAAAAA2M/WvViyn6L-rY/s400/foto+em+otima+resolucao+hugo+werneck.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5309520303386368610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Hugo Werneck&lt;/span&gt; - Foto de Gabriel Araújo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hugo Werneck e Sérgio Regina. Dois homens e um objetivo em comum: a conscientização da sociedade para as soluções ambientais. Nascido em 1919, Hugo Eiras Furquim Werneck que, além da dedicação à odontologia, se tornou o ambientalista apelidado carinhosamente de “espalhador de passarinhos”, faleceu em 20 de dezembro de 2007, aos 89 anos. Quase um mês depois, em 11 de janeiro de 2009, faleceu o engenheiro agrônomo que será lembrado como defensor dos recursos naturais, especialmente das “matas ciliares” e do Rio Verde, Sérgio Mário Regina, aos 77 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O apelido de “espalhador de passarinhos” foi dado por causa de seu interesse pelas aves. Em seu esforço preservacionista, recorria à reprodução de pássaros em cativeiro para depois devolvê-los à natureza e evitar a extinção das espécies. “Hugo inquieta-se, também, com a rarefação das espécies, e por isso vem, há décadas, colhendo passarinhos onde sejam abundantes para semeá-los onde vão escasseando. Batalha para retardar a extinção”, registrou o filho de Hugo, Humberto Werneck, no conto “O espalhador de passarinhos”, que escreveu em homenagem ao pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hugo Werneck se engajou em vários projetos de conservação e educação ambiental. Em 1972, esteve na Conferência de Estocolmo e, um ano depois, ajudou a fundar o Centro Mineiro para a Conservação da Natureza, incentivando o governo do estado a criar parques ecológicos. Depois de se aposentar como odontologista, assumiu a presidência da Fundação Zoobotânica de Belo Horizonte e criou o Borboletário dessa instituição. Em vida, recebeu prêmios e medalhas em homenagem aos relevantes trabalhos realizados em prol da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista para o jornal Estado de Minas (25/10/99), Hugo articulou “Você tem que dar a conhecer a natureza. Isto é educação ambiental. Dar a conhecer de uma maneira favorável. E não dizer que está tudo estragado. Porque somos nós os autores. Somos nós os carrascos”. Dessa forma, consciente e educativa, procurou atuar no sentido de fortalecer o movimento ambientalista mineiro. Foi também conselheiro de ações de responsabilidade ambiental para o Ministério do Meio Ambiente e empresas privadas, além de presidente da Câmara de Infra-estrutura do Copam (2000).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sa80NjHjMuI/AAAAAAAAA2E/Yx05XKqOeIc/s1600-h/SERGIO+BATATAS.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 272px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sa80NjHjMuI/AAAAAAAAA2E/Yx05XKqOeIc/s400/SERGIO+BATATAS.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5309519893062955746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sérgio Regina&lt;/span&gt; - Foto arquivo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nascido em Varginha, Minas Gerais, o Dr. Regina, como era chamado pelos colegas, trilhou o mesmo caminho de Hugo Werneck, de luta pela preservação ambiental. Sérgio Regina usou seus conhecimentos de agrônomo para promover a agricultura sustentável. O secretário executivo do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Verde, Valentin Calenzani, lembra a dedicação de Sérgio Regina como extensionista rural no Estado de Minas Gerais e suas ações de planejamento para o setor agrícola. “Sérgio foi referência na divulgação das idéias ambientalistas no meio rural, ensinava ao homem do campo a trabalhar de forma adequada, cuidar da água e produzir sem degradar o meio ambiente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sérgio Regina conduziu pesquisas para o desenvolvimento de sementes e mudas, sobretudo da alface tipo lisa “Regina”, cujo nome foi dado em sua homenagem. O agrônomo trabalhou no Ministério da Agricultura, gerenciando a horticultura nacional e os Programas Nacionais de Produção e Abastecimento de Alho, Batata, Cebola e Maçã. Conforme Calenzani, nesta ocasião, Sérgio defendeu a redução da importação do alho e da cebola, que prejudicava produtores brasileiros. Entre as várias conquistas ambientais, teve participação determinante na criação do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Verde. “Por volta de 1982, junto com outras lideranças ecológicas, arrebanhou a sociedade em torno de um objetivo: melhorar a qualidade da água na bacia do Rio Verde”, recorda Calenzani. Graças ao trabalho de Sérgio Miranda foi criado um sub-comitê, que depois da Lei de Recursos Hídricos (Lei 9433), se enquadrou na Bacia Hidrográfica do Rio verde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O agrônomo promoveu inúmeras palestras, alertando os usuários da bacia para a gravidade da poluição das águas, do lixo e do esgoto, e sobre a necessidade de proteção dos cursos de água do assoreamento, por isso era conhecido como o “protetor das matas ciliares”. De acordo com seu companheiro de trabalho, Valentin Calenzani, os quatro municípios mais responsáveis pela carga poluidora da região, Caxambu, Varginha, São Lourenço e Três Corações, foram gradativamente desenvolvendo projetos para tratamento de esgoto, reduzindo assim a carga poluidora na Bacia do Rio Verde. “Essa conscientização se deu graças à atuação de Sérgio Regina, tanto no meio do povo, como junto ao governo do estado e prefeituras”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trajetória do engenheiro agrônomo foi relatada no livro “Sérgio Mário Regina: Muito Além da Semente. As cinzas de seu corpo foram lançadas em um trecho do rio Verde, no Município de Itaiandu-MG, antes do rio atingir a primeira cidade, num trecho onde as águas ainda estão limpas e sem esgoto. “Quero, mesmo após a morte, que minhas idéias continuem assustando os poluidores e incentivando aqueles que lutam pelas águas no Brasil”, pediu Sérgio ao amigo Calenzani antes de morrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na luta para reduzir o impacto negativo sobre o ambiente, Hugo Werneck e Sérgio Regina foram capazes de ligar, não só seus próprios destinos, mas os destinos de outros homens e mulheres. Estes ambientalistas buscaram desenvolver nas pessoas a consciência dos problemas ambientais. Hugo Werneck revelou seu amor pelas aves. Sérgio Regina defendeu as águas de um rio. Essas escolhas se fragmentaram em muitas outras defesas e um só compromisso: a proteção da biodiversidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: left;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda (Associação Mineira de Defesa do Ambiente)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-3917941292001016738?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/3917941292001016738/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=3917941292001016738' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/3917941292001016738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/3917941292001016738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/03/blog-post.html' title='O COMPROMISSO'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sa80lbsRmmI/AAAAAAAAA2M/WvViyn6L-rY/s72-c/foto+em+otima+resolucao+hugo+werneck.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-4443906980822402751</id><published>2009-03-04T22:52:00.008-03:00</published><updated>2009-03-04T23:04:35.762-03:00</updated><title type='text'>O FUTURO DO LIXO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sa8yghuIOvI/AAAAAAAAA10/5S53q2-NMtU/s1600-h/saco+3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 264px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sa8yghuIOvI/AAAAAAAAA10/5S53q2-NMtU/s400/saco+3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5309518020082154226" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Foto por Bag Monster&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;LEI MUNICIPAL RETIRA OS SACOS PLÁSTICOS DO COMÉRCIO DE BH&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Clientes no mundo inteiro usam de 500 bilhões a um trilhão de sacos plásticos por ano. Isto se traduz a cerca de um milhão de sacos a cada minuto em todo o globo.” Estas informações estão no site ambientalista do ator Leonardo DiCaprio (http:leonardodicaprio.org) e indicam a realidade mundial do uso do plástico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distribuído todos os dias aos milhares e gratuitamente, o saco plástico é um dos mais conhecidos problemas ambientais no mundo. Desde as décadas de 80 e 90 se tornou comum o uso de embalagens plásticas no comércio, hábito que vem sendo amplamente discutido nos dias de hoje. Cômodo para carregar as compras e útil para colocar o lixo caseiro, mas também agente poluidor de rios, oceanos, praias e aterros sanitários, o saco plástico que o consumidor recebe no supermercado e depois joga no lixo pode ficar na natureza por quase meio século.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o Departamento de Economia e Meio Ambiente do Ministério do Meio Ambiente, cada brasileiro usa cerca de 800 sacolas plásticas por ano e 80% das sacolas são reutilizadas como saquinhos de lixo. Na guerra contra os sacos plásticos, a Prefeitura de Belo Horizonte sancionou a Lei nº 9.529, determinando que até fevereiro de 2011 "o uso de saco plástico de lixo e de sacola plástica deverá ser substituído pelo uso de saco de lixo ecológico e de sacola ecológica". Isso inclui estabelecimentos comerciais privados e até mesmo órgãos e entidades do Poder Público sediados no Município.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com a regulamentação da lei, a maior parte dos centros de venda da Capital continua distribuindo sacolas plásticas aos consumidores. É o que observa a dona de casa Marli de Oliveira, 45, residente no bairro Serra. “Tenho recebido os mesmos sacos plásticos quando faço compras nos supermercados, padarias, açougues, farmácias e lojas de roupas. Até mesmo no Mercado Central, onde costumo comprar alguns produtos, nada mudou”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O superintendente da Associação Mineira de Supermercados - Amis, Adilson Rodrigues, garante que o setor está preocupado em apresentar soluções alternativas, mas que um dos entraves é a indefinição das autoridades em torno do material mais recomendado para a confecção das sacolas ecológicas. Segundo ele, ainda existem polêmicas sobre o efeito do material das sacolas oxi-biodegradáveis no meio ambiente, se podem ou não apresentar riscos e resultarem no que chamam de “poluição invisível”, contudo, ele afirma que a Amis está analisando todas as atuais tendências mundiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opinião do superintendente, que visitou supermercados na Europa, mesmo diante da comprovação de eficiência das sacolas oxi-biodegradáveis, o ideal é que o consumidor crie o hábito de ter sua própria sacola. “Usar sacolas permanentes como as de pano já é comum em países europeus, onde também já existe taxação para quem quer usar as sacolas dos supermercados. Na Inglaterra, existem incentivos, tipos de bônus, para quem devolve sacolas plásticas para reciclagem”.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sa8yOjs09XI/AAAAAAAAA1s/Xvua_mDqh7I/s1600-h/sacolapaodeacucar.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 314px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sa8yOjs09XI/AAAAAAAAA1s/Xvua_mDqh7I/s400/sacolapaodeacucar.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5309517711375922546" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"  &gt;Sacola retornável do Grupo Pão de Açúcar - Extra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;O Grupo Pão de Açúcar, que atua em Belo Horizonte com três unidades da rede de Hipermercados Extra, ainda está distribuindo as tradicionais sacolas plásticas, mas oferecem ao consumidor, a preços acessíveis, bolsas retornáveis produzidas em ráfia, material 100% reciclável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À exceção da maioria dos supermercados da Capital que, mesmo vendendo sacolas permanentes, ainda distribuem sacolas plásticas gratuitas, a rede Verdemar Supermercado e Padaria têm feito uso de sacolas oxi-biodegradáveis de forma definitiva desde julho de 2008. Conforme informações da Assessoria de Imprensa da rede, embora o custo tenha ficado um pouco maior em relação às sacolas comuns, os elogios e nível de satisfação dos clientes têm sido o grande retorno do investimento. Além disso, a rede distribui sacos feitos com materiais reciclados em parceria com fabricantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, também tramita na câmara de vereadores de Divinópolis-MG um projeto que irá propor a substituição de sacolas plásticas por sacolas oxi-biodegradáveis. Antecipando-se a lei, as lojas da rede ABC, que atuam na região, já usam as sacolas oxi-biodegradáveis. “Além disso, disponibilizamos sacolas retornáveis confeccionadas em tecido de fibras naturais”, diz Rogério Simões, analista de suprimentos da Rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Analista explica que o custo das oxi-biodegradáveis ficou 15% mais alto que as sacolas tradicionais. Entretanto, a capacidade da nova embalagem para suportar até nove quilos eliminou o hábito dos clientes de colocar uma sacola dentro da outra para reforçar. “O consumidor carrega mais produtos dentro de uma única sacola, ao invés de duas ou três, e o custo elevado foi diluído em aproximadamente 20%”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme a Academia Australiana de Ciência, o termo biodegradável significa que uma substância é capaz de ser decomposta em substâncias mais simples através das atividades dos organismos vivos. No entanto, o processo de aceleração que envolve os plásticos oxi-biodegradáveis tem gerado polêmica. De um lado, os representantes da indústria do plástico que alegam falta de legislação específica para regulamentar o uso de oxi-biodegradáveis no Brasil, do outro, os novos fornecedores garantindo que, ao contrário do plástico convencional, o tempo de deteorização deste material na natureza é de aproximadamente 18 meses. De qualquer forma, o prazo para a adaptação à nova lei já está sendo contado e será indispensável estabelecer, com urgência, o que será menos prejudicial para o meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"  &gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para o jornal Ambiente Hoje , da Amda - Associação Mineira de Defesa do Ambiente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-4443906980822402751?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/4443906980822402751/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=4443906980822402751' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4443906980822402751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4443906980822402751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/03/clientes-no-mundo-inteiro-usam-de-500.html' title='O FUTURO DO LIXO'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/Sa8yghuIOvI/AAAAAAAAA10/5S53q2-NMtU/s72-c/saco+3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-5372770035444680021</id><published>2009-02-04T10:25:00.007-02:00</published><updated>2009-03-02T19:22:07.547-03:00</updated><title type='text'>CHUVAS QUE REGAM A TERRA</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Apolo Heringer Lisboa fala que as chuvas são bênçãos do céu &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Crédito da imagem:Edson Costa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SYmJzAY1gOI/AAAAAAAAA00/01x_n2P_Zd0/s1600-h/bencaos+do+ceu.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 282px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SYmJzAY1gOI/AAAAAAAAA00/01x_n2P_Zd0/s400/bencaos+do+ceu.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298917945948602594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Situações de chuvas fortes, como as que estão acontecendo nos últimos meses, registram enchentes, desabamentos e destruição; deixam desabrigados e provocam mortes, além da interrupção do fornecimento de água e energia elétrica em vários municípios. Para o fundador do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco e coordenador do Projeto Manuelzão, professor Apolo Heringer Lisboa, as chuvas já eram esperadas e são dádivas do céu. Segundo ele, suas conseqüências desastrosas são provenientes de atitudes humanas inadequadas. Em entrevistada ao AMBIENTE HOJE, o ambientalista mineiro analisa como os aspectos físicos e de ocupação urbana estão correlacionados às conseqüências das chuvas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Crédito da imagem: Wagner Ziegelmeyer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SYmJd_-gcZI/AAAAAAAAA0s/wDyQvtAXiOA/s1600-h/apolo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 380px; height: 267px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SYmJd_-gcZI/AAAAAAAAA0s/wDyQvtAXiOA/s400/apolo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298917585060917650" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;"As chuvas são bondades puras. Nós é que não estamos preparados para recebê-las". (professor Apolo Heringer Lisboa)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Em sua opinião, as chuvas fortes que atingem grande parte do país indicam o agravamento da crise climática?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não. São chuvas esperadas, cuja intensidade ondula ao longo das décadas e séculos. As chuvas são bondades puras. Nós é que não estamos preparados para recebê-las. Fomos deseducados para maldizer as águas. Os problemas que ocorrem não são causados pelas chuvas, mas pelos nossos erros e falta de sabedoria. A chuva é apenas a gota d´água para algumas de nossas tragédias sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No caso de Belo Horizonte, a ocupação desordenada do solo é agravante para as conseqüências catastróficas das chuvas (enchentes e desabamentos). Por que isso ocorre e como poderia ser amenizado/evitado?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ocupação e o uso do solo são feitos são feitos numa lógica perversa. Isso em função da especulação imobiliária, da priorização viária para automóveis, e visando maximizar lucros. Ou seja, ocupando os espaços das águas, com atitudes hidrófobas de drenagem compulsiva, desrespeitando conhecimentos de gestão das águas acumulados pela humanidade, a água se torna instrumento de tragédias que são determinadas pelas ações humanas. As canalizações de rios e córregos urbanos tão comuns produzem o efeito cumulativo e sinérgico de bombas d'águas. A solução é alterar esta dinâmica social e da engenharia na construção urbana, repermeabilizar o solo, compensar as áreas impermeabilizadas com pequenas obras para facilitar a percolação das águas das chuvas em cada moradia e quarteirão, e não sua drenagem forçada para canais. As margens de todos os nossos rios e córregos são direito das águas, que devem escoar em leito natural. As várzeas para as cheias sazonais podem ser parques e áreas de lazer para a população.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-5372770035444680021?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/5372770035444680021/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=5372770035444680021' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/5372770035444680021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/5372770035444680021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2009/02/chuvas-que-regam-terra.html' title='CHUVAS QUE REGAM A TERRA'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SYmJzAY1gOI/AAAAAAAAA00/01x_n2P_Zd0/s72-c/bencaos+do+ceu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-8410178933828303605</id><published>2008-12-26T20:39:00.012-02:00</published><updated>2008-12-26T21:42:50.489-02:00</updated><title type='text'>AVENTURAS NA NATUREZA</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Serras e parques mineiros fortalecem o mapa turístico do Brasil&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É chegado o momento das férias e os roteiros ecológicos são opções freqüentes nos programas de viagens. Minas Gerais, de norte a sul, se torna território do ecoturismo. São paisagens surpreendentes, sítios arqueológicos e caminhos trilhados por colonizadores. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Minas Gerais possui sete Parques Estaduais abertos à visitação. Um deles é o Parque Estadual do Ibitipoca, na Zona da Mata, a 241 km de Belo Horizonte (BH), com praias naturais e espécies em extinção como a onça parda e o lobo guará. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Foto de Glauco Umbelino&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SVVk2ZxYOhI/AAAAAAAAA0I/9DQ9LP0a5mI/s1600-h/ibitipoca.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284240623582853650" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SVVk2ZxYOhI/AAAAAAAAA0I/9DQ9LP0a5mI/s400/ibitipoca.jpg" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Parque Estadual do Ibitipoca/MG&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Localizado nos municípios de Mariana e Ouro Preto, a 100 km da Capital, o Parque Estadual do Itacolomi também é habitat de expressiva fauna (macacos, tatus e capivaras). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já o Parque Estadual de Nova Baden guarda a beleza da cachoeira Sete Quedas, de jequitibás, jacarandás, bromélias e orquídeas. Localiza-se em Lambari, região do Circuito das Águas que tem uma boa infra-estrutura para visitantes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E por falar em água, o Parque Estadual do Rio Doce possui quarenta lagoas, entre elas a Dom Helvécio, onde se pode pescar, nadar e andar de barco. Está situado no Vale do Aço, a 249 km de BH. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outro que possui praias fluviais com areais brancas é o Parque Estadual do Rio Preto, na Serra do Espinhaço, a 355 km da capital. Destacando-se como paraíso botânico, o Parque Estadual da Serra do Brigadeiro fica na Mata Atlântica, a 290 km de BH, possui vales, chapadas, encostas, cursos d’água e picos cobertos por neblina. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Foto de Arthur Tahara&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SVVj6DZ8qyI/AAAAAAAAA0A/f3ASyzRvY_I/s1600-h/trilha+pestadual+do+rio+preto.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284239586786847522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 261px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SVVj6DZ8qyI/AAAAAAAAA0A/f3ASyzRvY_I/s400/trilha+pestadual+do+rio+preto.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt; Trilha no Parque Estadual do Rio Preto&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O mais próximo de BH é o Parque Estadual da Serra do Rola Moça. Fica nos arredores de Nova Lima e Ibirité, possui vastos mananciais e vegetação de colorido impressionante. Coordenadas de onde ficar e como chegar aos parques estaduais mineiros estão disponíveis no site www.ief.mg.gov, do Instituto Estadual de Florestas – IEF. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OUTROS RECANTOS ECOLÓGICOS DE MINAS&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além de unidades de conservação, as montanhas mineiras abrigam outros municípios com encantos naturais. Carrancas é um desses lugares, que atraem pela natureza exuberante. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#333333;"&gt;Imagem de Anderson, Néia e Giulia. Disponível em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#333333;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SVVidCG_CdI/AAAAAAAAAz4/Ed3KHhWv_iQ/s1600-h/carrancas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284237988711041490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SVVidCG_CdI/AAAAAAAAAz4/Ed3KHhWv_iQ/s400/carrancas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Carrancas - MG&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com acesso pela BR-381, Carrancas fica no Sul de Minas, tem quatro mil habitantes e está a 295 km de BH. A cidade tem área para camping, passeios a cavalo, trilhas, igrejas barrocas e cachoeiras. O site http://www.carrancas.com.br relaciona atrações e pousadas disponíveis.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;Crédito da imagem: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/people/blogdochuchu/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;http://www.flickr.com/people/blogdochuchu/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SVVgXhN_KSI/AAAAAAAAAzw/6xXgw8fuKKs/s1600-h/serradapiedade.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284235694959438114" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SVVgXhN_KSI/AAAAAAAAAzw/6xXgw8fuKKs/s400/serradapiedade.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; &lt;strong&gt;Santuário Nossa Senhora da Piedade - Caeté - MG&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais um destino de ecoturistas, Caeté, que em tupi-guarani significa “Mata Virgem”, se localiza a 50 km de BH. Foi palco da Guerra dos Emboabas. Lá também estão o santuário católico da Serra da Piedade e o Observatório Astronômico da UFMG. O roteiro de Caeté inclui vistas deslumbrantes, mountain bike e alpinismo na “Pedra Branca”, bloco de pedra com 60 metros de altura. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Foto: Leandro Reis&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SVVfgqgWHaI/AAAAAAAAAzo/k3I6MQVcN3w/s1600-h/escalapedra.jpg"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284234752559553954" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SVVfgqgWHaI/AAAAAAAAAzo/k3I6MQVcN3w/s400/escalapedra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Alpinismo em bloco de pedra com 60 metros de altura - Pedra Branca - MG&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Crédito da Imagem &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/people/blogdochuchu/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;http://www.flickr.com/people/blogdochuchu/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SVVfQ7D1U_I/AAAAAAAAAzg/8ahJx1WQseE/s1600-h/santuarionossasenhoradapiedadecaete.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284234482125460466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SVVfQ7D1U_I/AAAAAAAAAzg/8ahJx1WQseE/s400/santuarionossasenhoradapiedadecaete.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Santuário Nossa Senhora da Piedade - Caeté - MG&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na continuidade dos roteiros ecológicos, o Circuito da Serra do Cabral possui grande valor arqueológico. No centro-norte de Minas, abriga cavernas e lapinhas onde, a cerca de 350 anos atrás, viveram povos nômades que registraram por ali muitas pinturas rupestres. São abundantes trilhas que podem ser percorridas a pé, como as que levam à Serra do Espinhaço e as águas termais. Estas águas, com temperatura de 30 graus, ficam nos Distritos de Santa Bárbara e Curimataí e muicípios de Augusto de Lima e Buenópolis. As cidades que integram o circuito possuem hotéis e pousadas e o acesso é possível pela BR-040, BR-365, e MG-208. No portal de turismo, MinasTour - http://www.minastour.com.br, é possível escolher onde ficar. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;Crédito da imagem: iagothecomedy. Disponível em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SVVeY7qrE-I/AAAAAAAAAzY/GeY2rsVDR9I/s1600-h/serra+do+cabral.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284233520215692258" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SVVeY7qrE-I/AAAAAAAAAzY/GeY2rsVDR9I/s400/serra+do+cabral.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Serra do cabral - Corinto Mg&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para o jornal Ambiente Hoje  da Amda&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-8410178933828303605?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/8410178933828303605/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=8410178933828303605' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/8410178933828303605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/8410178933828303605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/12/aventuras-na-natureza.html' title='AVENTURAS NA NATUREZA'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SVVk2ZxYOhI/AAAAAAAAA0I/9DQ9LP0a5mI/s72-c/ibitipoca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-6373971321439051492</id><published>2008-12-20T00:52:00.008-02:00</published><updated>2008-12-22T19:27:32.617-02:00</updated><title type='text'>Desafios para a proteção ambiental em Minas Gerais</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;Foto de Cláudia Tavares. Disponível em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SUxmmM2JTsI/AAAAAAAAAzQ/ztrNEBtxP-w/s1600-h/2409680155_c838facab8_b.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5281709269468139202" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SUxmmM2JTsI/AAAAAAAAAzQ/ztrNEBtxP-w/s400/2409680155_c838facab8_b.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SUxf1GPYUaI/AAAAAAAAAy4/1IUT8sI9X6k/s1600-h/3069046989_bc63a17751_o.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Serra da mantiqueira/MG. O desafio de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;preservar &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesta sexta-feira, 19 de dezembro, o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), José Carlos Carvalho, divulgou um balanço das principais ações ambientais em Minas e os planos do governo para 2009. O Protocolo de Intenções firmado entre o governo mineiro e o setor sucroalcooleiro, que prevê a redução do uso da queima nas colheitas da cana de açúcar, deve se transformar em Deliberação Normativa do Copam. Essa foi uma das projeções do secretário para o próximo ano.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outra novidade citada foi a aprovação, esta semana, do Projeto de Lei 1.269/2007, que institui a Política Estadual de Resíduos Sólidos. Para José Carlos, comerciantes e produtores poderão ser mais envolvidos na destinação do lixo gerado pelo consumo, numa espécie de “mecanismo reverso”. “A responsabilidade do lixo não é só do governo. Atualmente, a Avenida Paraná, em Belo Horizonte, precisa ser varrida seis vezes ao dia. Já houve tempo em que era preciso varrê-la onze vezes ao dia”, disse ele, exemplificando sobre o valor de toda a sociedade aprender a cuidar melhor do lixo gerado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais inovações, como a cobrança do uso da água na bacia do Rio das Velhas e a parceria do Estado com o Departamento de Estradas e Rodagens (DER) para conciliar construção de estradas e preservação ambiental, também foram mencionadas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dos êxitos de 2008, o secretário fez referência à conclusão do Zoneamento Ecológico Econômico – ZEE (disponível no site www.zee.mg.gov.br) e do Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa no Estado, além do cadastramento de 180 mil usuários das bacias hidrográficas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ainda de acordo com o secretário, em seis anos o governo mineiro aumentou cerca de 500% o orçamento destinado ao meio ambiente - de R$ 70 milhões em 2002 para R$ 340 milhões em 2008. A verba de 2008 foi aplicada em Projetos Estruturadores, como o de “Conservação do Cerrado e Recuperação da Mata Atlântica”, onde foram gastos mais de R$ 33 milhões. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para a regularização fundiária foram investidos cerca de R$ 25 milhões e adquiridos quase 32 mil hectares. O secretário citou os Parques Estaduais da Lapa Grande, no Norte de Minas, do Sumidouro, em Lagoa Santa, e o do Pico do Itambé, na região do Alto Jequitinhonha, como exemplos de aplicação destes recursos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Questionado sobre a integração da gestão de recursos hídricos com a gestão ambiental, o secretário disse que é meta da Semad para o próximo ano efetivar a conexão de Comitês de Bacias Hidrográficas com Unidades Regionais Colegiadas (URCs). “Teremos uma base única de informações geo-referenciais. Serão dois trilhos em um só trem”, garantiu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“67% do território mineiro já foi desmatado. Temos 33% do território coberto com mata nativa”, disse o secretario, avaliando que foram várias conquistas, mas que os desafios para a proteção ambiental em Minas Gerais continuam em 2009. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-6373971321439051492?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/6373971321439051492/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=6373971321439051492' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/6373971321439051492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/6373971321439051492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/12/desafios-para-proteo-ambiental-em-minas.html' title='Desafios para a proteção ambiental em Minas Gerais'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SUxmmM2JTsI/AAAAAAAAAzQ/ztrNEBtxP-w/s72-c/2409680155_c838facab8_b.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-8240499236840961242</id><published>2008-12-15T20:57:00.017-02:00</published><updated>2008-12-18T17:08:01.831-02:00</updated><title type='text'>ARTE: CHAMARIZ DO MEIO AMBIENTE</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SUbn3IplowI/AAAAAAAAAyw/hlMbf2tzhVk/s1600-h/dialogos+possiveis.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280162547539223298" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 321px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SUbn3IplowI/AAAAAAAAAyw/hlMbf2tzhVk/s400/dialogos+possiveis.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt; Dialogos possiveis instalacao de Fabrício Fernandino na represa de Biribiri Diamantina/MG 2005. Fotografia Paulo Baptista&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Fabrício Fernandino garante e&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;spaços no museu para defender a&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;natureza&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SUblRMTmT_I/AAAAAAAAAyo/nIEGmT6l5-o/s1600-h/cemig.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280159696662450162" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 278px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SUblRMTmT_I/AAAAAAAAAyo/nIEGmT6l5-o/s400/cemig.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Créditos das imagens: Arquivo do artista e do MHNJB-UFMG&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sobrevivendo ao crescimento da metrópole, uma preciosidade da natureza abriga em Belo Horizonte importantes espécies da fauna e flora brasileira. Para administrar o Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG, um espaço que conta com 600 mil metros quadrados de área verde, nascentes e lago artificial, seu diretor Fabrício Fernandino, tem priorizado a educação ambiental. Ele explica que o espaço do Museu tem sido utilizado para a conexão arte-ciência, com foco na promoção de práticas ambientais que contribuam para a preservação da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SUbk1hOwRlI/AAAAAAAAAyg/bJ4KsoQQr9U/s1600-h/diretor+do+museu+com+frans+krajcberg.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280159221242938962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 268px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SUbk1hOwRlI/AAAAAAAAAyg/bJ4KsoQQr9U/s400/diretor+do+museu+com+frans+krajcberg.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Fabrício e o artista e ativista ecológico Frans Krajcberg&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Valendo-se da arte como proposta de educação ambiental, Fabrício tem promovido exposições como as de Frans Krajcberg, artista de origem polonesa, brasileiro de coração e ativista ecológico, que revela em suas obras a degradação das florestas do Brasil. Assim como Krajcberg, Fabrício Fernandino, que também é professor de Belas Artes, pintor e escultor, tem a relação entre o ser humano e o meio ambiente como inspiração de seus trabalhos. Nesta entrevista ao Ambiente Hoje, Fabrício fala de seus anseios em transformar a arte em instrumento de sensibilização e conscientização ambientais. &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SUbkwcKWGYI/AAAAAAAAAyY/a3TWfEG0LpA/s1600-h/o+jogo.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280159133982923138" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 252px; CURSOR: hand; HEIGHT: 383px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SUbkwcKWGYI/AAAAAAAAAyY/a3TWfEG0LpA/s400/o+jogo.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt; “O jogo”, escultura do atista com 21 pedras de granito&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Você associa “O jogo”, uma escultura sua feita com 21 pedras de granito, aos seus questionamentos sobre a intenção humana no Planeta Terra. Para você, é possível harmonizar desenvolvimento econômico e proteção ambiental?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao mesmo tempo em que os avanços adquiridos no século XX serviram para mostrar ao ser humano que a natureza pode ser aliada do conhecimento e do desenvolvimento, também colocou a busca pela riqueza e pelo dinheiro no centro de tudo. Por isso, no século XXI, a conscientização ambiental se tornou uma questão de sobrevivência do planeta. Para acumular riquezas a qualquer preço, determinados segmentos empresariais tomam rumos que não se justificam mais. Somas volumosas são acumularas explorando compulsivamente a natureza. Esse jogo de força, de poder, tem de ter solução em favor da vida. Essa é a metáfora implícita em me trabalho “O jogo”. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SUbknA3V_PI/AAAAAAAAAyQ/nlb0MmTSo9E/s1600-h/pedra+saturnina.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280158972036644082" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 254px; CURSOR: hand; HEIGHT: 370px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SUbknA3V_PI/AAAAAAAAAyQ/nlb0MmTSo9E/s400/pedra+saturnina.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;“Pedra Saturnina”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em outra criação artística sua, batizada de “Pedra Saturnina”, você questiona a ação do homem sobre a natureza. Enquanto sua obra mostra o Mercúrio em pedras de granito, você reflete sobre esse elemento químico que pode contaminar a água a vida quando mal utilizado. Para você, o aquecimento global pode ser considerado um exemplo da ação inconseqüente do homem no planeta?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Planeta Terra é um ser vivo e todos os seres que aqui vivem estão interligados. A sobrevivência de uma espécie depende da outra. Imagine um grande relógio. Esse relógio só funciona com normalidade se puder contar com todas as suas peças. O homem está corrompendo esse mecanismo da natureza e a Terra está dando respostas. Poluição, efeito estufa, derretimento das geleiras e aquecimento global são conseqüências. O que estamos presenciando são reações da natureza. Ainda assim, sou esperançoso. Eu acredito que o ser humano tem condição de reverte essa situação, usando sua tecnologia e o seu conhecimento em favor da vida. E, assim, continuar participando na evolução do universo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SUbjMzUlcKI/AAAAAAAAAxw/j8lgR7UnDu4/s1600-h/torre.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280157422212968610" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 253px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SUbjMzUlcKI/AAAAAAAAAxw/j8lgR7UnDu4/s400/torre.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;“Torre”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;“Torre”, um mais um trabalho artístico seu, remete à instabilidade arquitetônica e a desorganização do espaço público nas metrópoles. Em sua opinião, qual é a importância de plantar árvores e manter parques nas cidades? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A ausência da natureza no espaço urbano torna os habitantes da cidade obtusos e alheios à realidade. E, ao contrário, o contato do ser humano com a natureza pode despertá-lo para a percepção de si mesmo e do mundo que o cerca. As árvores e toda a natureza estão associadas à própria vida e podem gerar mudanças comportamentais, podem sensibilizar. Em razão disso, é importante para o ser humano conviver com espaços naturais, ou mesmo plantar uma árvore em frente de casa, cultivar uma horta no quintal ou vasos de flores. São pequenos espaços verdes que exercitam o cuidar, abrigam A vida e possibilitam transformações de nossa maneira de sentir. Citando o eterno poeta das crianças: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”. Neste sentido, imagine a grandeza das florestas, de todos os espaços naturais convivendo em equilíbrio, e a nossa percepção de que todos os seres da natureza são tão importantes quanto nós (talvez até mais importantes, porque conseguem facilmente viver com harmonia entre si).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG tem oferecido cursos, atividades, oficinas e exposições de arte em favor da conscientização ambiental. É missão do artista realizar ações de proteção à natureza?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Promover consciência ambiental coletiva é missão não só do artista, mas dos homens de boa vontade. Cada profissional, atuando em seu segmento, tem responsabilidades importantíssimas no processo de informação social. Nós, humanos, corremos o risco de dizimar a raça humana e um conjunto de ecossistemas terrestres. O que, infelizmente, pode começar a acontecer nos próximos cinqüenta anos, se a tendência de continuidade da degradação ambiental for mantida. Sou artista e acredito no potencial transformador da arte, que tem uma interface amigável e pode promover conhecimento com sensibilização. a arte tem o poder de motivar consciência diferenciada, não cartesiana, trabalha no plano dos sentimentos e dos desejos, da fruição estética e do prazer. Valer-se da a arte para despertar consciência ecológica é o mesmo que criar possibilidades, de forma delicada, para mudanças de comportamento nas pessoas. A arte é uma proposta, uma forma de educar para um convívio mais ético, humano e sensível.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para o Jornal Ambiente Hoje da Amda - Assoiação Mineira de Defesa do Ambiente&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-8240499236840961242?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/8240499236840961242/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=8240499236840961242' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/8240499236840961242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/8240499236840961242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/12/arte-chamariz-do-meio-ambiente.html' title='ARTE: CHAMARIZ DO MEIO AMBIENTE'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SUbn3IplowI/AAAAAAAAAyw/hlMbf2tzhVk/s72-c/dialogos+possiveis.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-5096378752307581970</id><published>2008-12-15T20:40:00.002-02:00</published><updated>2008-12-18T17:14:29.845-02:00</updated><title type='text'>Plano para as águas de Minas</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Imagem: velhochico.net&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SUbdObwyUvI/AAAAAAAAAxg/eq0emo_F96Q/s1600-h/1510317226_996aa6fab2_o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280150853178774258" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SUbdObwyUvI/AAAAAAAAAxg/eq0emo_F96Q/s400/1510317226_996aa6fab2_o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Terminou hoje (10/12), no Dayrell Minas Hotel, em Belo Horizonte, a primeira etapa do Plano Estadual de Recursos Hídricos de Minas Gerais - PERH/MG. Foram realizadas nove consultas públicas, em diversas regiões de Minas, com o objetivo de coletar sugestões da população sobre a gestão das águas no Estado. Para a diretora de Gestão de Recursos Hídricos do Igam, Luiza de Marillac Camargos, a participação social simbolizou o avanço na implantação do planejamento hídrico.&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A diretora explicou que a primeira consulta teve caráter informativo e consultivo. Já a segunda etapa, prevista para ocorrer entre os meses de maio e junho de 2009, será propositiva, discutindo propostas, programas e planejamentos. O resultado dos encontros será apresentado na última etapa, através de diretrizes, metas e programas para a gestão das águas em Minas. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para o coordenador do Plano pelo Consórcio Holus, Fernando Rodriguez, o plano vai se concretizar em longo prazo e constituir, através de suas etapas, a visão do conjunto dos problemas de cada bacia. “Serão 27 consultas públicas, envolvendo sociedade, poder público e cientistas. Teremos que avaliar o que é politicamente viável, de consenso social e tecnicamente fundamentado”, considerou.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os grupos discutiram temas que envolvem a qualidade e quantidade das águas subterrâneas e superficiais, as diferentes vazões das bacias, a importância de harmonizar políticas de recursos hídricos com políticas setoriais das hidrelétricas, das atividades agrícolas, agropecuárias e de mineração. “A água não pode ser fator restritivo ao desenvolvimento do Estado”, opinou Fernando Rodriguez, ressaltando que os resultados podem definir cenários de desenvolvimento econômico com sustentabilidade ambiental.  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A elaboração do documento terá um investimento de cerca de R$ 3 milhões e a previsão de conclusão é para dezembro de 2009. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-5096378752307581970?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/5096378752307581970/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=5096378752307581970' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/5096378752307581970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/5096378752307581970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/12/plano-para-as-guas-de-minas.html' title='Plano para as águas de Minas'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SUbdObwyUvI/AAAAAAAAAxg/eq0emo_F96Q/s72-c/1510317226_996aa6fab2_o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-9073082997135188461</id><published>2008-12-04T07:18:00.002-02:00</published><updated>2008-12-04T07:23:56.376-02:00</updated><title type='text'>Impactos ambientais dos sistemas agrossilvipastoris em análise</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;Foto de Carlos Villalba. Disponível no &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/STegigPr9WI/AAAAAAAAAw4/qD37gzhJz0Y/s1600-h/2344997225_bdbee86e53_o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275862003119551842" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/STegigPr9WI/AAAAAAAAAw4/qD37gzhJz0Y/s400/2344997225_bdbee86e53_o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Continuam em debate as novas regras de redução de classe e simplificação de processos de licenciamento para sistemas agrossilvipastoris – interação de áreas de pastagens com outros tipos de espécies, como árvores – para o Estado de Minas Gerais. O tema foi destaque na pauta de discussões da 9ª Reunião da CNR – Câmara Normativa e Recursal do Copam – Conselho Estadual de Política Ambiental, nesta quarta-feira (03/12). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Câmara está analisando normas de regularização ambiental específicas para este processo produtivo, atualizando artigos da DN 74 - Deliberação Normativa de 2004, que já estabelecia critérios de classificação e licenciamento ambiental de atividades modificadoras do meio ambiente. De acordo com Shelley de Souza Carneiro, secretário adjunto da Semad – Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e presidente da CNR, as adaptações pretendem modernizar instrumentos de gestão ambiental em Minas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A fim de avaliarem as novas propostas, a assessora jurídica da Amda, Cristina Chiodi, a promotora Shirley Fenzi Bertão, da Procuradoria Geral de Justiça, e Ana Paula Bicalho, da Faemg – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais, pediram vistas da Minuta que altera os artigos da DN 74. Shelley de Souza Carneiro garantiu que será marcada nova reunião, ainda este ano, para que a CNR decida o que pode ser passível de licenciamento e quais serão os limites para a redução de classe das atividades agrossilvipastoris.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-9073082997135188461?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/9073082997135188461/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=9073082997135188461' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/9073082997135188461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/9073082997135188461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/12/impactos-ambientais-dos-sistemas.html' title='Impactos ambientais dos sistemas agrossilvipastoris em análise'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/STegigPr9WI/AAAAAAAAAw4/qD37gzhJz0Y/s72-c/2344997225_bdbee86e53_o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-3306878438897481916</id><published>2008-11-29T08:10:00.007-02:00</published><updated>2008-12-12T23:24:22.488-02:00</updated><title type='text'>Resultados do Fórum “Diálogos da Terra no Planeta Água”</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;Imagem: letxunineu. Disponível no &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/STEWOCeoiUI/AAAAAAAAAug/lN2ED6CAT1s/s1600-h/planeta.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5274021069066897730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 259px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/STEWOCeoiUI/AAAAAAAAAug/lN2ED6CAT1s/s400/planeta.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;/a&gt;Terminou nesta sexta-feira (28/11) o Fórum “Diálogos da Terra no Planeta Água”, que contou com 2.226 credenciamentos, incluindo estudiosos e representantes de mais de 30 países. Durante o encontro, quatro grupos de debates, formados por diferentes segmentos da sociedade, discutiram os temas: “Água e Mudanças Climáticas”, “Energia Renovável para uma Sociedade Sustentável”, “Novas Abordagens para o Planejamento Territorial” e “Solidariedade e Cooperação Sul-Sul”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ao final do encontro, Xavier Guijarro, da Green Cross e coordenador mundial dos Diálogos da Terra, ponderou que o encontro serviu para fortalecer a Cooperação Sul-Sul, compartilhar conhecimentos e experiências. “Chegou o momento de quem sabe ensinar para quem não sabe”, disse.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Octávio Elísio, subsecretário de Ensino Superior da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, explicou que a “Carta de Minas”, apresentada ao fim do evento e que será levada ao Fórum Mundial da Água, em Istambul - 2009, tem a finalidade de estabelecer propostas através de princípios políticos. Segundo ele, a Carta não aprofunda análises de temas específicos e deve ser aperfeiçoada em no máximo quatro dias, quando então será disponibilizada no site &lt;a href="http://www.dialogosdatera.org.br/"&gt;http://www.dialogosdatera.org.br/&lt;/a&gt;, mas, permanece submetida à participação popular. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-3306878438897481916?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/3306878438897481916/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=3306878438897481916' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/3306878438897481916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/3306878438897481916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/11/resultados-do-frum-dilogos-da-terra-no.html' title='Resultados do Fórum “Diálogos da Terra no Planeta Água”'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/STEWOCeoiUI/AAAAAAAAAug/lN2ED6CAT1s/s72-c/planeta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-7676880332242424732</id><published>2008-11-29T07:56:00.008-02:00</published><updated>2008-11-29T16:36:50.691-02:00</updated><title type='text'>Personagens de Ziraldo colaboram com educação infantil e ensinam a cuidar da água</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Imagens: Cartilha Gênero e Água - Ziraldo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/STGK5sW6MbI/AAAAAAAAAvg/q3xIul7ZJI4/s1600-h/ziraldo+6.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5274149362391986610" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 298px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/STGK5sW6MbI/AAAAAAAAAvg/q3xIul7ZJI4/s400/ziraldo+6.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/STGK5M3raxI/AAAAAAAAAvY/ypoyFBbFIpY/s1600-h/ziraldo4.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5274149353939495698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 303px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/STGK5M3raxI/AAAAAAAAAvY/ypoyFBbFIpY/s400/ziraldo4.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/STGK5PfoUyI/AAAAAAAAAvQ/4neQCfxM6C4/s1600-h/ziraldo3.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5274149354643936034" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 353px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/STGK5PfoUyI/AAAAAAAAAvQ/4neQCfxM6C4/s400/ziraldo3.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Durante o encerramento do Fórum “Diálogos da Terra no Planeta Água” foi lançada a Cartilha Gênero e Água, do cartunista Ziraldo. Maria de Fátima Chagas, do Programa Gender and Water Aliance (GWA), do Instituto Ipanema e Rede CapNet, explicou que o trabalho é um guia educativo infantil, dentro dos princípios da Declaração de Haia, que incorpora a perspectiva de gênero (homem-mulher-família) como determinante de políticas públicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/STET9sRUwtI/AAAAAAAAAuQ/EEeX83YfMCU/s1600-h/ziraldo2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5274018589204333266" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 358px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/STET9sRUwtI/AAAAAAAAAuQ/EEeX83YfMCU/s400/ziraldo2.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os personagens de Ziraldo vão servir para motivar a participação das mulheres e da família na gestão dos recursos hídricos. “Até lagosta eu pegava no rio Doce quando era menino. Hoje o rio está morto”, disse Ziraldo, comentando sobre a atual degradação da Bacia do Rio Doce e a importância da educação ambiental na formação das gerações futuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/STET9gzcpHI/AAAAAAAAAuI/G-3AsDFxnSo/s1600-h/ziraldo+1.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5274018586126230642" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 290px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/STET9gzcpHI/AAAAAAAAAuI/G-3AsDFxnSo/s400/ziraldo+1.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Ziraldo ponderou que embora os índices oficiais registrem 30% de analfabetos funcionais no Brasil, na prática são mais de 80% sem habilidades de interpretação de textos. “60% dos brasileiros nunca leu um livro. A educação no Brasil é uma questão tão emergencial quanto salvar a água”, disse. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-7676880332242424732?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/7676880332242424732/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=7676880332242424732' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/7676880332242424732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/7676880332242424732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/11/personagens-de-ziraldo-colaboram-com.html' title='Personagens de Ziraldo colaboram com educação infantil e ensinam a cuidar da água'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/STGK5sW6MbI/AAAAAAAAAvg/q3xIul7ZJI4/s72-c/ziraldo+6.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-9079149925691261862</id><published>2008-11-28T06:42:00.004-02:00</published><updated>2008-11-28T06:49:27.019-02:00</updated><title type='text'>Climatologista fala das mudanças climáticas e ações preventivas em países pobres</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;Crédito da imagem: Jeff Sullivan. Disponível em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SS-wPvQnTUI/AAAAAAAAAuA/PxSfiMz6e_4/s1600-h/PAISES+POBRES.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5273627473104817474" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 264px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SS-wPvQnTUI/AAAAAAAAAuA/PxSfiMz6e_4/s400/PAISES+POBRES.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Investimentos em educação, tecnologia e maior interesse em torno do controle da natalidade podem preparar melhor os países pobres para ações preventivas frente às atuais mudanças climáticas. Essas questões foram suscitadas durante o evento “Diálogos da Terra no Planeta Água”, nesta quinta-feira (27/11), pela climatologista do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), Lucka Bogotaj. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A convidada considerou, ainda, que a educação social pode ser mais eficaz que pagar pela preservação de florestas. Estabelecendo uma relação entre pobreza e corrupção, a Lucka explicou que, em países pobres, as compensações financeiras podem não ser investidas na preservação ambiental, em razão dos constantes episódios de corrupção relatados nestas nações.&lt;br /&gt;A climatologista fez referência às formas de compensação que seriam mais adequadas em países pobres e em vias de desenvolvimento. Ela citou programas de educação entre mulheres para controle do crescimento populacional e apoio internacional para que estas nações inovem tecnologias e possam minimizar efeitos do aquecimento global.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mesmo avaliando que o planeta sofrerá alterações climáticas irreversíveis, a climatologista enfatizou a importância de medidas preventivas que, segundo ela, só serão implantadas por meio de conscientização e mobilização social. “A mobilização social pode ser garantida através da internet, da TV e de todas as outras mídias, de estudantes e intelectuais jovens”, disse ela, ponderando que não podemos esperar que os políticos façam mudanças no modelo econômico clássico sem impulsos sociais. “É preciso haver pressão de diferentes fontes para alcançar sustentabilidade”, defendeu Lucka.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-9079149925691261862?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/9079149925691261862/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=9079149925691261862' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/9079149925691261862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/9079149925691261862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/11/climatologista-fala-das-mudanas.html' title='Climatologista fala das mudanças climáticas e ações preventivas em países pobres'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SS-wPvQnTUI/AAAAAAAAAuA/PxSfiMz6e_4/s72-c/PAISES+POBRES.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-4389089200684814823</id><published>2008-11-28T06:28:00.003-02:00</published><updated>2008-11-28T06:40:50.546-02:00</updated><title type='text'>Encontro entre ONGs e sociedade civil fortalece a “Carta dos Rios da Terra”</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Foto de Helena &lt;span style="color:#000000;"&gt;Omena. Disponível no &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SS-tb21lCsI/AAAAAAAAAt4/QpXne0f72Bs/s1600-h/1812430593_3c6620e2fb_b.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5273624382762453698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 275px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SS-tb21lCsI/AAAAAAAAAt4/QpXne0f72Bs/s400/1812430593_3c6620e2fb_b.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt; Carta em defesa dos rios do mundo é discutida por ONGs e sociedade civil durante fórum "Diálogos da Terra no Planeta Água"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A AMDA participou de um encontro setorial, nesta quinta-feira (27/11), durante o Seminário internacional “Diálogos da Terra no Planeta Água”, como o tema “Planeta Terra: A Grande Bacia Hidrográfica”. A reunião contou com a presença do público do evento e do ambientalista Apolo Hering Lisboa, do Projeto Manuelzão. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Apolo Hering, coordenador do encontro, fez considerações sobre a situação dos rios no mundo, lembrando que águas onde se podiam pescar e nadar, hoje estão virando esgotos. “Tudo que acontece fora dos rios vira parte da água”, explicou.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O objetivo da reunião é incorporar a “Carta dos Rios da Terra”, que tem como signatários o Projeto Manuelzão, o Instituto Guaicuy e a Amda, à “Carta de Minas Gerais”, documento que, ao final do fórum “Diálogos da Terra”, será enviado ao 5º Fórum Mundial da Água (2009), em Istambul, na Turquia.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;De acordo com Apolo, a “Carta dos Rios da Terra” é uma tentativa de modificar a mentalidade mundial com relação ao uso e preservação dos recursos hídricos do planeta. “O debate sobre a situação da água pode agregar a humanidade e gerar sabedoria popular. Quem tem de governar o mundo é a sabedoria. A economia é poderosa, mas não tem juízo”, disse ele, analisando que o atual modelo econômico não será capaz de resolver problemas globais, como a falta de moradias, escola e saúde.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A assessora jurídica da Amda, Cristina Chiodi, sugeriu que a carta mencionasse o crescimento populacional a níveis insustentáveis e o consumo excessivo como fatores que aceleram a degradação ambiental no planeta. Ao final do diálogo, os presentes entraram em consenso no que diz respeito às alterações propostas para o texto da “Carta dos Rios da Terra”.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Gorgiana de Sá - Exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-4389089200684814823?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/4389089200684814823/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=4389089200684814823' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4389089200684814823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4389089200684814823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/11/encontro-entre-ongs-e-sociedade-civil.html' title='Encontro entre ONGs e sociedade civil fortalece a “Carta dos Rios da Terra”'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SS-tb21lCsI/AAAAAAAAAt4/QpXne0f72Bs/s72-c/1812430593_3c6620e2fb_b.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-6547491441811117737</id><published>2008-11-27T02:29:00.006-02:00</published><updated>2008-11-28T06:27:40.497-02:00</updated><title type='text'>Evento internacional é também palco de manifestações ambientalistas</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Fotos Horácio Martins&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SS-pOxydzqI/AAAAAAAAAtw/zSaVrXm7BQ8/s1600-h/DSC03042.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5273619760022408866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SS-pOxydzqI/AAAAAAAAAtw/zSaVrXm7BQ8/s400/DSC03042.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Ambientalistas do Projeto Manuelzão, do Instituto Guaicuy SOS Rio das Velhas e da Amda – Associação Mineira de Defesa do Meio Ambiente manifestaram contra a poluição das águas e em defesa do Rio São Francisco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SS-pOg_DNYI/AAAAAAAAAto/5q3LigWXqFI/s1600-h/DSC03024.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5273619755511788930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SS-pOg_DNYI/AAAAAAAAAto/5q3LigWXqFI/s400/DSC03024.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt; Apolo Hering Lisboa, do Projeto Manuelzão, entregou pessoalmente a “Carta dos Rios da Terra” ao governador de Minas Gerais, Aécio Neves, e demais membros que integravam a mesa de abertura do evento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SS-pOfbQ78I/AAAAAAAAAtg/dzUjdpHGaj4/s1600-h/DSC03057.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5273619755093258178" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SS-pOfbQ78I/AAAAAAAAAtg/dzUjdpHGaj4/s400/DSC03057.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;O palestrante Mohan Munasinghe, dirigente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) e vencedor do Prêmio Nobel da Paz de 2007, disse que é imprescindível estimular o novo modelo econômico-social para combater às crises financeira e ambiental.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ambientalistas do Projeto Manuelzão, do Instituto Guaicuy SOS Rio das Velhas e da Amda – Associação Mineira de Defesa do Meio Ambiente manifestaram contra a poluição das águas e em defesa do Rio São Francisco. O protesto ocorreu nesta quarta-feira (26/11), no Minascentro, em Belo Horizonte, durante a abertura do evento “Diálogos da Terra no Planeta Água”. Os manifestantes entraram no auditório com alegorias e faixas que diziam: “A Petrobrás polui criminosamente as águas de Minas”, “O rio está doente” e “Diga não a transposição” e finalizaram o protesto ao som da música dos &lt;em&gt;Beatles&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Imagine&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apolo Hering Lisboa, do Projeto Manuelzão, entregou pessoalmente a “Carta dos Rios da Terra” ao governador de Minas Gerais, Aécio Neves, e demais membros que integravam a mesa de abertura do evento. No documento, os ambientalistas justificam a importância da água para o planeta e sugerem uma nova metodologia de ação para uso dos rios e bacias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pela primeira vez na América Latina, a 6ª versão do fórum “Diálogos da Terra no Planeta Água” discute desenvolvimento sustentável, com destaque para a gestão da água no planeta. Durante seu pronunciamento, o governador Aécio Neves disse que o resultado do encontro será levado ao Fórum Mundial da Água, em março de 2009, em Istambul, Turquia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O governador citou estudos, indicando que se não houver redução das emissões de gases de efeito estufa, o aquecimento global e suas conseqüências podem custar até 5% do PIB global. “No futuro essa perda pode atingir 20% ou mais”, disse, ressaltando que o desafio dos líderes na atualidade não é o de simplesmente defender a economia, mas de garantir a sobrevivência humana no planeta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em entrevista coletiva, Alexander Likhotal, presidente da Green Cross International, advertiu que o homem vem usando os recursos renováveis 27% mais rápido do que a Terra leva para renová-los e que as atividades das empresas têm motivado fortes danos ambientais. Likhotal defendeu a parceria entre governos e investidores, como estratégia de combate à crise climática e financeira. O presidente fez referência à redução do uso de combustíveis fósseis, aos investimentos em energias renováveis (como a eólica e solar) e ao uso consciente da água, como rotas seguras para o desenvolvimento integrado e sustentável das nações.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O palestrante Mohan Munasinghe, dirigente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) e vencedor do Prêmio Nobel da Paz de 2007, disse que é imprescindível estimular o novo modelo econômico-social para combater à crise financeira que, segundo Munasinghe, surge associada à outra crise, a ambiental. Conforme ele, o desenvolvimento sustentável só se garantirá se for atrelado à diminuição da pobreza. O palestrante lembrou que cerca de dois bilhões de pessoas no mundo ainda vivem abaixo da linha da pobreza e que as mudanças climáticas devem promover ainda mais desigualdades sociais, como a escassez de alimentos acarretada pelas secas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O ex-presidente de Portugal, Mário Soares, também ponderou que a crise global não é só econômica, mas energética, ambiental, alimentar e de valores éticos. O participante disse ter esperanças em uma mudança de paradigmas e considerou o governo de George W. Bush como grande responsável pela atual crise global. “Bush foi um flagelo para a humanidade”, disse, acrescentando que a vitória de Barack Obama nas eleições americanas representa uma janela de esperanças e uma mudança de consciência política e social dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora tenham sido realistas quanto a atual crise global, relacionando problemas ambientais, econômicos e sociais, os palestrantes se revelaram esperançosos quanto ao futuro da humanidade e do meio ambiente. Contudo, os participantes recomendaram, de forma quase unânime, a integração urgente da sociedade civil, do setor empresarial e do poder público, na busca de um novo modelo de desenvolvimento socioeconômico sustentável.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-6547491441811117737?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/6547491441811117737/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=6547491441811117737' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/6547491441811117737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/6547491441811117737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/11/evento-internacional-tambm-palco-de.html' title='Evento internacional é também palco de manifestações ambientalistas'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SS-pOxydzqI/AAAAAAAAAtw/zSaVrXm7BQ8/s72-c/DSC03042.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-4401570847649431184</id><published>2008-11-25T16:28:00.004-02:00</published><updated>2008-11-25T16:41:15.342-02:00</updated><title type='text'>Em debate: poluição na fabricação de ferro-gusa, recuperação nas margens do ribeirão Sabará e controle ambiental de postos de gasolina</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Foto de EsteMar Dantas. Disponível em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SSxFaPyixLI/AAAAAAAAAtQ/MX6qxo9tRjk/s1600-h/poluido.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272665580961449138" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 302px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SSxFaPyixLI/AAAAAAAAAtQ/MX6qxo9tRjk/s400/poluido.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Produção de ferro-gusa: considerada fonte potencial de poluição atmosférica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Unidade Regional Colegiada – URC Rio das Velhas se reuniu em Belo Horizonte, nesta segunda-feira (24/11), para votar a pauta de sua 11ª Reunião Ordinária. Todos os Processos Administrativos foram aprovados durante o encontro, exceto o que tratava de Exame de Licença de Operação da Fergubel Ferro Gusa Bela Vista, para tamboramento de ferro gusa em Matosinhos/MG. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Conselheira Irene Vaz, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis – IBAMA, pediu vistas para apurar denúncia sobre poluição atmosférica envolvendo o empreendimento. O processo será retomado depois que o IBAMA conferir se a Fergubel está em desconformidade com os padrões exigidos pela legislação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi aprovada a proposta de Licença Prévia Concomitante com Licença de Instalação de diques de proteção de margens do ribeirão Sabará, cujo empreendedor é a Prefeitura Municipal de Sabará, condicionada que os projetos adicionais cumpram o Art. 8º, da Resolução CONAMA 369 de 2006. A sugestão foi da conselheira e assessora jurídica da Amda, Cristina Chiodi, que destacou a necessidade de recuperar áreas degradadas em Área de Preservação Permanente – APP, que serão abrangidas no projeto, bem como a recomposição de vegetação com espécies nativas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Conselheira ressaltou também que a Prefeitura de Sabará precisa conciliar seus projetos de recuperação nas margens do Rio Sabará, um dos principais afluentes do Rio das Velhas, com a atuação do Projeto Manuelzão, que tem como eixo principal a recuperação da bacia do Rio das Velhas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A representante da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais - Fiemg, Paula Meireles Aguiar, aprovou os Processos Administrativos para exames de Autos Infrações dos Postos Cerradão, Esmeraldas e Neblina da Serra, mas enfatizou a importância dos pareceres jurídicos identificarem com clareza os motivos das autuações dos postos de gasolina. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com o secretário adjunto de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e presidente da URC/COPAM Rio das Velhas, Shelley de Souza Carneiro, as infrações tem como objetivo regular as atividades dos postos em Minas e assegurar medidas de controle ambiental. O secretário lembrou que o Estado possui cerca de quatro mil postos, extrapolando o limite estabelecido por norma federal, de dois mil postos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“As atuações são geradas por descumprimento de itens da Deliberação Normativa do COPAM nº 50, de 2001, que estabelece procedimentos para o licenciamento de postos de gasolina”, justificou Shelley.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-4401570847649431184?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/4401570847649431184/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=4401570847649431184' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4401570847649431184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4401570847649431184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/11/em-debate-poluio-na-fabricao-de-ferro.html' title='Em debate: poluição na fabricação de ferro-gusa, recuperação nas margens do ribeirão Sabará e controle ambiental de postos de gasolina'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SSxFaPyixLI/AAAAAAAAAtQ/MX6qxo9tRjk/s72-c/poluido.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-391195492891044140</id><published>2008-11-15T19:07:00.002-02:00</published><updated>2008-11-18T20:23:02.741-02:00</updated><title type='text'>O FUTURO DO BRASIL</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SSM_5PepzXI/AAAAAAAAAtI/fLovRIU8gzo/s1600-h/FUTURO.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5270126241593806194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 296px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SSM_5PepzXI/AAAAAAAAAtI/fLovRIU8gzo/s400/FUTURO.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt; "na imensidade" por Igor Alecsander&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;. Disponível em &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Conselheiro da ONU fala da revolução energética e da potencialidade do Brasil no setor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;“Estamos sustentados em paradigmas falidos. Os mais jovens estão condenados a inventar, porque a história não se repete”, considerou o "ecossocioeconomista" Ignacy Sachs, durante o encontro preparatório do evento “Diálogos da Terra”. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;“A Grande Transição: As Saídas da Era do Petróleo”, foi tema da palestra do professor, na tarde desta quarta-feira (13/11), no Auditório do Conservatório da UFMG. Sachs falou das grandes transições nos processos civilizatórios do homem, citando a revolução neolítica, que há cerca de doze mil anos iniciou o primeiro processo de urbanização, e o início do século XVII, quando ocorreu a transição para energias fósseis. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, o momento atual sinaliza uma terceira transição para uma nova economia produtora. “Estamos no limiar da terceira grande revolução, um momento favorável para mudar o paradigma energético”, disse. O professor ponderou que o novo ciclo de desenvolvimento não se sustenta somente pela substituição de gasolina por etanol, mas pelo uso de fontes não convencionais de energia, como solar, eólica e de biomassa, inclusive a produção de bicombustíveis através de algas marinhas. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sachs criticou o uso de carvão vegetal produzido de forma predatória, tirado de matas nativas, e promoveu reflexões sobre os limites da biocivilização moderna.Como exemplos de estratégias menos vorazes para o desenvolvimento econômico, o palestrante citou a recuperação de áreas degradadas, a adoção de políticas públicas de incentivo à agricultura familiar e investimentos para o trabalhador rural. “Temos de pensar num feixe de políticas públicas, aliar produtividade com visão ambientalista correta e passar essa visão para o agricultor”.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Finalizando sua palestra, o Ignacy Sachs, que também é conselheiro das Nações Unidas, salientou a alta potencialidade do Brasil no setor energético. “ O trópico não é mais um obstáculo para o desenvolvimento, mas vantagem comparativa natural”. Ele salientou, ainda, que o avanço pelos recursos naturais impõe tarefas urgentes para a comunidade cientifica mundial, e para o Brasil em particular. “O país precisa conhecer melhor suas potencialidades e aprender a fazer bom uso da natureza, através de pesquisa e organização social propícia”. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Gerogiana de Sá - Exclusivo para a Amda&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-391195492891044140?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/391195492891044140/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=391195492891044140' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/391195492891044140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/391195492891044140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/11/conselheiro-da-onu-fala-da-revoluo.html' title='O FUTURO DO BRASIL'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SSM_5PepzXI/AAAAAAAAAtI/fLovRIU8gzo/s72-c/FUTURO.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-2374786966613269307</id><published>2008-11-08T09:50:00.003-02:00</published><updated>2008-11-08T10:04:14.688-02:00</updated><title type='text'>Desmatamento ocasiona a mortandade de peixes</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SRV_4oyPSbI/AAAAAAAAAtA/dHktIl7tt7w/s1600-h/peixe+morte+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5266255950277200306" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SRV_4oyPSbI/AAAAAAAAAtA/dHktIl7tt7w/s400/peixe+morte+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Foto: Tomasz Þór Veruson. Disponível em &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O assoreamento é um dos problemas mais sérios do rio São Francisco, tendo como causa o desmatamento que vem ocorrendo em suas margens. Esse foi um dos temas abordados na tarde desta terça-feira (04/11), durante o Seminário "Situação atual e estratégias de conservação de espécies de peixes em Minas Gerais", promovido pela Associação Mineira de Defesa do Ambiente - Amda e Companhia Energética de Minas Gerais - Cemig. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A mesa redonda intitulada "Revitalização do rio São Francisco - aspectos relacionados à proteção dos ambientes ribeirinhos" suscitou um amplo e efusivo debate, incluindo o desmatamento como uma das intervenções humanas que pode ocasionar a morte dos peixes.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O vice-presidente da Associação dos Pescadores de Três Marias, Norberto Antônio dos Santos, expôs que o IEF - Instituto Estadual de Florestas concedeu licença para desmatamento de 310 hectares de cerrado nativo para uma fazenda de 510 hectares, localizada no Arraial do Silga, na divisa de Três Marias e Lassans (MG). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Segundo Norberto, estão sendo derrubadas espécies nativas como sucupiras e jatobás. "Já conseguimos duas liminares que suspenderam provisoriamente o corte autorizado pelo IEF. Entre uma liminar e outra foram derrubadas mil sucupiras. O corte das árvores está ocorrendo próximo de um dos afluentes do Rio São Francisco".&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Compondo a mesa redonda, o diretor-geral do IEF, Humberto Candeias Cavalcanti, se manifestou após a denúncia de Norberto, prometendo a suspensão imediata da licença concedida até que a questão fosse esclarecida. O diretor garantiu que o caso narrado se tratava de uma questão pontual e que os Escritórios Regionais do IEF estão mobilizados para evitar o desmatamento em mata nativa do Cerrado.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Apolo Hering Lisboa, do Projeto Manuelzão, ponderou que a garantia da fauna de peixes da bacia do rio São Francisco depende do planejamento sistêmico e integrado do IEF nos processos de licenciamento. "A mentalidade dos legisladores precisa ser de gestão de bacias, caso contrário os licenciamentos saem sem fundamento. A natureza funciona de forma sistêmica e por isso não podemos desintegrar a gestão ambiental", disse, considerando a função das Unidades Regionais Colegiadas - URC's e dos Comitês de Bacias Hidrográficas.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-2374786966613269307?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/2374786966613269307/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=2374786966613269307' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/2374786966613269307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/2374786966613269307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/11/desmatamento-ocasiona-mortandade-de.html' title='Desmatamento ocasiona a mortandade de peixes'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SRV_4oyPSbI/AAAAAAAAAtA/dHktIl7tt7w/s72-c/peixe+morte+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-7470203335798117314</id><published>2008-11-08T09:40:00.003-02:00</published><updated>2008-11-08T09:49:15.389-02:00</updated><title type='text'>Seminário apresenta medidas para impedir morte de peixes</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SRV8c8GxKWI/AAAAAAAAAs4/e244ybBuPdU/s1600-h/peixe+morto.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5266252175892359522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SRV8c8GxKWI/AAAAAAAAAs4/e244ybBuPdU/s400/peixe+morto.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt; Foto de rik janssen. Disponível em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O manejo de recursos pesqueiros em reservatórios foi foco do Seminário "Situação atual e estratégias de conservação de espécies de peixes em Minas Gerais", na tarde dessa segunda-feira (03/11), no auditório da Cemig. O pesquisador da Universidade Federal de Maringá - PR, Ângelo Antônio Agostinho, apresentou as conclusões de seus estudos sobre o tema, explicando que é inerente aos reservatórios alterarem consideravelmente a ictiofauna (conjunto de espécies de peixes) nas bacias hidrográficas onde se localizam. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"O tamanho dos peixes diminui com a idade dos reservatórios e a abundância de peixes também sofre alterações. Espécies de grande porte são substituídas por espécies sedentárias e de pior qualidade, o que traz prejuízos aos pescadores", pontuou o pesquisador, com base em vários reservatórios estudados. "Ações de manejo bem sucedidas dependem do compromisso com a conservação da biodiversidade", disse Agostinho, apresentando um conjunto de ações ambientais que podem ser praticadas em áreas de influência dos reservatórios. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo ele, para o êxito do manejo (interferência no sistema) e do monitoramento (avaliação do manejo), é preciso definir objetivos e contemplar informações sobre o ambiente, os recursos, os usuários e atividades da área considerada. Conforme o palestrante, a mortandade dos peixes, a poluição nos rios e os conflitos de uso entre os pescadores são algumas das causas para se iniciar o manejo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O biólogo da Cemig, João de Magalhães Lopes, apresentou um estudo intitulado "Estratégias para a conservação da ictiofauna nativa: Programa de repovoamento da Cemig". Em suas colocações, Lopes revelou formas de manejo que a Cemig vem usando para prevenir a extinção e garantir a reintegração de espécies de peixes que sofrem ameaças com a construção de usinas hidrelétricas. Entre as estratégias citadas pelo palestrante estão o controle de poluição dos rios, a criação de áreas protegidas e programas de educação ambiental.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Conforme informou Lopes, os pesquisadores da Cemig fizeram visitas a centros de pesquisa no exterior, no sentido de reestruturar os programas de ictiofauna da Companhia. Projetos implantados em Washington, Texas e na cidade de Dexter (Novo México), nos Estados Unidos (EUA), relativos à indústria de piscicultura de salmão, ao repovoamento de espécies ameaçadas e à educação ambiental foram focos de observação dos pesquisadores. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Partilhando os saberes adquiridos durante as viagens, o biólogo citou os tanques do "Dexter National Fish Hatchery &amp;amp; Technology Center", (Dexter-EUA), que mantém populações de espécies ameaçadas para serem usadas em caso de catástrofes ecológicas e extinções.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Seminário foi promovido pela Associação Mineira de Defesa do Ambiente - Amda, com o apoio da Companhia Energética de Minas Gerais - Cemig, nos dias 3 e 4 de novembro de 2008, no auditório do edifício-sede da Cemig, na Av. Barbacena, n°1200, no bairro Santo Agostinho, em Belo Horizonte.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-7470203335798117314?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/7470203335798117314/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=7470203335798117314' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/7470203335798117314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/7470203335798117314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/11/seminrio-apresenta-medidas-para-impedir.html' title='Seminário apresenta medidas para impedir morte de peixes'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SRV8c8GxKWI/AAAAAAAAAs4/e244ybBuPdU/s72-c/peixe+morto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-2153702385434694773</id><published>2008-10-30T21:04:00.002-02:00</published><updated>2008-10-30T21:09:24.927-02:00</updated><title type='text'>A URGÊNCIA DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQo91OgfxVI/AAAAAAAAAsw/5XVe4cfxAvQ/s1600-h/2362510291_97caee1200_o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263087099172603218" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 371px; CURSOR: hand; HEIGHT: 388px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQo91OgfxVI/AAAAAAAAAsw/5XVe4cfxAvQ/s400/2362510291_97caee1200_o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;Imagem: heliwow. Disponível em &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segundo dia da III Edição do “Seminário Internacional O Futuro da Energia, na tarde de terça-feira, (27/10), no auditório do CREA-MG, o cientista econômico André Tavares, falou sobre a "Agenda Elétrica Sustentável 2020", um estudo da ONG WWF-Brasil que exibe perspectivas para o setor elétrico brasileiro. De acordo com o cientista, há alguns anos não se falava em eficiência energética e, atualmente, além de ser um dos pilares das políticas públicas, vem alterando os rumos da construção civil, que passa a incluir soluções sustentáveis em água e energia, como os aquecedores solares”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Os levantamentos da WWF-Brasil pretendem gerar consciência das potencialidades do país em termos de eficiência energética, ressaltando projetos pilotos como bons exemplos”, justificou o palestrante. Na opinião do cientista é preciso investir em políticas públicas para aproveitar todo o potencial energético que o país possui. “Precisamos de programas para motivar, por exemplo, as edificações sustentáveis. Leis municipais, estaduais e federais seriam bons instrumentos para instituir uma política energética eficiente, segura e competitiva”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O palestrante enfatizou também a necessidade de popularização da energia solar entre famílias de baixa renda. Para ele, além de promover a competitividade do mercado de energias renováveis, a energia solar pode reduzir custos do consumidor, evitando ligações elétricas clandestinas (furto de energia) por quem não tem condições para pagar a conta de luz. “No final todo mundo sai ganhando”, considerou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desafios sociais para adaptação às mudanças no clima&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua palestra, Fúlvio Cupolillo, coordenador do 5º Distrito de Meteorologia do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) comentou o quanto a sociedade humana é vulnerável em relação às inevitáveis mudanças climáticas. Como propostas para diminuir a vulnerabilidade social, o coordenador citou a importância de garantia a segurança alimentar da população, através do aumento das reservas de alimentos e emprego de outros potenciais naturais. “É importante investir em plantas que suportam grandes variações térmicas”, explicou. Outro aspecto considerado pelo palestrante foi o valor do planejamento rodoviário a fim de possibilitar deslocamentos de suprimentos e evitar isolamentos de comunidades, em casos de enchentes e inundações. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fúlvio Cupolillo explicou, ainda, que além do efeito da variabilidade natural, as alterações climáticas decorrem em conseqüência das ações antrópicas (realizadas pelo homem), principalmente em áreas urbanas. “Uma sociedade se previne quando aprende a controlar seus recursos financeiros, materiais e tecnológicos”, ponderou. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Excusivo para Amda&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-2153702385434694773?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/2153702385434694773/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=2153702385434694773' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/2153702385434694773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/2153702385434694773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/10/urgncia-da-eficincia-energtica.html' title='A URGÊNCIA DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQo91OgfxVI/AAAAAAAAAsw/5XVe4cfxAvQ/s72-c/2362510291_97caee1200_o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-119193531488151136</id><published>2008-10-30T20:49:00.002-02:00</published><updated>2008-10-30T20:54:31.716-02:00</updated><title type='text'>COMO ADIAR O JÁ IRREVERSÍVEL AQUECIMENTO GLOBAL</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQo62FdjIrI/AAAAAAAAAso/kgVwV4plmt4/s1600-h/2362510837_9de289c97b_o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263083815389307570" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 347px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQo62FdjIrI/AAAAAAAAAso/kgVwV4plmt4/s400/2362510837_9de289c97b_o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;Imagem de heliwow. Disponível em &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A palestra do climatologista Carlos Nobre, do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do INPE, na noite de segunda-feira, 27, abriu a III Edição do Seminário Internacional "O Futuro da Energia" com o tema "Energia e Mudanças Climáticas", que se estendeu até a próxima quarta-feira, 29. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Durante a palestra, Carlos Nobre fez uma análise das emissões globais antropogências (causadas pelo ser humano) dos gases do efeito estufa (GEE), destacando que países muito populosos e em vias de desenvolvimento, como a China e a Índia, estão contribuindo significativamente na emissão de GEE. “O aquecimento global se tornou irreversível. Na escala de tempo de séculos não temos soluções e o que nos resta é diminuir os riscos futuros das emissões”, considerou.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No caso do Brasil, o palestrante enfatizou que a maior parte das emissões é atribuída ao desmatamento, e que é preciso desenvolver estratégias de mitigação dos GEE, incluindo atividades de reflorestamento. “O setor florestal no Brasil tem enorme potencial para essa contribuição, seguido pelo setor energético”. O climatologista alertou, ainda, que caso os índices de desmatamentos na Amazônia cheguem a 40% ou 50%, o clima na região será alterado, devendo ficar mais quente e mais seco, além de grande parte da floresta se transformar em savana.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Carlos Nobre acrescentou que o Brasil apresenta vantagem competitiva no que se refere à geração de “energias limpas”, mas que o desenvolvimento do setor está associado ao investimento em tecnologias para absorver estas energias. O palestrante explicou que as usinas hidrelétricas atualmente suprem certa de 74,6% da oferta interna de energia elétrica no país. Segundo ele, o Brasil precisa explorar outros potenciais, por meios de fontes renováveis como a energia eólica e solar (termosolar e fotovoltaica). “Poderá o Brasil do século XXI se tornar potência ambiental ou o primeiro país tropical desenvolvido? Temos recursos naturais renováveis em abundância para isso, o que precisamos é inventar um novo paradigma de desenvolvimento, com ciência e tecnologia”, concluiu o palestrante.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-119193531488151136?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/119193531488151136/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=119193531488151136' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/119193531488151136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/119193531488151136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/10/como-adiar-o-j-irreversvel-aquecimento.html' title='COMO ADIAR O JÁ IRREVERSÍVEL AQUECIMENTO GLOBAL'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQo62FdjIrI/AAAAAAAAAso/kgVwV4plmt4/s72-c/2362510837_9de289c97b_o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-7863894532917743050</id><published>2008-10-30T20:33:00.005-02:00</published><updated>2008-10-30T20:57:26.202-02:00</updated><title type='text'>ROTA PARA A ENERGIA SUSTENTÁVEL</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQo38aNPIUI/AAAAAAAAAsg/VXPU5igmV_A/s1600-h/2987747328_8cfb8d50f6_o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263080625502363970" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 312px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQo38aNPIUI/AAAAAAAAAsg/VXPU5igmV_A/s400/2987747328_8cfb8d50f6_o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt; Imagem: JonTait2002. Disponível em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Com a finalidade de gerar um mapa de sustentabilidade para a questão energética, a Amda promoveu a III Edição do Seminário Internacional "O Futuro da Energia", em parceria com o Sistema Estadual do Meio Ambiente - Sisema, por meio da Fundação Estadual de Meio Ambiente – Feam e da Companhia Energética de Minas Gerais- Cemig. Através dos seminários, a entidade iniciou há dois anos a mobilização de profissionais e instituições na coleta e análises de dados, objetivando subsidiar a política energética de Minas Gerais. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Neste ano, o evento propôs o tema “Energia e Mudanças Climáticas”, para avaliar as principais causas das alterações no clima do planeta. “A finalidade do Seminário é promover parcerias interprofissionais e institucionais, além de gerar propostas capazes de contribuir efetivamente para um novo direcionamento do mercado energético. Os encontros são articuladores e mobilizadores, atuando de forma a transcender o caráter informativo do tema”, explica a assessora institucional da Amda, Elizabete Lino. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O evento, que este ano ocorreu entre 27 a 29 de outubro de 2008, e promoveu palestras preparatórias, como forma de iniciar as discussões sobre a questão. Em 26 de abril último, ocorreu o primeiro encontro preparatório, no auditório do Sistema Estadual do Meio Ambiente – Sisema. Nesta ocasião, o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), Paulo Eduardo Fernandes de Almeida, falou sobre o crescente uso de energia, explicando como isso pode acelerar o aquecimento global. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;De acordo com o palestrante, o CO2, principal gás causador do efeito estufa, contribui com aproximadamente 80% das emissões, seguido do Metano (CH4) e do Oxido Nitroso (N2O). Também segundo ele, de 1971 a 2004 houve aumento nas emissões mundiais de CO2, paralelamente a evolução da renda per capita entre diversos países. &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQo3sjlKWSI/AAAAAAAAAsY/N6qfcEnRVBo/s1600-h/sustentavel.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263080353140726050" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 302px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQo3sjlKWSI/AAAAAAAAAsY/N6qfcEnRVBo/s400/sustentavel.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt; Foto: Hartwig HKD . Disponível em ww.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Neste primeiro encontro, a superintendente executiva da Amda, Maria Dalce Ricas, advertiu sobre a urgência de reestruturar o ciclo de produção e consumo energético e defendeu a necessidade de diminuir o desperdício de energia. “A tecnologia precisa deixar de ser vilã do efeito-estufa e promover o progresso da eficiência energética e das energias renováveis”, acrescentou a ambientalista. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na seqüência do ciclo, o segundo encontro foi realizado no auditório do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CREA/MG (22/09). A palestra foi ministrada pelo engenheiro da Cemig e coordenador do Projeto Conviver, Henrique Fernando França Costa. O palestrante apresentou projeções para o uso do petróleo que, segundo ele, deve continuar ocupando posição de destaque na matriz energética brasileira até 2030. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Considerando os riscos na evolução do consumo de energia, o engenheiro destacou que o desperdício de energia elétrica no Brasil chega a 18%, e que o mundo já consome 25% a mais de energia que a Terra consegue produzir. “Hoje, se todas as comunidades consumissem como nos países ricos precisaríamos de mais quatro planetas”, ponderou. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os debatedores presentes, Patrícia Romeiro Silva Jota, professora do Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET-MG, e Eduardo Machado de Faria Tavares, ambientalista do Instituto Hóu, consideraram a necessidade da CEMIG investir mais na redução do consumo, intensificando informação pública e campanhas educacionais para o uso consciente de energia elétrica. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O biólogo e conselheiro da Amda, Francisco Mourão Vasconcelos, aproveitou o evento para defender a proteção da fauna ictiológica (peixes), citando como exemplo a polêmica no licenciamento ambiental do Complexo Hidrelétrico do Rio Madeira, em Rondônia. “Não podemos descartar o uso da energia elétrica, mas precisamos ponderar os impactos ambientais das usinas. No caso da construção de hidroelétrica no Rio Madeira, seria preciso analisar os danos decorrentes do projeto, já que as barragens podem impedir a migração e levar à extinção inúmeras espécies de peixes”.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-7863894532917743050?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/7863894532917743050/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=7863894532917743050' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/7863894532917743050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/7863894532917743050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/10/rota-para-energia-sustentvel.html' title='ROTA PARA A ENERGIA SUSTENTÁVEL'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQo38aNPIUI/AAAAAAAAAsg/VXPU5igmV_A/s72-c/2987747328_8cfb8d50f6_o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-307290007408806819</id><published>2008-10-30T19:59:00.006-02:00</published><updated>2008-10-30T20:59:40.996-02:00</updated><title type='text'>UM OUTRO OLHAR SOB AS ÁRVORES</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;O significado da relação Homem-Natureza para Dorothy Maclean&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQozQwspvMI/AAAAAAAAAsI/OxqNU0RJymw/s1600-h/doroty.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263075477578955970" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 285px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQozQwspvMI/AAAAAAAAAsI/OxqNU0RJymw/s400/doroty.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Foto: charlesp. Disponível em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A escritora canadense e conferencista internacional Dorothy Maclean, 88 anos, esteve em Belo Horizonte em setembro para um ciclo de conferências e workshops. Dorothy veio ao Brasil reforçar a importância das árvores num momento em que, segundo ela, a sociedade brasileira despert&lt;img class="gl_size" alt="Tamanho da fonte" src="http://www.blogger.com/img/blank.gif" border="0" /&gt;a para valores de sustentabilidade e cidadania. Para falar sobre a presença viva das árvores no mundo, a canadense escreveu o livro “The call of the trees” (O chamado das árvores).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na obra, revela diálogos que remetem à importância de empreender ações efetivas para o cultivo de árvores, de preservação e cuidado, desde pequenos jardins até nossas florestas. A educadora, que já trabalhou para os Serviços Secretos Britânicos em Nova Iorque, abandonou suas antigas atividades e se dedicou à fundação de uma ecovila na Escócia, a Findhorn Foundation (&lt;a href="http://www.findhorn.org/index.php)"&gt;www.findhorn.org/index.php)&lt;/a&gt;. Agora, Dorothy lança a campanha "Vamos plantar 1.000.000 de árvores", coordenada no Brasil pelo arquiteto mineiro Carlos Solano. Nessa entrevista ao Ambiente Hoje, a autora fala do valor da integração entre o homem e as forças da natureza.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQoyoJKE-2I/AAAAAAAAAsA/Zo2WSU42pFk/s1600-h/Tree+3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263074779770190690" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 266px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQoyoJKE-2I/AAAAAAAAAsA/Zo2WSU42pFk/s400/Tree+3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Imagem do livro “The call of the trees”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O livro “O chamado das árvores” registra suas experiências no contato e diálogo com as árvores. Que mensagens elas lhe transmitem?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A mensagem das árvores para os seres humanos diz que é preciso encontrar o ‘Todo’ e o ‘Amor’ que está em nosso interior e aprender a agir a partir destes suportes. As árvores nos convidam a uma viagem dentro de nós mesmos, a encontrarmos nosso verdadeiro lar. Eu concordo. Elas estão certas! Como fazer isso em nossas vidas? Nesses dias atuais, nosso planeta está sendo cada vez mais atacado por turbulência e violência. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando despertarmos para o impensado tratamento que estamos oferecendo ao mundo natural, perceberemos também que é preciso refletir sobre a vida na Terra como um todo. Nossas escolhas individuais afetam todo o planeta. Como podemos fazer escolhas que apóiem uma visão cooperativa? As árvores dizem de forma simples: torne-se o que você realmente é, um ser amoroso e criativo. É simples, mas não é fácil. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A maior parte de nós gostaria de ser inteiro e amoroso, mas encontra muita resistência em si. Entretanto, temos a capacidade de sobrepujar nossa resistência. É possível encontrar paciência e constância quando estamos encostados numa árvore. Eu, de minha parte, tinha muita resistência e idéias fixas limitando-me. Por exemplo, estava firmemente convencida de que os lugares silvestres da Terra eram muito mais poderosos, maravilhosos, e exoticamente mais belos do que qualquer jardim, não importando quão bem planejado ele pudesse ter sido. Então, um dia, durante um passeio nos subúrbios de Amsterdã, deparei-me com um jardim que tinha toda a magia e a alegria dos lugares agrestes. Por fora ele não tinha nada diferente de seus vizinhos, mas por dentro era maravilhoso. Eu só poderia achar que seus jardineiros trabalhavam com amor e, a partir de então, soube que nós, seres humanos, não temos que destruir a natureza; na verdade, podemos melhorá-la.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em vez de ficarmos desarvorados com nossa situação, podemos até melhorá-la. Podemos escolher agir com amor e alegria em qualquer ato, até mesmo atos diários como lavar a louça. Tais escolhas são poderosas porque nascem de nossa divindade interior, de nossa fonte de criatividade, e a cada momento ajudam a mudar o mundo. “Quer estejamos nos desertos, nas cidades ou nas florestas, irradiamos uma benevolente estabilidade que tem grande influência sobre os seres humanos”. Esta é uma das mensagens das árvores.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQoyoP3PGII/AAAAAAAAAr4/GTyMUlT5VAw/s1600-h/Tree%205.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263074781570209922" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQoyoP3PGII/AAAAAAAAAr4/GTyMUlT5VAw/s400/Tree%25205.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt; Imagem do livro “The call of the trees”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E qual seria a lição mais importante do livro?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Provavelmente a lição mais importante de “O chamado das árvores” é a necessidade urgente de existirem árvores maduras no planeta, ao invés de simplesmente serem cortadas. Além disso, pessoalmente, acredito que as árvores podem nos ajudar imensamente, estabelecendo troca conosco quando estamos conectados a elas. Podemos trazer para o nosso dia-a-dia a estabilidade e a claridade das árvores. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQox9IOgJrI/AAAAAAAAArw/1o2J3hILDuU/s1600-h/Tree+4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263074040785938098" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 293px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQox9IOgJrI/AAAAAAAAArw/1o2J3hILDuU/s400/Tree+4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt; Imagem do livro “The call of the trees”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para você, qual é o significado da simplicidade das árvores ao redor do concreto e da complexidade dos modernos espaços urbanos?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As árvores nos introduzem no contato com as vibrações da natureza. Lembram-nos de uma parte mais natural de nós mesmos. Elas agem como estabilizantes e contribuem para uma influência tranqüilizante em meio ao grande movimento da cidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Você tem esperanças em relação ao futuro da humanidade?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sim. Tenho. A liberdade nos foi dada e nós temos a capacidade de modificar a situação do mundo. Claro que isso significa que nós temos que usá-la em benefício de um ‘Todo’, ao invés de pensarmos de forma egoísta. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQox8yfS-QI/AAAAAAAAAro/U0QWChUy37s/s1600-h/Tree%201.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263074034950797570" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQox8yfS-QI/AAAAAAAAAro/U0QWChUy37s/s400/Tree%25201.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Imagem do livro “The call of the trees”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A biodiversidade enfrenta uma crise global. Em sua opinião, quais são os caminhos que o indivíduo contemporâneo deve percorrer para delinear um novo horizonte de conduta e ética ambiental?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, temos que ter consciência que, de fato, existe uma crise global e que o planeta está nos contando isso através dos perigos óbvios da nossa água, ar e solos poluídos, da diminuição das florestas, da crise mundial dos alimentos etc. Depois, se isso tudo nos preocupa, devemos nos perguntar em que sentido podemos individualmente mudar nossas vidas, para contribuir com a melhoria dessa situação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Devemos pensar na redução do uso de papel, na conservação e proteção da água e em ações em geral que possam ser capazes de reduzir nosso impacto no meio ambiente. Em nossas preocupações, desvendamos nosso amor pelo planeta e mandamos amor para ele. Com o tempo, vamos perceber que precisamos expandir nossa consciência e eventualmente descobrir, assim como eu, que ter a consciência vasta significa ser mais amoroso e que o amor é o caminho. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nós podemos escolher amar e ficar ciente, profundamente e espiritualmente, de quem somos nós. Assim, podemos reconhecer que somos nós os supervisores do planeta, que necessitamos de desenvolvimento e equilíbrio econômico, mas com cuidado e amor para o bem estar de toda a vida que se encontra aqui.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQox8voCIhI/AAAAAAAAArg/gUZD-wTNCPI/s1600-h/Tree+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263074034182136338" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 283px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQox8voCIhI/AAAAAAAAArg/gUZD-wTNCPI/s400/Tree+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;Imagem do livro “The call of the trees”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-307290007408806819?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/307290007408806819/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=307290007408806819' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/307290007408806819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/307290007408806819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/10/um-outro-olhar-sob-as-rvores.html' title='UM OUTRO OLHAR SOB AS ÁRVORES'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQozQwspvMI/AAAAAAAAAsI/OxqNU0RJymw/s72-c/doroty.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-8041892361157989029</id><published>2008-10-30T00:51:00.008-02:00</published><updated>2008-10-30T21:02:47.595-02:00</updated><title type='text'>O desafio de explorar sem devastar</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQksiD-_slI/AAAAAAAAArQ/pOjJeni0QuY/s1600-h/2465654299_ca3fec5c8e_b.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262786603255837266" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 267px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQksiD-_slI/AAAAAAAAArQ/pOjJeni0QuY/s400/2465654299_ca3fec5c8e_b.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;Foto de Ludmila Tavares. Disponível em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos últimos 50 anos, o Brasil perdeu 30% de vegetação nativa, segundo dados do Mapa da Cobertura Vegetal dos Biomas Brasileiros, recentemente divulgado pelo Ministério do Meio Ambiente – MMA. Apesar dos resultados positivos em algumas áreas, como no controle da poluição provocada pelas atividades industriais, a histórica questão do desmatamento no Brasil continua com desfecho imprevisível.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Uma das dificuldades para se controlar o desmatamento está relacionada ao fato de ocorrer de forma pulverizada, por grandes áreas, quase sempre pelo avanço da fronteira agropecuária. O modelo de expansão destas atividades no país sempre foi marcado por privilegiar o avanço horizontal da agricultura e pecuária sobre áreas naturais, ao invés buscar o incremento dos índices de produtividade. E, no rastro desta expansão, vão ficando para trás grandes extensões de terras degradadas e com níveis baixíssimos de produtividade”, destaca o biólogo e conselheiro da Amda, Francisco Mourão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste sentido, Maria Dalce Ricas, superintendente executiva da entidade, acrescenta que o problema do desmatamento se agrava porque parte do setor industrial brasileiro enxerga florestas nativas como estoques de madeira para a produção de energia. “O governo estimula empreendimentos e não faz disso oportunidades para preservar”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No caso de Minas Gerais, a ambientalista adverte que o Estado, a cada dia que passa, vem perdendo mais áreas de mata nativa. “A grande questão é: será que algum dia o saldo será positivo para as áreas que foram recuperadas, em relação as que foram desmatadas?”, questiona a superintendente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje, Minas Gerais possui em torno de 59 milhões de hectares ainda cobertos por vegetação nativa, o que significa 33,5% de sua extensão territorial. De acordo com o Instituto Estadual de Florestas (IEF), para aumentar a área de cobertura vegetal para 40%, até o ano de 2011, o governo lançou o Projeto Estruturador para a Conservação do Cerrado e Recuperação da Mata Atlântica. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo Luiz Carlos Cardoso Vale, diretor de Desenvolvimento e Conservação Florestal do IEF, entre 2003 a 2005, o Estado perdeu áreas em vegetação nativa equivalente 65 mil hectares/ano. Já no biênio 2006/2007, a perda foi de 53 mil hectares/ano, o que poderia indicar uma ligeira queda de desmatamento nos períodos destacados. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Francisco Mourão lembra, porém, que esta interpretação pode esconder a troca de formações florestais em estágios mais avançados por fragmentos em estágios iniciais de recuperação, decorrente do processo de abandono de pastagens, fato comum no Estado. Este equívoco interpretativo, segundo ele, normalmente resulta em perda expressiva de biodiversidade, já que as capoeiras em estágios iniciais são, quase sempre, ainda pobres em riqueza biológica. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“O fato do monitoramento florestal feito pelo IEF/UFLA não envolver ainda uma avaliação qualitativa dos remanescentes de vegetação nativa impossibilita a análise mais precisa dos dados produzidos”, explica o biólogo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQkshm-IifI/AAAAAAAAArI/nhH39dYzrT8/s1600-h/2190920224_6d765a85ce_b.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262786595467594226" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 368px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQkshm-IifI/AAAAAAAAArI/nhH39dYzrT8/s400/2190920224_6d765a85ce_b.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; Foto de Sylvia Hille . Disponível em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O diretor do IEF, Luiz Carlos Cardoso Valle, enfatizou também que a lenha e seus derivados representam 30% da produção primária de energia em Minas; e que o atendimento desta demanda depende ainda do uso de mata nativa. “A explosão de ‘commodities’, em especial, de produtos siderúrgicos, vem elevando o preço das matérias primas florestais, o que agrava o problema da pressão sobre florestas nativas”, acrescenta. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nas avaliações do diretor, para superar esta dependência seria preciso ampliar a produção baseada em florestas plantadas, utilizando estoques de áreas antropizadas (já ocupadas pelo homem). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Questionado sobre as possibilidades de conciliar a demanda de carvão com a proteção de florestas nativas, o biólogo Francisco Mourão enfatizou que a legislação mineira em vigor abriu espaço para o crescimento da produção de carvão a partir de florestas nativas, ao derrubar os limites impostos pela lei anterior. “A Lei 10.561/2000, estabelecia um teto máximo de 10% do consumo de cada empresa, baseada em florestas e cerrados nativos. A recente proposta encaminhada pelo governo mineiro ao Legislativo deve mudar esta situação, restabelecendo novos limites”. Segundo ele, mesmo não sendo os limites esperados pelos ambientalistas, a proposta do governo deve resultar em mudanças positivas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Francisco lembra, porém, que o sucesso da medida depende do aprimoramento dos mecanismos de controle do desmatamento pelo governo, envolvendo, principalmente, avanços na política de recursos humanos dos órgãos de meio ambiente. Para ele, a baixa remuneração das equipes da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável - Semad tem gerado perdas de técnicos para o setor privado, impedindo avanços maiores na qualificação pessoal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQkoGtYUSFI/AAAAAAAAArA/Tt6BgFy_dk8/s1600-h/537489366_587619e2d9_b.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262781735285049426" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 268px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQkoGtYUSFI/AAAAAAAAArA/Tt6BgFy_dk8/s400/537489366_587619e2d9_b.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;Foto de Zedu Monte - Disponível em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O eterno impasse entre desenvolvimento econômico e sustentabilidade ambiental&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Além dos problemas relacionados ao consumo de matérias primas florestais e à expansão da fronteira agropecuária, a ampliação de obras de infra-estrutura também se torna ameaça aos remanescentes de vegetação nativa em Minas gerais. Recente exemplo é o plano de instalação do segundo maior aeroporto do Estado, ao lado do Parque Estadual do Rio Doce, obra em processo de licenciamento no Conselho de Política Ambiental - Copam, relacionada ao projeto de expansão da Usiminas, em Ipatinga. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Francisco Mourão adverte que a área escolhida se situa no centro de um complexo de lagoas naturais, considerado o mais extenso ambiente lacustre do Estado. A área abriga fauna e flora expressivas, envolvendo especialmente espécies típicas de ecossistemas aquáticos e brejosos. “É difícil avaliar os impactos sobre espécies que dependem de ecossistemas completamente naturais, sem a presença de ruídos, luzes e movimentação de aeronaves”, considera ele. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Superintendente da Amda, Maria Dalce, ressalta que o Parque do Rio Doce protege o maior e mais importante remanescente de Mata Atlântica em Minas. “Considerando que o Estado mantém menos de 4% desse bioma, segundo a Fundação SOS Mata Atlântica, não há dúvida de que todas as alternativas possíveis para a implantação do aeroporto devem ser apuradas, de maneira a evitar possíveis impactos sobre a flora e fauna da região. A importância da área justifica, até mesmo, a escolha por alternativas de custos mais elevados”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Projeto Estruturador do governo estadual declara que como meta a redução do desmatamento e a ampliação das áreas protegidas, através de unidades de conservação - UCs. O plano pretende também recuperar áreas degradadas, desenvolver a silvicultura com espécies nativas, aprimorar a fiscalização e monitorar a cobertura da vegetação natural, além de intensificar os processos de averbação de reservas legais. Se atingidas as metas, espera-se a ampliação da superfície coberta por vegetação nativa no Estado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com Francisco Mourão se a meta de criação de novas UCs for realmente cumprida, vai representar um incremento significativo de áreas protegidas em Minas. Entretanto, ele analisa como modesta a meta de regularização fundiária de UCs, advertindo que o Estado não tem sequer em seu orçamento rubrica de recursos para esta finalidade. “A destinação de recursos para a aquisição de terrenos particulares no interior de unidades de conservação tem sido uma das principais reivindicações dos ambientalistas mineiros. A manutenção destas áreas nas mãos de particulares, além de gerar conflitos sociais, impede que as unidades cumpram integralmente a função de proteger a biodiversidade”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQknnm1-tqI/AAAAAAAAAq4/90nQeraOtig/s1600-h/99845791_b0e3ab21c9_o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262781200954472098" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 275px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQknnm1-tqI/AAAAAAAAAq4/90nQeraOtig/s400/99845791_b0e3ab21c9_o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Foto de Leonardo F. Freitas . Disponível em &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lógica da lucratividade X Preservação ambiental&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A dificuldade em se obter empréstimos bancários quando o assunto é conservação ambiental foi outro fator considerado pelo diretor do IEF, Luiz Carlos Cardoso Valle. Segundo ele, os créditos disponíveis através do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, Banco do Nordeste – BNB e Banco de Desenvolvimento de Minas – BDMG/Proflorestas estão direcionados para setores de base florestal (siderúrgico e celulose) e para empreendimentos rurais (Programa de Plantio Comercial e Recuperação de Florestas – Propflora e Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – Pronaf Florestal). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estas linhas de crédito são operadas por bancos comerciais e de desenvolvimento e seguem trâmites normais de operação bancária, com períodos de carência e prazos de pagamento compatíveis com os períodos de maturação da atividade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Perguntado sobre o fato dos bancos não terem linhas de crédito específicas para produtores que tenham projetos de preservação de mata nativa, Luiz Carlos respondeu que isto ocorre porque os bancos trabalham com a lógica de lucratividade financeira, ou seja, fazem investimentos e créditos em projetos que apresentem liquidez e capacidade de pagamento garantido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O gerente da Divisão de Agropecuária do Setor de Agronegócios do BDMG, Leonardo Parma, garante que o BDMG oferece financiamentos para recomposição e manutenção de áreas de preservação e reserva florestal legal. “Disponibilizamos até R$ 200 mil com juros fixos de 6,75%. O produtor rural tem o prazo de sete anos para começar a pagar e três anos para liquidar o financiamento. Para conseguir crédito, basta procurar uma cooperativa de crédito de sua região”, orienta o gerente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQknWElJL-I/AAAAAAAAAqw/MboqlvvQwZE/s1600-h/389091623_80c07e286c_o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262780899699273698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQknWElJL-I/AAAAAAAAAqw/MboqlvvQwZE/s400/389091623_80c07e286c_o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto de Carlos Levistrauss. Disponível em &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Falta apoio para reservas legais &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A reportagem “Quanto custaria para salvar a natureza”, publicada pelo jornal alemão “Der Spiegel”, em 02 de junho de 2008, pelos repórteres Philip Bethge, Rafaela Von Bredow e Christian Schwägerl, revela mudanças nos paradigmas ambientais. Segundo dados divulgados, a cada ano, florestas virgens maiores que Suíça são desmatadas para extração de madeira e até 130 espécies são extintas a cada dia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A matéria alerta para a aterrorizante situação de perdas de florestas, espécies, habitats e ecossistemas e lembra ser fundamental a criação de mecanismos de estímulos financeiros para a preservação da natureza no mundo. A reportagem cita, como exemplo, instrumentos relacionados ao mercado de créditos de CO2 e ao desenvolvimento do ecoturismo, como áreas promissoras para a geração de recursos necessários à proteção de ecossistemas. Outro aspecto considerado foram os novos acordos multilaterais de comércio entre as nações, que passam a inserir ações que visam à proteção ambiental. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, para estimular a preservação da natureza e mostrar aos investidores que a perda de biodiversidade custa muito ao mundo, cabe aos governos criarem incentivos para proteção de florestas que, em grande parte, estão em mãos de particulares. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Brasil, por exemplo, proprietários de Reservas Particulares de Patrimônio Natural - RPPN não encontram motivações, além da isenção do ITR – Imposto Territorial Rural, possibilidade esta que já é facultada aos proprietários de Reservas Legais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Conforme Maria Cristina Weyland Vieira, Diretora Técnica da Confederação Nacional das Reservas Particulares do Patrimônio Natural - CNRPPN e presidente da Associação de Reservas Particulares de Minas Gerais – ARPEMG, a manutenção de RPPNs implica em uma série de dificuldades. A diretora cita como exemplo a perseguição da Receita Federal. “A Receita tem infernizado a vida dos proprietários de terras que preservaram florestas, capturando-os na malha fina e cobrando impostos sobre as florestas não averbadas nos anos 90”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com Maria Cristina, em Minas Gerais existe também o ICMS ecológico, que destina recursos aos governos municipais, relativos à criação e manutenção de unidades de conservação em seus espaços territoriais. Entretanto, estes recursos raramente são dirigidos para programas de estímulo às unidades de conservação particulares. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Para que esses recursos sejam revertidos para as RPPNs são necessárias estratégias de repasse, através de leis municipais e atuação de ONGs”, explica ela.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQkmIUOBAaI/AAAAAAAAAqo/ZbEu7TxQyl0/s1600-h/devastacaun.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262779563867439522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQkmIUOBAaI/AAAAAAAAAqo/ZbEu7TxQyl0/s400/devastacaun.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Foto de Magru Floriano . Disponível no ww.flickr.com&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Visando aprofundar neste tema, a redação do jornal “Ambiente Hoje” entrou em contato com alguns proprietários de RPPNs relacionados no cadastro da ARPEMG. Todos foram unânimes em mencionar a falta apoio e esclarecimentos por parte do governo. Wallace Ferreira Pedrosa, um dos proprietários da Fazenda Boa Vista e cafeicultor em São Francisco da Glória/MG, informou que dos 77 hectares da fazenda, 15 ha foram declarados como RPPN. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O proprietário ressalta que quem não tem áreas preservadas, conforme determina a legislação, não consegue mais financiamento em bancos. Porém, segundo ele, este é um dos poucos mecanismos de estímulo à preservação ambiental em áreas rurais. “O governo não oferece incentivos e o produtor tem de arcar sozinho com custos para averbação em cartório e para a proteção da área. O que mais me deixa esperançoso é que, no futuro, quem desenvolver ações concretas pela preservação ambiental receberá tratamento diferenciado na colocação de seus produtos no mercado internacional. Essas exigências estão relacionadas ao crescimento da preocupação mundial com o desmatamento”, opina ele. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Diante de todo esse cenário, a pergunta que se coloca é se a natureza vai esperar mudanças decorrentes do avanço da conscientização mundial quanto ao tema, já que a perda de ecossistemas naturais e a extinção de espécies ocorrem em níveis assustadores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Apuração exclusiva para a Amda- Texto original&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-8041892361157989029?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/8041892361157989029/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=8041892361157989029' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/8041892361157989029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/8041892361157989029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/10/o-desafio-de-explorar-sem-devastar.html' title='O desafio de explorar sem devastar'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQksiD-_slI/AAAAAAAAArQ/pOjJeni0QuY/s72-c/2465654299_ca3fec5c8e_b.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-4640063704452682083</id><published>2008-10-30T00:43:00.004-02:00</published><updated>2008-10-30T00:50:32.539-02:00</updated><title type='text'>Ambientalista defende no Copam a conservação da biodiversidade da Mata Atlântica e do Cerrado em território mineiro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQkgCiiIy6I/AAAAAAAAAqg/EP0-mN8GNaY/s1600-h/mata.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262772867560950690" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQkgCiiIy6I/AAAAAAAAAqg/EP0-mN8GNaY/s400/mata.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;"Mata Atlantica - detalhe de um broto de folha de samambaia gigante(xaxim)". Por &lt;em&gt;luizdemog&lt;/em&gt;. Disponível no &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Durante a 147ª Reunião do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam), realizada nesta quarta-feira (29), a superintendente executiva da Amda, Maria Dalce Ricas, enfatizou que é preciso intensificar ações de combate aos desmatamentos nas áreas originais de vegetação nativa que restam no Estado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na ocasião, foram apresentados os resultados parciais do Projeto Estruturador de Recuperação da Mata Atlântica e Proteção do Cerrado. O gerente adjunto do Projeto, Luiz Carlos Cardoso Vale, expôs que os desmatamentos em Minas Gerais provocaram, só no ano passado, a perda de aproximadamente 50 mil hectares de vegetação na Mata Atlântica e no Cerrado. Para preservar estes biomas, o gerente afirmou que o Estruturador tem fomentado ações distintas, como a ampliação das áreas de vegetação nativa e promoção de conectividade entre os fragmentos florestais existentes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entre as medidas já praticadas, Cardoso citou a compra de mudas de cedro australiano e candeia para reposição florestal, além de 350 mil mourões para confecção de cercas, que devem ser colocadas em áreas com potencial para regeneração natural. “Vamos erguer cercas de proteção em nascentes para evitar o pisoteamento do gado”, completou. O gerente destacou ações comunitárias já implantadas, como os viveiros no município de Itamarandiba e o aspecto estimulante do Projeto, no que se refere aos incentivos a proprietários. Segundo ele, um dos maiores desafios do projeto é justamente criar alternativas para que os 550 mil produtores rurais existentes no Estado, principalmente os de baixa renda, continuem com renda sustentada pelos recursos naturais sem degradação ambiental. Além de insumos e mudas que estão sendo fornecidas gratuitamente aos proprietários, o gerente informou que foi instituído o pagamento aos agricultores pela prestação de serviços ambientais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Avaliando os atuais resultados do Projeto, Maria Dalce Ricas advertiu que embora o reflorestamento auxilie no processo de recuperação da Mata Atlântica e do Cerrado, dificilmente vai recompor seus ecossistemas originais. De acordo com a ambientalista, o fundamental é a proteção de áreas de vegetação nativa. “Este é um projeto ambiental e não social. Ele pode agregar o produtor rural, mas este não deve ser seu foco. O principal objetivo e parâmetro a ser considerado deve ser a proteção à biodiversidade”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para a ambientalista, ocorrências de desmatamentos irregulares em conseqüência de assentamentos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e de licenciamentos ambientais para a abertura de sistema viário, que envolve a supressão de vegetação nativa em remanescentes de Mata Atlântica e Cerrado, são exemplos que não se interagem com políticas públicas voltadas à proteção do meio ambiente. “É preciso uma interação do Projeto Estruturador com outras políticas públicas”, considerou ela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-4640063704452682083?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/4640063704452682083/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=4640063704452682083' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4640063704452682083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4640063704452682083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/10/ambientalista-defende-no-copam.html' title='Ambientalista defende no Copam a conservação da biodiversidade da Mata Atlântica e do Cerrado em território mineiro'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQkgCiiIy6I/AAAAAAAAAqg/EP0-mN8GNaY/s72-c/mata.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-4535209743815332030</id><published>2008-10-27T18:12:00.002-02:00</published><updated>2008-10-28T22:28:54.434-02:00</updated><title type='text'>PROJETO PREVÊ ANTECIPAR MECANIZAÇÃO DA COLHEITA DE AÇÚCAR EM SÃO PAULO</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Foto de Valdir Hobus. Disponível em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQetEZCJDLI/AAAAAAAAAfw/G-7WWUetzbI/s1600-h/queimada.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262364980556663986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 267px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQetEZCJDLI/AAAAAAAAAfw/G-7WWUetzbI/s400/queimada.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A Comissão Parlamentar de Inquérito da Assembléia Legislativa de São Paulo- ALESP, que reavalia os prazos para eliminação gradativa da queima da palha da cana-de-açúcar no estado, apresentou projeto de lei que prevê antecipar prazos para mecanização da colheita previstos na Lei nº 11.241, de 2002. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foram criadas tabelas de redução da área mecanizável (extensão na qual está situada a lavoura de cana-de-açúcar) e não mecanizável, estipulando onde se pode ou não efetuar a queima. O projeto está em andamento na ALESP e, caso seja aprovado, 100% da queima deve ser eliminada no estado até 2015. Estão também previstas multas que podem chegar a R$ 50.000.000,00 (cinqüenta milhões de reais) para os casos reincidentes, incluindo a interdição da atividade para os infratores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Foto de Valdir Hobus. Disponível em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQetEBKRD1I/AAAAAAAAAfo/rTImrqCZMs0/s1600-h/QUEIMADA+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262364974148292434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQetEBKRD1I/AAAAAAAAAfo/rTImrqCZMs0/s400/QUEIMADA+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;MINAS GERAIS TAMBÉM AGUARDA PARECER PARA ELIMINAR QUEIMA DA PALHA NO ESTADO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em Minas Gerais, o Projeto de Lei nº 1.312/2007, também com a finalidade de reduzir gradualmente o uso do fogo para a queima da palha da cana-de-açúcar em território mineiro até a sua completa eliminação, aguarda, desde 14/08/2007, o parecer das Comissões de Justiça, de Política Agropecuária e de Meio Ambiente. O Projeto dispõe, ainda, que a autoridade ambiental pode determinar a suspensão da queima quando forem constatados risco de vida, danos ambientais ou condições meteorológicas desfavoráveis.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-4535209743815332030?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/4535209743815332030/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=4535209743815332030' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4535209743815332030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4535209743815332030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/10/queima-da-cana-de-acar-deve-ser-extinta.html' title='PROJETO PREVÊ ANTECIPAR MECANIZAÇÃO DA COLHEITA DE AÇÚCAR EM SÃO PAULO'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQetEZCJDLI/AAAAAAAAAfw/G-7WWUetzbI/s72-c/queimada.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-6853401011817410922</id><published>2008-10-27T18:11:00.002-02:00</published><updated>2008-10-28T22:54:22.986-02:00</updated><title type='text'>Soluções positivas para o futuro do clima e da energia</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQeyqJEW2qI/AAAAAAAAAgQ/OVyEm629zis/s1600-h/energia+limpa.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;Foto de Stefano Pinci . Disponível em &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;http://www.flickr.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQeyqJEW2qI/AAAAAAAAAgQ/OVyEm629zis/s1600-h/energia+limpa.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262371126664157858" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 269px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQeyqJEW2qI/AAAAAAAAAgQ/OVyEm629zis/s400/energia+limpa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Começa na próxima semana (27/10) o ciclo de palestras da III Edição do Seminário Internacional "O Futuro da Energia" com o tema central "Energia e Mudanças Climáticas". O evento está sendo promovido pela Amda em parceria com o Sistema Estadual do Meio Ambiente - Sisema, por meio da Fundação Estadual de Meio Ambiente -Feam e da Companhia Energética de Minas Gerais- Cemig. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;O seminário vai discutir ações de pesquisa e estratégias para o enfrentamento às alterações no clima global, estabelecendo relações entre consumo de energia e os processos de mudanças climáticas. Entre outros assuntos, os especialistas irão falar sobre sustentabilidade, meio ambiente, energia, carbono e energia nuclear. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Um dos palestrantes, o coordenador do 5º Distrito de Meteorologia, Fúlvio Cupolillo, vai explicar como o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) elabora as previsões do tempo. “A palestra será dividia em três tópicos. Primeiro vamos mostrar o que o INMET tem a oferecer à sociedade, em seguida abranger o fenômeno das mudanças climáticas em Minas Gerais, tendo como estudo de caso as cidades mineiras. A terceira parte promove reflexões sobre o papel desempenhado pela sociedade atual, em termos de cooperação diante das mudanças climáticas”, explica o coordenador. &lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;Foto de Francisco de Asís Alfaro Fernández. Disponível em &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;http://www.flickr.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQeyIa-ZyZI/AAAAAAAAAgA/GRAxF68W1MY/s1600-h/energia+eolica.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262370547355470226" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 266px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQeyIa-ZyZI/AAAAAAAAAgA/GRAxF68W1MY/s400/energia+eolica.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A energia eólica (obtida pelo movimento do ar (vento) é considerada a energia mais limpa do planeta e grande chance para o futuro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Relatório da ONG WWF-Brasil, que apresenta alternativas para o cenário oficial de energia do país, será um dos assuntos do Seminário. De acordo com o palestrante André Tavares, cientista econômico da WWF-Brasil, o estudo denominado “Agenda Elétrica Sustentável 2020”, prevê, entre outros fatores, a diminuição no desperdício de energia no Brasil e estabilização nas emissões dos gases causadores do efeito estufa. “O estudo lançado pelo WWF-Brasil aborda uma série de assuntos relacionados às mudanças climáticas e apresenta alternativas mais sustentáveis para o futuro da energia no país”, antecipa o palestrante. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O encontro vai acontecer entre os dias 27 e 29 de outubro de 2008, no auditório do CREA-MG - Conselho Regional de Engenharia e os interessados devem se inscrever antecipadamente. Maiores informações podem ser obtidas no site da Amda: &lt;a href="http://amda.org.br/"&gt;http://amda.org.br/&lt;/a&gt;, ou através do telefone 32910661. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-6853401011817410922?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/6853401011817410922/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=6853401011817410922' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/6853401011817410922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/6853401011817410922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/10/solues-positivas-para-o-futuro-do-clima.html' title='Soluções positivas para o futuro do clima e da energia'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQeyqJEW2qI/AAAAAAAAAgQ/OVyEm629zis/s72-c/energia+limpa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-2896128175496254345</id><published>2008-10-27T18:06:00.003-02:00</published><updated>2008-10-27T18:30:10.522-02:00</updated><title type='text'>STF derruba cálculo de compensação ambiental</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQYiUzbLH1I/AAAAAAAAAfY/awMoeVrCgQQ/s1600-h/seminario.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261930955425914706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQYiUzbLH1I/AAAAAAAAAfY/awMoeVrCgQQ/s400/seminario.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt; A assessora de Projetos Especiais da Secretaria de Meio Ambiente de São Paulo – SMSP, Fernanda Bandeira de Mello, revelou durante o Seminário que a decisão do STF paralisou os licenciamentos ambientais no Estado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A necessidade de planejar nova metodologia de cálculo para a compensação ambiental no Brasil se tornou foco de discussões durante o “Seminário Nacional Sobre Compensação Ambiental”. O evento foi concretizado pela Amda, em parceria com a Fiemg – Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais e Semad – Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Após dois dias de discussão sobre temas ligados à gestão de Ucs (Unidades de Conservação), os debates foram concluídos na tarde desta quinta-feira (16/10), reunindo em Minas Gerais representantes de ONGs, setores privados e governos, entre eles os de São Paulo e do Mato Grosso. Os participantes tiveram a oportunidade de expor suas dúvidas com relação às novas diretrizes para compensações ambientais, ainda indefinidas pelo Governo Federal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois que o STF - Supremo Tribunal Federal derrubou o cálculo de compensação previsto pela Lei do SNUC (art. 36), que estipulava destinação de 0,5% do valor total de empreendimentos para a gestão de Ucs, a dúvida está no montante que deve ser destinado para compensar impactos causados ao meio ambiente. A coordenadora da Câmara de Compensação Ambiental e assessora de Projetos Especiais da Secretaria de Meio Ambiente de São Paulo – SMSP, Fernanda Bandeira de Mello, expôs que com a decisão do STF, o Estado de São Paulo deixou de usar a Resolução SMA 56, que estabelecia cobrança de compensação para empreendimentos de significativo impacto ambiental. Em razão disso, segundo ela, os licenciamentos estão paralisados no Estado, exceto para empreendedores que já possuem Licença Prévia (LP) e assinaram Termo de Compromisso. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para a palestrante, as incertezas de percentual e a ausência de metodologias para calcular o valor da compensação representam um retrocesso para a política brasileira de meio ambiente. “O governo federal pode estar destruindo instrumentos de garantia para o ‘estado empreendedor’ reparar danos causados ao meio ambiente”, ponderou. Fernanda Bandeira ressaltou que os novos meios de compensação podem ser regulados por meio de decreto presidencial, mas que qualquer decisão será inviável se não atacar de forma definitiva o problema. “Qualquer deliberação considerada transitória deve ser questionada”, disse. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Durante a palestra foi divulgado um gráfico revelando que, entre 1850 a 2000, São Paulo perdeu entre 60% a 80% de sua cobertura vegetal original. De acordo com a coordenadora da SMPS, atualmente, 70% dos recursos oriundos da compensação ambiental têm sido destinados para regularização fundiária. O restante vem sendo investido nas 108 Ucs, distribuídas em 900 mil hectares de cobertura vegetal que restam no Estado, com foco na recuperação de ambientes já degradados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQYiVW0NM7I/AAAAAAAAAfg/5j5Tja-6G-A/s1600-h/seminario4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261930964926149554" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQYiVW0NM7I/AAAAAAAAAfg/5j5Tja-6G-A/s400/seminario4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O coordenador-geral da Promotoria de Justiça de Defesa da Bacia do Rio São Francisco, Alex Fernandes Santiago considerou a importância de criar tipologias para avaliar os diferentes impactos ambientais&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Avaliações do representante do Ministério Público&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Analisando a decisão do STF, o coordenador-geral da Promotoria de Justiça de Defesa da Bacia do Rio São Francisco, Alex Fernandes Santiago, enfatizou que é necessário definir uma tipologia de empreendimentos, uma vez que o custo total dos investimentos nem sempre se equipara aos impactos ambientais causados ao meio ambiente. “Não se podem medir impactos com percentuais de compensação, mas através de metodologias”, disse. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o promotor, falar em compensação ambiental não é apenas falar de dinheiro, mas, principalmente, ponderar sobre conservação de parques e de bens ambientais e sobre nosso compromisso com as futuras gerações. O palestrante defendeu, ainda, que os recursos de compensação devem ser destinados, prioritariamente, para as áreas que estão sofrendo impactos com a implantação e operação do empreendimento.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Fotos e texto - Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-2896128175496254345?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/2896128175496254345/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=2896128175496254345' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/2896128175496254345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/2896128175496254345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/10/stf-derruba-clculo-de-compensao.html' title='STF derruba cálculo de compensação ambiental'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SQYiUzbLH1I/AAAAAAAAAfY/awMoeVrCgQQ/s72-c/seminario.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-7220919718969557550</id><published>2008-10-27T17:59:00.001-02:00</published><updated>2008-10-27T18:06:13.838-02:00</updated><title type='text'>Seminário trata das indefinições na nova metodologia de compensação ambiental</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A indefinição quanto à metodologia que será adotada no país para a cobrança de compensação por impacto ambiental foi motivo de debate durante o Seminário Nacional sobre Compensação Ambiental promovido pela Amda, Fiemg – Federação das Indústrias de Minas Gerais e Semad – Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, na tarde dessa quarta-feira (15/10). “Não sabemos ainda como serão definidos os padrões de cobrança da compensação ambiental. Só resta esperar o melhor e o mais justo para o meio ambiente”, disse a assessora jurídica da Amda, Cristina Chiodi, também representante das Ongs ambientalistas mineiras no Copam – Conselho de Política Ambiental e das Ongs ambientalistas da região Sudeste no Conama – Conselho Nacional do Meio Ambiente.&lt;br /&gt;A assessora fez um retrospecto das diretrizes e procedimentos que definiram a aplicação da compensação ambiental no Estado. Segundo ela, a Amda integrou o grupo de estudo do Copam e participou de forma ativa da discussão sobre compensação ambiental em Minas Gerais, que acabou por definir percentuais de 0,5% do valor do empreendimento, para compensar os impactos causados ao meio ambiente. “Tivemos alguns casos em Minas em que houve adição no valor da compensação, uma vez que os empreendimentos se localizavam próximos de Unidades de Conservação, em áreas onde existam espécies ameaçadas de extinção. Nesses casos, os empreendimentos tiveram que pagar 1,1% do valor do empreendimento”.&lt;br /&gt;A assessora explicou que, recentemente, o STF – Supremo Tribunal Federal julgou inconstitucional o padrão de cobrança de compensação, previsto na Lei 9.985/2000. “O STF considerou que existem alguns empreendimentos que mesmo sendo de grande porte não degradam o meio ambiente. E, por outro lado, existem pequenos empreendimentos que causam impactos ambientais incalculáveis. Por isso, o novo texto fala que a cobrança será proporcional ao tamanho do impacto ambiental”, elucidou.&lt;br /&gt;Da mesma forma, a indefinição da metodologia para a compensação ambiental preocupa Grace Dalla Pria, gerente de Meio Ambiente da CNI – Confederação Nacional da Indústria. A gerente considera que a fixação de limites deverá vir através de decreto presidencial e enfatiza que o principal é esclarecer de forma objetiva parâmetros ainda obscuros da nova metodologia. Segundo ela, é preciso definir o que será considerado como grande impacto ambiental sobre a biodiversidade, qual o comprometimento do bioma e os limites da zona de amortecimento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Aplicação da compensação ambiental em unidades de conservação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Afrânio César Migliari, secretário-adjunto de mudanças climáticas da Secretaria do Meio Ambiente do Mato Grosso, articulou durante o Seminário sobre a importância da compensação ambiental como fonte de apoio para o poder público preservar as UCs – Unidades de Conservação. “Cobramos os 0,5% do total previsto para implantação do empreendimento. Boa parte dos recursos  da compensação vai para regularização fundiária, mas também usamos  os recursos para demarcação de terras, proteção do entorno das UCs e planos de manejo. Se não nos preocuparmos com a compensação ambiental, pode não sobrar nada da Floresta Amazônica.”, disse, destacando que o setor privado precisa ajudar a cuidar do meio ambiente e apoiar a gestão das UCs.&lt;br /&gt;Para justificar a destinação do dinheiro arrecadado com a compensação ambiental, o secretário ponderou: “No Mato Grosso temos que cuidar de grandes áreas de Cerrado e Mata Atlântica, da fiscalização, da identificação de indivíduos que estão nas UCs e do estudo de georeferenciamento para verificar e delimitar as regiões. Também investimos na prevenção de incêndios. Isso tudo tem alto custo”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-7220919718969557550?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/7220919718969557550/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=7220919718969557550' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/7220919718969557550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/7220919718969557550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/10/seminrio-trata-das-indefinies-na-nova.html' title='Seminário trata das indefinições na nova metodologia de compensação ambiental'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-4752333928118890450</id><published>2008-10-12T21:32:00.013-03:00</published><updated>2008-10-12T22:50:15.833-03:00</updated><title type='text'>Reunião expõe divergências sobre Zoneamento Ecológico-Econômico</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;Foto: &lt;/span&gt;&lt;a title="Link para a galeria de CARLOSWEICK" href="http://www.flickr.com/photos/carlosweick/"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;CARLOS WEICK&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SPKlE1y8d1I/AAAAAAAAAfQ/ztc6-yAblBo/s1600-h/desmatamento.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5256445217673606994" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SPKlE1y8d1I/AAAAAAAAAfQ/ztc6-yAblBo/s400/desmatamento.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Desmatar ou não desmatar. Eis a questão.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Divergências quanto ao Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE), nova ferramenta de planejamento para auxiliar avaliações de viabilidade ambiental de obras e projetos em território mineiro, adiam votações no Conselho de Política Ambiental – COPAM, durante reunião no plenário da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – Semad.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Durante a 7ª Reunião Extraordinária da Câmara Normativa e Recursal – CNR, nesta quarta-feira (08/10), os conselheiros discordaram de alguns termos previstos na Minuta de Deliberação que dispõe sobre o ZEE do Estado. O Art. 2ª do documento, que trata da utilização dos resultados de estudos do ZEE como instrumentos auxiliares nos processos de licenciamento ambiental, foi um dos motivos para o adiamento de votação da Minuta. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A assessora jurídica da Amda, Cristina Chiodi, a Promotora Shirley Fenzi Bertão, da Procuradoria Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais, e Eduardo Nascimento, da Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Estado Minas Gerais – Fetaemg, pediram que fosse acrescido no texto que os resultados da ZEE não substituem estudos ambientais, já previstos nas legislações vigentes. Contudo, o suplente da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico – SEDE, Enio Marcus Brandão Fonseca, rejeitou as propostas, considerando que seriam desnecessários quaisquer dispositivos neste sentido, já que o ZEE é um estudo que antecede as licenças nos órgãos ambientais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para Cristina Chiodi, as ampliações solicitadas teriam caráter educativo e serviriam para advertir na Minuta que, embora o ZEE seja um documento oficial, não dispensa nem substitui licenciamento ambiental. A assessora sugeriu, ainda, alterações no Art. 3º, que especifica que a Semad deverá encaminhar para o Plenário do Copam, a cada dois anos, relatório sobre a avaliação efetiva do ZEE. Segundo ela, esses resultados devem ser enviados para análises do Copam anualmente, pelo menos nos primeiros cinco anos de validade do instrumento. Com os acréscimos sugeridos, a Minuta deve retornar para votação no próximo encontro do Copam.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O ZEE em questão vai abranger o Norte de Minas, Noroeste, Jequitinhonha, Leste Mineiro, Zona da Mata, Sul de Minas, Alto São Francisco, Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba e região central do Conselho Estadual de Política Ambiental. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Outras propostas de alterações no Copam &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Nesta mesma reunião do Copam, a proposta da Amda, de implantação de sistema de prevenção e combate a incêndios na vegetação natural em áreas afetadas e de influência direta de empreendimentos também não foi votada. O Copam acolheu o pedido de vistas dos conselheiros: Cristina Chiodi (Amda), Paula Meireles Aguiar (FIEMG), e Fabio Henrique Vieira Figueiredo (SINDIEXTRA), que pretendem aperfeiçoar a Minuta através de um parecer conjunto.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mesmo com o adiamento das votações, Shelley de Souza Carneiro, secretário adjunto da Semad e presidente da CNR – Copma, avaliou positivamente os trabalhos do dia. “Durante a reunião, os conselheiros fizeram propostas e trouxeram uma série de dúvidas, inclusive estruturais, o que é bom, pois mostra que a Câmara Recursal está cumprindo seu papel”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;PARA QUE SERVE O ZEE&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"O zoneamento ecológico-econômico é a representação cartográfica de um território dividido em zonas homogêneas quanto à possibilidade de um dado empreendimento humano ser viável e sustentável socioeconomicamente e ambientalmente. (...) Zoneamento ecológico-econômico não é milagroso; mapa de qualidade ambiental, muito menos. Na realidade, são as decisões e ações tomadas pelo Poder Executivo, que levam em conta outros fatores políticos, culturais, legislação e tudo o mais, que vão fazer com que os elementos aqui gerados resultem em decisões ou não" (Fonte: José Roberto Soares Scolforo - Ufla. Diário do Legislativo de 01/09/2006).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SPKk5xQ1LFI/AAAAAAAAAfI/IllVP0WamuY/s1600-h/mapas.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5256445027478219858" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SPKk5xQ1LFI/AAAAAAAAAfI/IllVP0WamuY/s400/mapas.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Mapas apresentados pelo prof. José Roberto Soares Scolforo, da Universidade Federal de Lavras - UFLA, registrados no RELATÓRIO FINAL DA COMISSÃO ESPECIAL SOBRE GOVERNANÇA AMBIENTAL, publicado no Diário do Legislativo de 01/09/2006. Fonte: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.almg.gov.br/dia/A_2006/09/L010906.htm"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;color:#000000;"&gt;http://www.almg.gov.br/dia/A_2006/09/L010906.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Apurações exclusivas para a Amda - Obs.: texto original&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-4752333928118890450?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/4752333928118890450/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=4752333928118890450' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4752333928118890450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4752333928118890450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/10/reunio-expe-divergncias-sobre.html' title='Reunião expõe divergências sobre Zoneamento Ecológico-Econômico'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SPKlE1y8d1I/AAAAAAAAAfQ/ztc6-yAblBo/s72-c/desmatamento.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-4783723789805216235</id><published>2008-10-08T22:23:00.003-03:00</published><updated>2008-10-08T23:10:51.139-03:00</updated><title type='text'>Agroenergia X Produção de Alimentos</title><content type='html'>&lt;strong&gt;DEBATE ANALISA O USO INTENSIVO DE TERRAS PARA A PRODUÇÃO DE BIOCOMBUSTÍVEIS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/biocombustiveis_alimentos/index.shtml#1#1"&gt;&lt;/a&gt;A interferência da produção de etanol sobre a oferta e a demanda de alimentos foi alvo de análises nesta segunda-feira (06/10), durante o III Encontro Preparatório da III Edição do Seminário Internacional “O Futuro da Energia", no auditório do CREA/MG.  &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Foto: Georgiana de Sá&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SO1h8O-gOKI/AAAAAAAAAeY/J3pPm8P7TeU/s1600-h/PA060536.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254964027651537058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SO1h8O-gOKI/AAAAAAAAAeY/J3pPm8P7TeU/s400/PA060536.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt; O palestrante, Lucas Rocha Carneiro, engenheiro agrônomo e diretor de Recursos Tecnológicos e Naturais da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Seapa, falou das possibilidades de ampliação das usinas hidrelétricas no Estado&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Palestrantes, debatedores e platéia discutiram o tema: "Cenário para produção de Biocombustíveis em Minas Gerais". O palestrante, Lucas Rocha Carneiro, engenheiro agrônomo e diretor de Recursos Tecnológicos e Naturais da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Seapa, falou sobre o Plano Estadual de Energia, um estudo que abrange o setor energético de Minas, projetando, entre outros pontos, as possibilidades de ampliação das usinas hidrelétricas no Estado. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Foto: Georgiana de Sá&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SO1h8YO5zRI/AAAAAAAAAeg/--_D5RxfB40/s1600-h/PA060540.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254964030136241426" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SO1h8YO5zRI/AAAAAAAAAeg/--_D5RxfB40/s400/PA060540.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Debatedores analisam se a expansão agroenergética vem ocorrendo com sustentabilidade ambiental e social&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Além de ponderar sobre o potencial hidrelétrico do território mineiro, o engenheiro considerou a utilização da produção agrícola com fins energéticos como alternativa viável em relação aos combustíveis fósseis (carvão, petróleo, gás natural). A oposição entre produção de alimentos e agroenergia foi muito debatida durante o encontro, uma vez que o desenvolvimento de biocombustíveis tem sido considerado causa da atual crise de alta nos preços dos alimentos.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt; “Minas Gerais tem 11% de participação nacional no agronegócio, já se consolida como o terceiro maior produtor brasileiro de açúcar e álcool e possui um espelho d’água de cerca de um milhão de hectares”, disse, avaliando que o território mineiro se mostra apto para investir em agroenergia sem descuidar da produção de alimentos.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O debatedor Eduardo Nascimento, assessor da Federação dos Trabalhadores Agricultura Estado de Minas Gerais – Fetaemg, alertou que é imperativo analisar se a expansão agroenergética vem ocorrendo com sustentabilidade ambiental e social. De acordo com o assessor, o avanço das plantações de cana de açúcar e oleaginosas dedicadas a produções de etanol e de biodiesel pode reduzir os espaços para cultivo de alimentos no campo e gerar novas altas dos preços de alimentos e a escassez de alguns deles.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;Foto: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;www.flickr.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SO1h8XaPNtI/AAAAAAAAAeo/H_NMwzjsLkM/s1600-h/cana+de+acucar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254964029915346642" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SO1h8XaPNtI/AAAAAAAAAeo/H_NMwzjsLkM/s400/cana+de+acucar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;As degradantes condições de trabalho do assalariado rural do setor sucroalcooleiro no Brasil foram citadas durante o debate como exemplo negativo da agroenergia. A falta de oportunidades de trabalho decente pode concetrar riqueza e poder nas mãos de poucos, gerando mais pobreza e desigualdade social.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na opinião de Eduardo Nascimento, serão necessárias políticas públicas e instrumentos de controle adequados para que a agroenergia não comprometa a produção alimentar. “Antes, é preciso considerar a quem interessa o crescimento da agroenergia, se vai causar danos ao meio ambiente e se tem potencial para minimizar as desigualdades sociais”, disse, remetendo também ao exemplo das degradantes condições de trabalho do assalariado rural do setor sucroalcooleiro no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A III Edição do Seminário Internacional “O Futuro da Energia” está sendo realizada pela Amda em parceria com o Sistema Estadual do Meio Ambiente - Sisema, por meio da Fundação Estadual de Meio Ambiente – Feam e da Companhia Energética de Minas Gerais- Cemig, e terá início no dia 27 de outubro próximo.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/"&gt;www.flickr.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SO1h8Q_C4iI/AAAAAAAAAew/ef1evxqAMPE/s1600-h/mamona.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254964028190679586" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SO1h8Q_C4iI/AAAAAAAAAew/ef1evxqAMPE/s400/mamona.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;A mamora tem sido considerada opção rápida e rentável para atender à necessidade do biocombustível. O biodiesel extraído da mamona está sendo usado em motores de tratores e caminhões.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Apuração e redação de Georgiana de Sá - Cobertura exclusiva para a &lt;a href="http://www.amda.org.br/base/sp-nw?nid=4317"&gt;Amda&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-4783723789805216235?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/4783723789805216235/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=4783723789805216235' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4783723789805216235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/4783723789805216235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/10/agroenergia-x-produo-de-alimentos.html' title='Agroenergia X Produção de Alimentos'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SO1h8O-gOKI/AAAAAAAAAeY/J3pPm8P7TeU/s72-c/PA060536.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-9163280890170605422</id><published>2008-09-25T00:06:00.006-03:00</published><updated>2008-09-28T10:40:00.439-03:00</updated><title type='text'>2ª Palestra Preparatória Para o III Seminário Internacional "O Futuro da Energia"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNwYXXBv0KI/AAAAAAAAAd8/tsgbJtIfJ-k/s1600-h/P9220412.JPG"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto: Georgiana de Sá&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNwYXXBv0KI/AAAAAAAAAd8/tsgbJtIfJ-k/s1600-h/P9220412.JPG"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNwYXXBv0KI/AAAAAAAAAd8/tsgbJtIfJ-k/s400/P9220412.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5250098055204556962" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Patrícia Romeiro Silva Jota, professora do  CEFET-MG e Eduardo Machado de Faria Tavares,  do Instituto Hóu, debatedores na palestra, enfatizarem que a CEMIG precisa intensificar informação pública e campanhas comunitárias para o uso consciente de energia elétrica&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNwWFC8zGSI/AAAAAAAAAd0/WFILGyjf_9U/s1600-h/P9220430.JPG"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;PREPARAÇÃO PARA O FUTURO DA ENERGIA&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Na seqüência do ciclo de palestras preparatórias para o III Seminário Internacional "O Futuro da Energia", com o tema “Energia e Mudanças Climáticas”, a Amda concretizou seu segundo encontro, nesta segunda (22/09), no auditório do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CREA/MG. O evento é uma parceria da ONG com o Sistema Estadual do Meio Ambiente - Sisema, por meio da Fundação Estadual de Meio Ambiente – Feam e da Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig.&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNwWFC8zGSI/AAAAAAAAAd0/WFILGyjf_9U/s1600-h/P9220430.JPG"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;A palestra foi ministrada pelo engenheiro da Cemig e coordenador do Projeto Conviver, Henrique Fernando França Costa. De acordo com dados e projeções apresentadas pelo coordenador, entre 2005 a 2030, o petróleo ocupa posição de destaque na matriz energética brasileira. Já o consumo de carvão mineral como fonte de energia deve crescer de 16% a 25% em relação ao mesmo período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Henrique Costa mostrou exemplos de programas de eficiência energética, atualmente desenvolvidos pela concessionária, que incentivam mudança nos hábitos de consumo. De acordo com ele, não se pode falar em eficiência energética sem falar em conservação e uso eficiente de energia. “Em uma residência comum, entre os eletrodomésticos consumidores de energia elétrica, a geladeira tem se tornado grande vilã”, disse, enfatizando que pequenas atitudes domésticas podem reduzir o consumo residencial de equipamentos eficientes, como chuveiros elétricos, lâmpadas e geladeiras.&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNwWFC8zGSI/AAAAAAAAAd0/WFILGyjf_9U/s1600-h/P9220430.JPG"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNsC4vUtR5I/AAAAAAAAAds/TD95o_SHk9E/s1600-h/futuro.jpg"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNsC4vUtR5I/AAAAAAAAAds/TD95o_SHk9E/s400/futuro.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5249792964429694866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto de Fabio Raphael (www.flickr.com)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Considerando os riscos na evolução do consumo de energia, o engenheiro lembrou que o desperdício de energia elétrica no Brasil chega a 18% e que o mundo já consome 25% a mais de energia que a Terra consegue produzir. “Hoje, se todas as comunidades consumissem como nos países ricos precisaríamos de mais quatro planetas”. Ele ressaltou, ainda, que o mundo registrou o primeiro bilhão de habitantes em 1804, revelando tendência de crescimento e previsão de aumento de até 7,7 bilhões de habitantes até o ano de 2.020.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Opinião dos debatedores&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A debatedora Patrícia Romeiro Silva Jota, professora do Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET-MG, sugeriu que a concessionária utilizasse parte das verbas destinadas à eficiência energética em projetos para o uso consciente da energia, entre estudantes de escolas públicas do Estado. A professora considerou também que a CEMIG precisa investir na redução da demanda de ponta, utilizando o Gerenciamento pelo Lado da Demanda – GLD. Para ela, a concessionária deve criar possibilidades para modular uso e controle de equipamentos de grandes empresas, durante os períodos críticos do sistema elétrico, para alívio de carga e otimização de serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Eduardo Machado de Faria Tavares, ambientalista do Instituto Hóu, o Brasil sofre pela falta de políticas públicas para eficiência energética. Na opinião do debatedor, para promover, de fato, mobilidade e redução do consumo, a CEMIG deve intensificar informação pública e campanhas comunitárias, estabelecendo parcerias com outros órgãos de classe para, por exemplo, promover arquitetura bioclimática e uso de energia solar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma, a professora Patrícia Jota, disse que não basta a CEMIG ligar e controlar padrões de luz dos consumidores. Para ela, a concessionária precisa assumir sua parcela de responsabilidade na educação da sociedade para o uso consciente de energia elétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Impactos ambientais das hidrelétricas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliando os problemas ambientais causados pelas usinas hidrelétricas, o biólogo e conselheiro da Amda, Francisco Mourão Vasconcelos, defendeu a proteção da fauna ictiológica (peixes) e citou o exemplo da luta em Rondônia contra o Complexo Hidrelétrico do Rio Madeira. “Não podemos descartar o uso da energia elétrica, mas precisamos ponderar os impactos ambientais das usinas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme, o ambientalista, as licenças de instalação de usinas hidroelétricas não podem desconsiderar os aspectos relativos à fauna ictiológica migradora, suas deslocações no sentido de montante ou no de jusante. “No caso da construção de hidroelétrica no rio Madeira, por exemplo, seria necessário analisar os danos ecológicos decorrentes do projeto, já que as barragens podem impedir a migração e levar à extinção inúmeras espécies de peixes”.&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a Amda&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-9163280890170605422?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/9163280890170605422/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=9163280890170605422' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/9163280890170605422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/9163280890170605422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/09/2-palestra-preparatrias-para-o-iii.html' title='2ª Palestra Preparatória Para o III Seminário Internacional &quot;O Futuro da Energia&quot;'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNwYXXBv0KI/AAAAAAAAAd8/tsgbJtIfJ-k/s72-c/P9220412.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-7251450702648869403</id><published>2008-09-20T11:10:00.009-03:00</published><updated>2008-09-20T11:21:23.500-03:00</updated><title type='text'>"O Futuro da Energia"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNUEj-r8JuI/AAAAAAAAAc8/w6La-6t4B9Y/s1600-h/energia.jpg"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNUEj-r8JuI/AAAAAAAAAc8/w6La-6t4B9Y/s400/energia.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248105956939409122" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Fonte: Banco de Imagens do Google&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Consumo energético e mudanças climáticas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agravado pelo desperdício, o binômio ‘produção-consumo' se torna entrave para um futuro de energia sustentável. Essas e outras questões foram debatidas nesta terça-feira, 26 de abril, durante a primeira palestra preparatória do seminário internacional "O Futuro da Energia", no auditório do Sistema Estadual do Meio Ambiente - Sisema. O evento é uma parceria entre o Sisema por meio da Fundação Estadual de Meio Ambiente -Feam, a Companhia Energéitca de Minas Gerais- Cemig e a Associação Mineira de Defesa do Meio Ambiente - Amda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), Paulo Eduardo Fernandes de Almeida, explicou como o crescente uso de energia pode acelerar o aquecimento global. Conforme ele, o momento atual exige uma análise dos principais fatores causadores de Gases do Efeito Estufa - GEE, as variáveis de tendências regionais e mundiais no uso da energia e a evolução de emissões de Dióxido de Carbono (CO2). "A energia pode ser encarada, ao mesmo tempo, como problema e solução", disse o diretor, destacando que projetos de eficiência energética são possibilidades de combate às mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o palestrante, o CO2, principal gás causador do efeito estufa, contribui com aproximadamente 80% das emissões, seguido do Metano (CH4) e do Oxido Nitroso (N2O).  Também segundo ele, de 1971 a 2004 houve aumento nas emissões mundiais de CO2, paralelamente a evolução da renda per capita entre diversos países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados apresentados durante a palestra indicam que emissão de CO2 per capita nos países considerados em desenvolvimento ainda é bem mais baixa que a de países desenvolvidos. O Canadá, por exemplo, chega a produzir 10 vezes mais CO2 per capita que o Brasil. No entanto, foi salientado que a China, que continua sendo país em desenvolvimento, tem se destacado como o principal emissor mundial de Dióxido de Carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Risco à vida no planeta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presente no encontro, a superintendente executiva da Amda, Maria Dalce Ricas, advertiu sobre a urgência de reestruturar o ciclo de produção e consumo energético. Ela defendeu a diminuição do desperdício de energia como caminho para evitar um colapso climático global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a ambientalista, não se pode conciliar exploração de recursos naturais, crescimento populacional acelerado e produção compatível com o bem-estar social. Ela frisou, ainda, que a tecnologia precisa deixar de ser vilã do efeito-estufa e promover o progresso da eficiência energética e das energias renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Alexandre Valadares Mello, da Vallourec &amp;amp; Sumitomo Tubos do Brasil - VSB, debatedor na palestra, os líderes mundiais devem discutir políticas de controle populacional. "Para encarar a questão do consumo energético a sociedade precisa rever suas ações. Mudanças de consciência, local e regional, podem gerar um bem global", considerou, ressaltando sua preocupação com o avanço do uso do petróleo como fonte de energia e conseqüente aumento de emissões de CO2 pela queima de combustíveis fósseis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para a&lt;a href="http://www.amda.org.br/base/sp-nw?nid=3926"&gt; Amda - Associação Mineira de Defesa do Ambiente&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-7251450702648869403?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/7251450702648869403/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=7251450702648869403' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/7251450702648869403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/7251450702648869403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/09/consumo-energtico-e-mudanas-climticas.html' title='&quot;O Futuro da Energia&quot;'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNUEj-r8JuI/AAAAAAAAAc8/w6La-6t4B9Y/s72-c/energia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-1031626740852485403</id><published>2008-08-30T14:39:00.005-03:00</published><updated>2008-09-21T16:55:21.629-03:00</updated><title type='text'>FÉRIAS NOS REDUTOS DO ECOTURISMO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNaj4NXRbMI/AAAAAAAAAdk/X1QmDi8cQb0/s1600-h/fotoparque.jpg"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNaj4NXRbMI/AAAAAAAAAdk/X1QmDi8cQb0/s400/fotoparque.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248562601802165442" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto: Vitor Azevedo Pereira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Parque Florestal oferece descanso e contemplação com respeito à natureza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para o jornal Ambiente Hoje (Amda)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O território mineiro é detentor de riquezas naturais que representam grande potencial do ponto de vista do ecoturismo. Além de roteiros já conhecidos como os da Serra do Cipó, Serra da Canastra, Furnas, Lavras Novas e Serra da Mantiqueira, o Parque Estadual do Rio Doce – PERD tem sido mais uma opção para os ecoturistas. Situado a uma distância de 205 km da Capital mineira, na região conhecida como Vale do Aço, próximo às cidades de Ipatinga, Coronel Fabriciano e Timóteo, o Parque foi incluído no Projeto Reserva da Biosfera da ONU (Organização das Nações Unidas) e abriga a maior reserva de Mata Atlântica do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O analista ambiental do Instituto Estadual de Florestas – IEF e coordenador do PERD, Vinícius de Assis Moreira, conta que o parque foi criado a partir da incitativa do arcebispo Dom Helvécio Gomes de Oliveira, que na década de 30 lutou pela preservação de seu ecossistema. “A área foi registrada no Livro de Tombos da Paróquia de Mariana, depois que o Bispo avistou sua natureza exuberante através do ponto mais alto da região, o Pico do Jacroá, na cidade de Marliéria”.&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNaiqd76CmI/AAAAAAAAAdc/d1PFT82O6Ag/s1600-h/foto+parque2.jpg"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNaiqd76CmI/AAAAAAAAAdc/d1PFT82O6Ag/s400/foto+parque2.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248561266220993122" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Foto: IEF&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNaiqd76CmI/AAAAAAAAAdc/d1PFT82O6Ag/s1600-h/foto+parque2.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Unidade de Conservação (UC) possui 35.976 hectares, atrativos naturais, balneários e trilhas interpretativas que permitem passeios pela mata nativa. Entre árvores centenárias, jacarandás, jequitibás e ipês, foram verificadas 1.129 espécies em sua listagem florística, além de 27 espécies nativas e exóticas de peixes, 77 de mamíferos, 325 de aves e 38 de anfíbios, alguns grupos ameaçados de extinção. São macacos-prego, capivaras, tatus, pacas, cotias e onças-pintadas, 42 lagoas naturais, sendo a maior delas a lagoa Dom Helvécio, também conhecida como lagoa do Bispo e única aberta ao público. Nesta lagoa é permitido aos visitantes nadar, pescar e passear de barco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O geólogo Otávio Goulart Guerra Terceiro, professor e especialista em perícias ambientais, alerta para a importância do turismo sustentável, com ênfase em atividades vinculadas à conservação. “É bom lembrar que temos vários pontos de visitação em Minas que suportam continuamente um turismo mal coordenado”. O geólogo explica as áreas continuas de mata Atlântica já sofrem com caça e pesca ilegais, incêndios e destruição de ambientes naturais que afetam espécies nativas. “Temos menos de 10% da área original da Mata Atlântica no Estado. Este parque possui ampla riqueza de fauna e flora e os impactos ambientais causados pelos turistas precisam ser constantemente controlados”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNaicSaa4VI/AAAAAAAAAdU/T-cHy12CcII/s1600-h/foto+parque+1.bmp"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNaicSaa4VI/AAAAAAAAAdU/T-cHy12CcII/s400/foto+parque+1.bmp" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248561022609580370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Foto: IEF&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNaicSaa4VI/AAAAAAAAAdU/T-cHy12CcII/s1600-h/foto+parque+1.bmp"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Da mesma forma, Claudia Diniz, da Fundação Relictos, que participa do Conselho Consultivo do Parque Estadual do Rio Doce-MG, diz que é fundamental uma consciência ecológica para o recreativismo em unidades de conservação. Segundo ela, o lixo, a poluição sonora e alimentação inadequada aos animais nativos podem ameaçar todo o ecossistema do parque. De acordo com Vinicius de Assis, cerca de R$ 4 milhões já foram investidos na infra-estrutura do parque para atender turistas, estudantes e pesquisadores. Ele enfatiza que o ecoturismo é empreendimento que depende do patrimônio natural e, quando bem esquematizado e implementado, pode ter função significante na conservação da biodiversidade. “O Parque é todo sinalizado e oferece apreciação de ecossistemas em seu estado natural. São seis trilhas interpretativas, uma delas é destinada às crianças, tem 110 metros e dispõe de placas com diálogos entre as espécies nativas do parque, abordando temas de preservação ecológica”, esclarece o coordenador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Parque conta, ainda, com monitores ambientais formados na própria comunidade, biblioteca, camping para abrigar até 250 barracas, restaurante (será reaberto em breve), atendimentos a grupos organizados, previamente agendados, e turismo científico. Os pesquisadores que conseguirem licença junto ao IEF podem se hospedar, com direito a mateiros (homens que servem de guias no meio da mata). No ano passado, foram 16 mil visitantes, cerca de 1.200 visitas por mês. A maioria dos turistas é da região do Vale do Aço, entretanto o Parque recebe pessoas de todo Brasil e do mundo. Também não faltam festas religiosas e folclóricas. A última festa aconteceu no inicio deste mês, rememorou o primeiro encontro de Dom Helvécio na região e contou com mais de mil pessoas e 400 cavaleiros, numa procissão religiosa em honra de Nossa Senhora da Saúde. O acesso ao parque é feito pela da BR- 262 até o trevo de São José do Goiabal e, em seguida, pela MG 320. Os telefones para agendar visitas são (31) 3822 3006 e (31) 3844 ౨౨౦౦.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Princípios do turismo ecológico&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Segundo a Sociedade Internacional de Ecoturismo (International Ecotourism Society – TIES), o ecoturismo caracteriza-se por um tipo de viagem realizada em meio à natureza, com garantia de conservação do ambiente e bem-estar da população local. Entre os princípios estabelecidos pela TIES para o turismo ecológico estão: minimizar impactos, desenvolver consciência ambiental e cultural, além de possibilitar a troca de experiências positivas entre visitantes e anfitriões.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNaiR7FdfnI/AAAAAAAAAdM/lZqqAuUZuqQ/s1600-h/tigre2.JPG"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNaiR7FdfnI/AAAAAAAAAdM/lZqqAuUZuqQ/s400/tigre2.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248560844548963954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Pintura de Júlio César Túlio www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Cinco Mandamentos do Ecoturismo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;1. Da natureza nada se tira a não ser fotos.&lt;br /&gt;2. Nada se deixa a não ser pegadas.&lt;br /&gt;3. Nada se leva a não ser recordações.&lt;br /&gt;4. Andar em silêncio e em grupos pequenos.&lt;br /&gt;5. Respeitar uma distância dos animais, evitando gerar stress.&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Origem: Wikipédia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-1031626740852485403?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/1031626740852485403/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=1031626740852485403' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/1031626740852485403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/1031626740852485403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/08/frias-nos-redutos-do-ecoturismo.html' title='FÉRIAS NOS REDUTOS DO ECOTURISMO'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SNaj4NXRbMI/AAAAAAAAAdk/X1QmDi8cQb0/s72-c/fotoparque.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-8943723989886100448</id><published>2008-08-30T14:28:00.008-03:00</published><updated>2008-09-27T21:06:18.088-03:00</updated><title type='text'>MILITANTE DA BIODIVERSIDADE</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SLmE9p66OJI/AAAAAAAAAZo/Tz0itZSPUj0/s1600-h/wanessa+camargo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5240365836182108306" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SLmE9p66OJI/AAAAAAAAAZo/Tz0itZSPUj0/s400/wanessa+camargo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto: Fabio Cabral&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Wanessa Camargo abre caminhos para a conscientização ambiental&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Filha do cantor sertanejo Zezé di Camargo,Wanessa Camargo descobriu seu talento e quis conquistar o próprio espaço no panorama musical brasileiro. A menina de Goiás, que começou cantando num coral da Flórida (EUA), já interpretou quase uma centena de canções e incorporou um estilo próprio, com repertórios dedicados à música pop romântica. A intérprete foi premiada como ‘Artista Revelação’ (2001) e está em seu sexto CD, Total (2008). A música do novo disco Me Abrace (Abrázame) é um dos temas da novela A Favorita. Entretanto, o detalhe que faz toda a diferença na trajetória de vida da artista é sua consciência do valor de preservar e respeitar a natureza. Wanessa empresta seu prestígio à causa ecológica, atuando como embaixatriz da Fundação SOS Mata Atlântica. A cantora chegou a plantar mais de 700 árvores para neutralizar seus transportes durante o ano. As preocupações da artista com os problemas ambientais não param por aí. Ela poupa recursos do planeta economizando água e energia elétrica em casa e exibe clipe ecológico durante seus shows. Nessa entrevista ao Ambiente Hoje, Wanessa Camargo fala de seus estímulos para exercer cidadania e defender a biodiversidade.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Você é embaixadora da ‘SOS Mata Atlântica’. Porque resolveu lutar em prol do meio ambiente&lt;/span&gt;?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sempre fui preocupada com a questão do meio ambiente, mas tomei a decisão de fazer parte do projeto ‘SOS Mata Atlântica’ depois de ler o livro “A Mata Atlântica é Aqui e Daí”, onde a jornalista Ana Augusta Rocha e o ambientalista Fabio Feldman descrevem os impactos ambientais na região. No livro, os autores evidenciam as possibilidades reais de uma futura escassez de recursos naturais e destacam a diminuição na qualidade de vida. O fato é que a leitura me fez perceber que a minha influência entre os jovens poderia auxiliar positivamente na preservação do bioma. Essa compreensão me motivou a lutar em defesa da biodiversidade e me tornar embaixadora da Fundação SOS Mata Atlântica.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Você considera necessária uma nova cultura ambiental no Brasil?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sim. É preciso conscientizar os cidadãos brasileiros sobre a urgência na preservação do meio ambiente, até mesmo pela garantia de sobrevivência da espécie humana. O viver de cada um depende diretamente dos recursos naturais que o planeta Terra oferece, por isso as pessoas precisam tomar mais atitudes para preservar a natureza.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Qual a importância de celebridades se engajarem na luta pela preservação ambiental?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O artista, de certa forma, acaba influenciando e informando seu público, pela repercussão e espaço que suas opiniões têm na mídia. Dessa forma, é importante despertar a consciência do público sobre a necessidade de poluir menos e de preservar o meio-ambiente.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Você tem esperanças de um futuro melhor para nossas florestas? Para você é possível frear a degradação ambiental no bioma da Mata Atlântica?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sou otimista. Eu acredito no futuro e confio na capacidade do povo brasileiro para aprender a respeitar e conservar os ecossistemas do país. Tenho esperanças quanto à preservação de nossas florestas. No caso do bioma da Mata Atlântica, para inibir a degradação ambiental na região precisamos da união e colaboração de todos em projetos como os da ‘SOS Mata Atlântica’. A proteção ambiental só será possível se a conscientização individual se conectar a ações coletivas. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Dentre os seus trabalhos de proteção ambiental está o de visitar escolas e motivar crianças a manter relação de paz com a natureza. A educação ambiental nas escolas pode criar uma geração preparada para o uso sustentável dos recursos naturais?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Desde os tempos de escola que minha educação também foi ambiental। Quanto mais espaços forem criados para promover a educação ambiental, maior será a garantia de conscientização। Além dos atuais programas de educação ambiental em escolas, a possibilidade de acesso à informação cresce a cada dia, o que facilita o processo de formação de uma consciência ambiental coletiva। Além das escolas, é preciso encorajar outras parcerias em busca de novas culturas, motivar a responsabilidade, a sensibilização e a prática da preservação da natureza.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span class=""&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Por Georgiana de Sá – Exclusivo para o jornal Ambiente Hoje da &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.amda.org.br/base/index"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Amda&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.amda.org.br/base/index"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-8943723989886100448?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/8943723989886100448/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=8943723989886100448' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/8943723989886100448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/8943723989886100448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/08/militante-da-biodiversidade.html' title='MILITANTE DA BIODIVERSIDADE'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SLmE9p66OJI/AAAAAAAAAZo/Tz0itZSPUj0/s72-c/wanessa+camargo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-8637242811896493769</id><published>2008-08-30T13:45:00.014-03:00</published><updated>2008-09-21T16:31:26.496-03:00</updated><title type='text'>Amda completa 30 anos e escreve uma história de lutas e prioridades</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SLl-s1UXowI/AAAAAAAAAZg/XsWmEf9szAg/s1600-h/walmir+monteiro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5240358950114140930" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SLl-s1UXowI/AAAAAAAAAZg/XsWmEf9szAg/s400/walmir+monteiro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Foto gentilmente cedida pelo fotógrafo &lt;a href="http://www.walmirmonteiro.com.br/cat.asp?cat_cod=2"&gt;Walmir Monteiro&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;PROJETO JAÍBA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;DE OLHO NAS CONDICIONANTES AMBIENTAIS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span&gt;Por Georgiana de Sá - Exclusivo para o Jornal Ambiente Hoje da &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.amda.org.br/"&gt;&lt;span&gt;Amda&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A proteção da Mata Seca do Jaíba, no extremo norte de Minas, divisa com o Estado da Bahia, há muito tem sido uma das prioridades da Amda. Essa defesa se intensificou depois da implantação do ‘Projeto Jaíba’ na região. O Projeto nasceu da parceria entre Governo Federal e Estado de Minas Gerais, representados, respectivamente, pela Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco – Codevasf e Fundação Rural Mineira de Colonização e Desenvolvimento Agrário – Ruralminas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As primeiras incitativas para criar um perímetro de irrigação de 100 mil hectares (ha) surgiram ainda na década de 50, mas sua implantação teve início em 1977, com a divisão do projeto em quatro etapas. Depois de uma paralisação, o projeto foi retomado na década de 80, com o assentamento de famílias de colonos. A Amda começou a intervir ainda na primeira fase, iniciando diálogos para que o projeto não contemplasse somente aspectos econômicos, em prejuízo de áreas de relevância ambiental. A entidade pediu o embargo da implantação do Projeto através recurso judicial. “Chegamos a receber liminar favorável da Justiça, com embargo temporário das obras”, recorda o biólogo e conselheiro da Amda, Francisco Mourão Vasconcelos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com ele, a Amda alertava que a região possuía áreas que estavam ociosas e degradadas e poderiam ser aproveitadas. “A agricultura seria desenvolvida de forma sustentável, em pastagens degradadas e áreas já desmatadas”, enfatizando que a entidade não se posicionava contra o empreendimento, mas em defesa de áreas que deveriam ser preservadas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo o biólogo, estudos indicam a interdependência entre a mata seca e a mata úmida das margens de cursos d’água e fundos de vale. Isso porque muitas espécies da fauna que ocorre na mata seca procuram, durante o período de estiagem, os refúgios úmidos das matas ciliares. Assim, a proteção de fragmentos isolados de mata seca tem pouca efetividade na conservação destes ecossistemas. Mesmo com essas informações, o governo insistia em desenvolver o projeto e delimitava reservas isoladas na região. Francisco cita o exemplo da Reserva Biológica do Jaíba, que foi criada num retângulo de mata seca, completamente isolada de matas ciliares. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;N&lt;a name="texto"&gt;a segunda etapa do projeto &lt;/a&gt;foram incorporadas áreas de 34.700 ha que pertenciam ao Grupo Ometto, onde se encontravam as matas mais significativas e os melhores solos da região. Foi quando a Amda iniciou outra briga, entrando com novo recurso judicial, mais uma vez tentando interditar o empreendimento. O biólogo conta que a entidade insistia que era preciso transferir o projeto para áreas já desmatadas, como no caso da ‘Gleba Toca da Onça’, onde o assentamento desorganizado de colonos havia determinado o desmatamento de grandes áreas sem produtividade razoável, pelas limitações de chuva. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Embora a Amda não tenha alcançado êxito quanto ao pedido de transferência da maior parte do empreendimento para áreas desmatadas, conseguiu a modificação no layout do projeto, com ampliação de um corredor ecológico como solução para a sobrevivência da biodiversidade local. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Contudo, o mais importante ganho ambiental ocorreu durante o processo de licenciamento. Como participante do Grupo de Acompanhamento do Projeto Jaíba e conselheira do Conselho Estadual de Política Ambiental – Copam, a superintendente da Amda, Maria Dalce Ricas, permaneceu atenta aos dados sobre o cumprimento das condicionantes ambientais do empreendimento e exigiu a implantação do Sistema de Áreas Protegidas – SAP na região, além de medidas mitigadoras para proteção de um corredor ecológico (depressão coberta por floresta de maior umidade).&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;‘Sistema de Áreas Protegidas do Jaiba’&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Situação atual&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo o IEF - Instituto Estadual de Florestas integram o sistema de áreas protegidas da região do Jaíba: a Reserva Biológica (REBIO) do Jaíba, com área de 6.358 ha; a REBIO de Serra Azul, com 7.285 ha, ambas localizadas no município de Jaíba; o Parque Estadual (PE) Lagoa do Cajueiro, com 20.500 ha; a APA (Área de Proteção Ambiental) Lagedão, com 12.088 ha, o Parque Estadual do Verde Grande, com 25.570 ha, situados no município de Matias Cardoso; o PE da Mata Seca, com cerca de 10.000 ha, no município de Manga e a APA Serra do Sabonetal, nos municípios de Jaíba, Itacarambi e Pedras de Maria da Cruz, com área total de 82.500 ha. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com a Coordenadoria da Regularização Fundiária do IEF - Instituto Estadual de Florestas, após a criação das áreas protegidas, o governo tem investido na regularização fundiária para a estruturação do Sistema de Áreas Protegidas. Já foram adquiridas cerca de 20.000 ha, com escrituras formalizadas e a meta do IEF é alcançar 30 mil hectares até o final do ano. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Conforme Cristiana Batista Costa, analista ambiental do IEF e gerente das REBIOs do Jaíba e Serra Azul, a regularização fundiária dos Parques Estaduais Lagoa do Cajueiro e Mata Seca está praticamente definida. Os dois parques possuem casas e outras benfeitorias resultantes das fazendas afetadas. Quanto aos planos de proteção ambiental das áreas, a gerente explica que a Reserva Biológica do Jaíba possui três casas com infra-estruturas que atendem no período de incêndios e dois guardas-parque que moram no local. “A REBIO de Serra Azul possui invasão de sem-terra, parcialmente afetada por área de pastagem, formada por fazendas que já existiam antes da criação desta UC”, lamenta a analista. Ela reclama, ainda, que a REBIO de Serra Azul não possui infra-estrutura e que não foi definida sua regularização fundiária, o que está facilitando o roubo constante de madeira da área, já que a mesma não é cercada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cristina conta que a regularização fundiária do Parque Estadual Verde Grande está em fase de negociação; inclusive com a possibilidade de transformar uma parte do parque em Reserva de Desenvolvimento Sustentável para que a Comunidade de Pau Preto, que reside na área há mais de vinte anos possa permanecer na mesma. “Nas APAS do Lagedão e Serra do Sabonetal os planos de manejo estão sendo elaborados pela Universidade Federal de Lavras e o plano da APA Lagedão está praticamente pronto”, acrescenta. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Proteção contra incêndios&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Cristina Costa, para atender as ocorrências de incêndio na região existem duas torres de observação, quatro tanques-pipa, um trator e outros equipamentos usados pelos brigadistas, além de uma torre no PE Lagoa do Cajueiro. “O gerente de cada UC elabora plano e envia ao Previncêndio – Programa de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais no início de cada ano”, explica. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entre os meses de abril e maio é iniciada uma Campanha de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais, com a presença do Corpo de Bombeiro Militar. “Boa parte dos incêndios florestais na região são resultados de descuidos de produtores rurais, que fazem queima do resto de lavouras. Muitos produtores ainda insistem em fazer queima sem a autorização do IEF”, relata a analista ambiental.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35436104-8637242811896493769?l=georgianadesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://georgianadesa.blogspot.com/feeds/8637242811896493769/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35436104&amp;postID=8637242811896493769' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/8637242811896493769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35436104/posts/default/8637242811896493769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://georgianadesa.blogspot.com/2008/08/amda-completa-30-anos-e-escreve-uma.html' title='Amda completa 30 anos e escreve uma história de lutas e prioridades'/><author><name>Georgiana de Sá</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10591082003365443468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/StObWHj9M9I/AAAAAAAABNo/_lcDoZTpCnk/S220/Maos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SLl-s1UXowI/AAAAAAAAAZg/XsWmEf9szAg/s72-c/walmir+monteiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35436104.post-7787166841056189890</id><published>2008-06-27T17:37:00.003-03:00</published><updated>2008-12-11T20:32:20.473-02:00</updated><title type='text'>Sacos plásticos: vilões da degradação ambiental</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SGVQ5bP7dII/AAAAAAAAAX8/eUeOitmWAAw/s1600-h/2553757352_e68669d75e_o.jpg"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_ULMhYYwra-c/SGVQ5bP7dII/AAAAAAAAAX8/eUeOitmWAAw/s400/2553757352_e68669d75e_o.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216664690875921538" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;Crédito&lt;span&gt;:&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/nidianobre/2553757352/sizes/o/"&gt;&lt;span&gt; www.flickr.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/nidianobre/2553757352/sizes/o/"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Um saco plástico pode demorar até 500 anos para se decompor na natureza. Ainda assim, a maioria dos supermercados, padarias, açougues, farmácias e até bancas de revistas no Brasil, fazem uso indiscriminado desse tipo de embalagem. Essa prática torna o produto responsável por 10% de todo o volume do lixo depositado nos aterros sanitários do país.  Esses e outros assuntos foram discutidos na tarde desta quinta-feira (26/06), durante o Seminário ‘Alternativas ao uso de Sacolas e Sacos Plásticos’, na Câmara Municipal de Belo Horizonte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Encontro vai orientar a regulamentação da Lei Municipal nº 9.529/08, do Vereador Arnaldo Godoy, que dispõe sobre o uso de sacos ecológicos no comércio da Capital. “A proposta estabelece prazo de três anos para os empresários se adequarem à lei. Depois, serão obrigados a optar pelo material biodegradável”, explicou Godoy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presente no encontro, Sinara Inácio Meireles Chenna, da Superintendência de Limpeza Urbana de Belo Horizonte – SLU, disse que quatro mil toneladas de lixo são re
